Estudei 8 anos no Colégio Dom Bosco, duarante os anos de 1969 até 1976. Muitos padres se tornaram além de mestres, amigos meus. Um deles é o Pe. Humberto Vieira de Barros que morreu na madrugada desta segunda-feira (27), em Recife. Padre Humberto nasceu em 18 de fevereiro de 1934 e estava com 80 anos. Encontrava-se internado desde julho, no Real Hospital Português, após ter sofrido um aneurisma cerebral hemorrágico. O velório está acontecendo na Capela do Colégio Dom Bosco, no centro do Recife. Momento de muita comoção para todos que conviveram com este querido padre com 59 anos de vida religiosa como Salesiano de Dom Bosco e 49 de sacerdócio. Que Deus lhe conduza no caminho da Luz para todo o sempre, amém Jesus.

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26
set

Nacional completa hoje 35 anos do TETRA

 Publicado por Carlyle em Nacional

Há exatamente 35 anos, no dia 26 de setembro de 1979, o Nacional Futebol Clube conquistava, pela quarta vez consecutiva, o título profissional de Campeão Amazonense, portanto, um tetracampeonato inédito, o primeiro na história do Vivaldão e do Clube, ao derrotar o eterno rival Rio Negro, por 1×0, com o gol do atacante gaúcho Raul, aos 10 minutos do primeiro tempo da prorrogação.

Segue a foto do dia do jogo, onde o Nacional jogou com o uniforme azul e o Rio Negro de branco:

O título desta temporada foi um dos mais empolgantes. O campeonato disputado em três turnos, determinava classificação dos dois primeiros colocados e os terceiros pelo critério de melhor arrecadação, para um triangular decisivo de cada fase. Nacional e Fast foram os primeiros colocados e o Rio Negro ganhou nas rendas. Na série decisiva, em 23 de setembro, o Nacional jogava apenas pelo empate com o Rio Negro, mas perdeu por 1 x 0. Veio então, o segundo e decisivo jogo onde aconteceu o maior publico envolvendo dois clubes amazonenses. Foram 40.193 torcedores que pagaram ingressos para assistir a decisão, conforme o borderô expedido pela FAF. Depois de 0x0 no tempo normal, o Naça venceu na prorrogação de 30 minutos, com um gol do gaúcho Raul, que entrara em substituição ao artilheiro Careca.

O Nacional contou ainda com os atletas Wilmar (goleiro), Djalma, Aristeu, Airton, Marionho, Macapá, Hélio, Jorge Luís, Edson, João carlos, Lucinho, marcos, brandão, Adriano, Mariceudo, Cabralzinho, Esquerdinha, Jorge Costa e Ray.

Lamentavelmente, o comerciante Paulo Conte, assistindo o jogo no estádio, sofreu uma parada cardíaca e veio a falecer. Ele era proprietário da Sapataria Salvador que por muito tempo patrocinou resenhas esportivas das nossas emissoras de rádio.

NACIONAL 1×0 RIO NEGRO, em 26 de setembro de 1979

LOCAL: Estádio Vivaldo Lima, com um público pagante de 40.193, recorde em jogos regionais.

ÁRBITRO: José Assis Aragão (SP).

NACIONAL: Beto, Soló, Paulo Galvão, Ely e Carlinhos; Armando, Corrêa e Dão; Bendelak, Careca (Raul) e Nilson. Técnico Laerte Dória.

RIO NEGRO: Ricardo, garrido, Ranzi, Paulo Ricardo e Jorge Silva; Val, Artur (piau) e Almeida (Zézinho Maracanã); Orlando, Tuíca e Souza.

GOL: Raul (irmão do goleiro Beto) que entrou na prorrogação no lugar de Careca.

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20
set

Botafogo em Manaus

 Publicado por Carlyle em Cotidiano, Nacional

Botafogo e Corinthians enfrentam-se  em Manaus, às 17h30 (horário local) no dia 11 de outubro, em jogo válido pela 28ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol. Este será o primeiro duelo da elite do futebol brasileiro a ser ralizado na Arena da Amazonia.

A venda dos ingresso inicialmente será feita apenas na internet, clique AQUI, para comprar. Depois estarão à venda  nas bilheterias da Arena Amadeu Teixeira, localizado ao lado da Arena da Amazonia.

BOTAFOGO – A PRIMEIRA VEZ EM MANAUS

Manaus ainda praticava o futebol amador e as exibições de clubes de outros Estados sempre levavam grande número de torcedor ao velho Estádio do Parque Amazonense. Tudo novidade. Não existia televisão.

O Botafogo, do Rio de Janeiro, veio a Manaus pela primeira vez em 1962 para disputar dois amistosos, trazendo em seu time como astros principais, o goleiro Manga e ao atacante Amoroso, tio do atual Amaroso, atacante do São Paulo, em 2005.

A ESTRÉIA

O jogo foi no dia 9/5/1962, contra o Nacional e o time carioca venceu por 3 a 1, tendo como árbitro o amazonense José Israel Rayol. Os gols foram de Amoroso, no 1º tempo. Aluisio e Aírton, no 2º tempo. Sabá Burro Preto marcou para o Nacional também no 2º tempo.

BOTAFOGO: Manga (Brito), Nagel e Zé Maria; Luciano, Aírton (Pampolini) e Paulistinha; Neivaldo (Aluisio), Edson, Amoroso (Domingos), China (Luís Carlos) e Sidney (Mainha).

NACIONAL: Geraldo, Boanerges e Sampaio; Chincha, Aderbal e Wanderlann; Caíca (Pepeta), Jayme Basílio, Sabá Burro Preto, Ribas e Lacinha.

A DESPEDIDA

Quatro dias depois, o Botafogo voltou ao mesmo local para enfrentar uma Seleção local, ainda com José Israel Rayol no apito. Deu empate de 3 tentos, com gols de Hugo 2 e Pratinha, para a Seleção. Amoroso 2 e Mainha, para o Botafogo.

SELEÇÃO: Valdir Melo (SR), Boanerges (Nac.) depois Sales (SR) e Seba (Santos); Zamundo (SA) depois Chicó (SR), Sula (SA) depois Antônio Carlos (SR) e Orlando Mineiro (SR); Pratinha (sem clube) depois Caica (Nac) posteriormente Ofir (Labor), Fredoca (SA) depois Vadinho (SR), Português (Fast), Ribas (Nac.) e Hugo (Auto Esporte).

BOTAFOGO: Manga, Luciano e Nagel; Aírton (Pampolini), Zé Maria e Paulistinha; Neivaldo (Aluisio), Edson, Amoroso (Domingos), China (Luis Carlos) e Mainha (Sidney).

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Matéria publicada no Jornal À Crítica em 19 de junho de 2012, por Nathália Silveira.

O Nossa Senhora das Graças, antigo Beco do Macedo, na Zona Centro-Sul, abriga um dos lugares mais importantes do século XX para a prática esportiva na cidade de Manaus: o Parque Amazonense. Famoso por tradicionais corridas hípicas e jogos de futebol, e símbolo de uma geração, o local, que hoje guarda poucas lembranças do que foi o estádio – como o portal de entrada -  encontra-se à venda pelo montante de R$ 8 milhões.

História

Segundo o historiador Carlos Zamith, o Parque Amazonense surgiu em 1906, no governo do então coronel Antônio Constantino Nery e  do prefeito de Manaus, o coronel Adolpho Guilherme de M. Lisboa,  que através da Lei da Intendência autorizou que aquela terra, no antigo bairro Mocó, fosse concedida a um cidadão e que ali se construísse um hipódromo. Em 1912 o hipódromo foi fechado e, em 1918, através de uma doação de um Dispensário Maçônico, foi construído um estádio de futebol, que passou a receber jogos do Campeonato Amazonense, afirma Zamith.

O primeiro clássico no Parque foi entre Rio Negro e Nacional, no dia 13 de julho de 1918, com o placar de 1 a 1. “Na década de 60, o América Futebol Clube foi arrendatário das partidas. Mas, com a inauguração do Vivaldo Lima, os jogos passaram a ser no novo estádio e o América não teve mais condições de repassar a verba”, contou Zamith. O último jogo no Parque foi realizado em 8 de julho de 1973, entre Rio Negro e Rodoviária. O galo venceu por 3 a 1.

Para o radialista e coordenador do Peladão, Arnaldo Santos, é lamentável a venda desse ponto histórico de Manaus. “É muito triste, é uma falta de respeito com o passado. Agora, não sabemos o que vai ser construído ali e onde está a história da cidade”, argumentou Santos, ao lembrar que fez sua primeira transmissão para o rádio, em 60, no saudoso Parque Amazonense.

Perguntas para Carlos Zamith, jornalista e historiador

  1. O que você lembra na época em que o futebol era a principal modalidade do Parque?
    O Estádio do Parque Amazonense foi o mais importante naquela época de 1918, e só perdeu força quando o Vivaldão foi construído Era casa do América. O local ainda contava com uma cabine da (Associação dos Cronistas e Locutores Esportivos (Aclea), que foi destruída quando o estádio foi demolido.
  2. Qual sua opinião em relação a venda desse local?
    Não sabemos o que vai acontecer. Mas, tudo indica que não será mais um parque, talvez abra espaço para edifícios. Na verdade, não acho que acabar com o parque é tão ruim. Afinal, hoje em dia ele não é mais explorado pela população, exceto quando existem algumas peladas no final de semana. E deve ser caro ficar com o local sem retorno.
  3. Como é o parque hoje em dia?
    Está abandonado e não tem quem zele pelo local. A fachada há cinco anos foi restaurada, e hoje não tem mais nada.

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21
ago

O primeiro título do Auto Esporte Clube

 Publicado por Carlyle em Clubes extintos

O Auto Esporte Clube foi um clube brasileiro de futebol, da cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas. Como bem destaca o nome, era chamado de time dos motorizados, uma vez que nasceu dentro da classe e que teve como seus maiores lutadores, os desportistas Antônio Lourenço Marques e Odorico Andrade. Uniforme amarelo-ouro com a gola e punhos verde, calções também verde e escudo de águia no peito. Tinha o de número dois com as mesmas cores, mas em grossas listras, amarelo ao centro e verde nas laterais. Fundado no início da década de 50, ingressou na primeira divisão do futebol amazonense, em 1955, na época da Federação Amazonense de Desportos Atléticos (FADA), após participar de alguns Campeonatos da Segunda Categoria.

Ao subir à primeira divisão, ainda se praticava o futebol amador e um período em que se atravessava uma crise muito grande, principalmente por falta de público no estádio do Parque. Um dos fatores era atribuído aos movimentados campeonatos nos subúrbios, como por exemplo, no campo do Hore, no Plano Inclinado ou no Estádio General Osório, do hoje Colégio Militar, com bons jogos aos sábados e aos domingo à tarde e de graça.

Cláudio Coelho, antigo ídolo do Rio Negro, acabara de dar quatro títulos seguidos ao América dos irmãos Teixeira (Artur e Amadeu), resolveu ajudar o Auto Esporte e com ele foram quase todos os jogadores do seu antigo clube, como Guarda, Clemente, Juarez Souza Cruz, Brás Gioia, Hélcio Peixoto, Gordinho, Osmar, Mário Matos e Nicolau.

PRIMEIRO TÍTULO

O Auto tornou-se a maior potência do futebol local, tanto que no ano seguinte, 1956, conquistava seu primeiro título na divisão principal.

Coroado no primeiro turno, após decidir com o Fast. No segundo turno, o Nacional estava na frente. No jogo final do campeonato, uma vitória do Auto, por 3 a 1, com muitos jogadores expulsos de campo: Jaime Basílio do Nacional, Gatinho e Nicolau, do Auto Esporte e logo a seguir, expulsões de Dadá e Boanerges, do Nacional.

Outro jogo foi marcado para decidir o título. O Auto venceu por 1 a 0, já no mês de abril de 1957, com um gol de penalidade máxima cobrada pelo zagueiro Clemente Iberê. Pior para o Nacional que nesse mesmo jogo Adamor e Nelson Pereira desperdiçaram uma penalidade máxima cada.

O time base era formado por Vicente, Guarda e Gatinho; Juarez Souza Cruz, (Jaime Basílio), Gilberto e Brás Gioia; Sílvio (Gildo), Gordinho, Osmar, Sandoval e Nicolau, mas ainda participaram da campanha, o goleiro Osman, Ruy, Mário Matos, Anacleto, Clemente e Moacir.

O atacante Osmar (Ferreira Vieira), vindo do município de Óbidos, foi o terceiro goleador do campeonato com 15 gols.

O Auto Esporte Clube teve nove participações na 1ª divisão do estadual: de 1955 a 1963 (último ano do amadorismo) e dois títulos de Campeão Estadual da 1ª divisão: em 1956 e 1959.

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4
ago

Valdir Corrêa, o garotinho

 Publicado por Carlyle em Astros do futebol, Cotidiano

Valdir Corrêa é espírita, devoto de Deus, leonino, botafoguense, torcedor local alvinegro, amante do esporte e apaixonado por futebol.

Nascido na pequena cidade de Sena Madureira, do interior do Acre, chegou à Manaus em 1957 e tem mais de 40 anos de rádio. Ele já é avô, pai de quatro meninas, é uma pessoa simples que conserva uma alma de garoto, e é conhecido em todo o Amazonas pelo apelido de Garotinho.

Um belo dia, Josué Filho disse no ar “Valdir Corrêa, o garotinho da Difusora já que o Zé Carlos é o garotinho do Nacional”. E assim ficou, Valdir Corrêa, o nosso garotinho.

Hoje é o aniversário de Valdir Corrêa e segue nossa singela homenagem a este profissional que respeita a todos e é apaixonado por Manaus. Que o senhor Deus restabeleça sua saúde e Nossa Senhora passe a frente de suas necessidades.

Por telefone, Waldir concedeu uma entrevista ao radialista e comentarista esportivo da Rádio Difusora do Amazonas, Zezinho Bastos.

Aperte o PLAY abaixo e ouça na ínegra:

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23
jul

Carlos Zamith – Convite Missa

 Publicado por Carlyle em Cotidiano

Carlos Zamith - 1 ano de saudade

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Ontem, na madrugada dessa quarta-feira, dia 16, no Rio de Janeiro, faleceu Armando Marques aos 84 anos. Ele foi árbitro e presidente da Comissão Nacional de Arbitragem e com carreira marcada por jogos polêmicos, De acordo com informações da assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde do Município do Rio de Janeiro, ele deu entrada no CER Leblon (Coordenação de emergência regional), na Zona Sul do Rio de Janeiro, na terça-feira, com um quadro muito grave de insuficiência renal e não resistiu.

Em Manaus, nos primeiros anos da Federação Amazonense de Futebol (FAF), Armando Marques apitou um jogo pelo Campeonato Amazonense. O jogo era entre Nacional x São Raimundo, na Colina, no dia 4 de setembro de 1968, com o resultado de 1 a 1. Zezé para o Nacional e Airton, para o São Raimundo, com o público de 10.538 pagantes.

Nacional: Marialvo, Pedro Hamilton, Jonas, Berto e Téo; Mário Motorzinho e Rolinha; Zezé, Rangel, Pretinho e Almir.

São Raimundo: Valdir Melo, Hamilton, Valdir Santos e Zézinho; Jaime Basílio (Santos) e Itagiba (Melo); Augusto, Aírton, Santarém e Amiraldo.

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Mais que o triplo de gols sofridos diante da Alemanha, ‘xará’ do Brasil conseguiu atingir a histórica marca em 1922, no Campeonato Amazonense, diante do Nacional

O 7 a 1 aplicado pela Alemanha marcou a maior goleada que a seleção brasileira sofreu em toda a sua história. Em outras circunstâncias e com menos pompa, outro Brasil já foi muito mais maltratado dentro de campo.  No Campeonato Amazonense de 1922, o – já extinto – Brasil Sport perdeu de 24 a 0 para o Nacional. O placar é maior que o triplo de gols assinalados no massacre germânico.

O Brasil, de Manaus, teve existência efêmera e participou apenas dos Campeonatos Amazonenses de 1918, 1921 e 1922. A goleada, pelo visto, traumatizou o xará, que jamais voltou a disputar o estadual.

À época, cada tempo de jogo tinha 40 minutos. Com 10 minutos a menos que o tradicional, o jogo entre Nacional e Brasil conseguiu chegar à absurda marca de 2,6 minutos para cada gol. Sendo assim, os 6,43 minutos de apagão, que resultaram em quatro gols alemães, soam melhor?

Nos registros escassos do futebol amazonense, é difícil encontrar dados mais precisos da partida como, por exemplo, os autores dos gols. Quem recuperou a memória do jogo foi o site Baú Velho, do saudoso jornalista Carlos Zamith, um dos maiores historiadores do esporte baré. Os dados expostos pelo site indicam que as informações foram confirmadas na edição 6.607 do Jornal do Comércio, publicado no dia seguinte à partida história.

Título dividido

A goleada sofrida pelo Brasil é a maior já registrada no futebol brasileiro, mas pouco conhecida. O mesmo resultado é reconhecido pelo histórico jogo entre Botafogo e Sport Club Mangueira, no Campeonato Carioca de 1909.


Texto de Isabella Pina. Surrupiado do site G1 – Globo Esporte.

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Nacional 24 x 0 Brasil Sport foi uma partida de futebol realizada no dia 24 de setembro de 1922, e válida pelo Campenonato Amazonense daquele ano, entre o Nacional Football Club (nome do time na época) e o Brasil Sport, participante dos campeonatos de 1918, 1921 e 1922, que é notória por ser a partida de maior goleada na história do futebol no Brasil e a 3ª maior do mundo.

Na época, os tempos dos jogos tinham cinco minutos a menos, ou seja, 40 minutos por tempo, resultando assim em uma média de 2,6 minutos para cada gol. Faziam parte do time do Nacional que consagrou-se campeão da temporada de 1922, os jogadores Fernandes, Antoniano, Rodolpho Gonçalves, Pequenino, Eduardo Cangalhas, Orlando, Paulo Melo, Dantas, Parimé, Marcolino, Leonardo e Vigico.

Este placar igualou-se ao jogo do Botafogo contra o Sport Club Mangueira que também foi 24×0, no campeonato carioca, em 30 de maio de 1909, no campo da Rua Voluntários da Pátria. Na goleada do Botafogo, Gilbert Hime assinalou 9 gols e foi recordista do Brasil em gols num único jogo até 1976, quando Dadá Maravilha apontou dez no jogo Sport 14 x 0 Santo Amaro, pelo Campeonato Pernambucano.

Informações do Jornal do Commércio, edição número 6.607, do dia posterior ao evento.

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O estádio Carlos Zamith, localizado no bairro Coroado, Zona Leste de Manaus, recebeu a primeira partida oficial de futebol na tarde deste domingo (6). A partida válida pelo campeonato amazonense de juniores marcou a abertura da obra que foi uma das exigências da Fifa para a realização da Copa do Mundo em Manaus.

Foi sem todo o estardalhaço da inauguração da Arena da Amazônia, ocorrida em abril deste ano. Ou mesmo sem a simpatia e o brilho da reabertura do estádio Isamel Benigno, a Colina, que aconteceu  na última quinta-feira (3). Mas, finalmente a bola rolou no Zamithão, como está sendo chamado o mais novo estádio de Manaus.

Rio-Nal cancelado

Marcado para receber o clássico entre Rio Negro e Nacional, também com equipes sub-20, no dia 24 de maio deste ano, o evento teve de ser suspenso por exigência da Fifa. A organizadora da Copa proibiu o uso do gramado para partidas de futebol. A última tentativa de abertura do estádio ocorreu na manhã de sábado (5), mas o gramado não estava demarcado e a partida foi adiada para o domingo (6). 

A eternização em dois atos

Quem teve seu nome eternizado como o primeiro artilheiro a marcar no novo estádio foi o camisa 11 do Manaus FC , Huendel. Logo aos 13 minutos da etapa inicial. Porém, o atacante também protagonizou o vexame de ser o primeiro atleta a ser expulso do gramado do novo estádio. Ainda assim o “Gavião do Norte”, apelido do Manaus FC, saiu com a vitória por 2 a 1.

Estádio novo, velhos defeitos

O jogo foi marcado por confusões, dentro e fora de campo. Os atletas de ambas as equipes tiveram de mudar o uniforme à beira do gramado, já que os vestiários não estavam liberados. Além disso, os jogadores das duas equipes parecem seguir os mesmo maus hábitos da categoria profissional: empurra empurra e xingamentos para todos os gostos foi a tônica do confronto entre os “meninos”.

Princesa usará o local para treinos

O Centro Oficial de Treinamento para a Copa (COT), não recebeu nenhuma seleção internacional em seu gramado. Porém, o Tubarão promete fazer bom uso do local a partir desta semana. O Princesa do Solimões, equipe de Manacapuru (distante 68 quilômetros de Manaus), usará o local para treinamento. O time do técnico Charles Guerreiro estreará na Série D do Brasilerão no próximo dia 20 de julho, contra o Santos do Amapá.

Matéria publicada originalmente no site A Crítica.

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Nesta quinta-feira, às 18h enfim os portões do Estádio Ismael Benigno – A colina, serão reabertos, e o clássico coliniense entre São Raimundo e Sul América conhecido também como Galo Preto será o primeiro jogo no novo estádio. A partida que terá ídolos dos dois clubes em campo. Para a partida que marca a reinauguração do estádio, programada para às 20h30, os 8 mil ingressos disponibilizados para o público foi trocado por 1kg de alimento não perecível.

DO FUNDO DO BAÚ

Não há como negar que todo o patrimônio do São Raimundo Esporte Clube foi construído por Ismael Benigno, durante sua administração, sempre aclamado por mais de duas décadas. O São Raimundo muito deve a Ismael Benigno. Hoje, mais do que justo, o Estadio da Colina tem ofcializado o seu nome. A cada melhoramento, a data era comemorada.

  • 18 de novembro de 1952 – jogo de futebol no atual campo (que ainda não estava murado) com um time da Serraria Hore;
  • 19 de fevereiro de 1961 – inauguração da arquibancada coberta do estádio, com a participação do Sport Clube do Recife.
  • 5 de abril de 1964 – inauguração do alambrado e dos dois túneis com o jogo entre São Raimundo 3 x 1 Nacional.
  • 31 de julho de 1977 – grande reforma do estádio na administração municipal do Prefeito Cel. Jorge Teixeira, homenageado com um Torneio que levava o seu nome.
  • 3 de julho de 2014 – a segunda grande reforma foi avaliada pelo Governo do Estado em 21 milhões, com capacidade para 11.400 espectadores, traz estacionamento exclusivo para 200 veículos, além de acesso exclusivo para jogadores e imprensa.

Na foto acima, Ismael Benigno ao lado do prefeito Cel. Jorge Teixeira, dando o ponta-pé inicial do Torneio Jorge Teixeira, responsável pela ampla recuperação do estádio da Colina. De chapéu, o dirigente Pedrinho Sena e seu filho Raimundo Sena, este principal articular, junto ao Prefeito, para as obras que se faziam necessárias.. Ainda podemos ver, os árbitros José Diniz e Odílio Mendonça, e no fundo, os cronistas Ernesto Guerra e Flávio Seabra.

Durante muitos anos tornei-me um colaborador do São Raimundo em razão da amizade que sustentava com muito respeito ao cidadão Ismael Benigno, pelo seu caráter, humildade e acima de tudo, pelas atitudes sempre em direção a honestidade e ao time de seu coração, o São Raimundo Esporte Clube. Fazia o intermediário entre clube e imprensa. As movimentações diárias do time de futebol ou eventos sociais transmitia aos coleguinhas das rádios e dos jornais para a respectiva divulgação.

NACIONAL – CAMPEÃO DE 1977

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Manaus E.C e Manaus F.C duelam pela segunda rodada do returno do Campeonato Amazonense de Futebol Júnior. Confronto será neste sábado pela manhã

O estádio Carlos Zamith (CT do Coroado), na Zona Leste de Manaus, finalmente vai receber a primeira partida oficial desde que foi construído para a Copa do Mundo – mas que ficou de legado para o futebol local. Neste sábado, Manaus Esporte Clube e Manaus Futebol Clube entrarão em campo pela 2ª rodada do returno do Campeonato Amazonense de Futebol Júnior, às 9h30 (horário local).

Essa é a segunda vez que marcam uma partida oficial para o estádio Carlos Zamith. Antes da Copa do Mundo, no dia 24 de maio, o clássico Rio-Nal – válido pela 1ª rodada da mesma competição – teve de ser adiado e remarcado para outro local. Na época, o espaço já havia sido entregue a Fifa, o que impossibilitou qualquer atividade no espaço.

Se por um lado o estádio não recebeu uma partida inaugural, por outro, a inauguração formal já foi realizada. O ato simbólico foi feito pelo governador do Amazonas, José Melo, no dia 29 de maio.

Além do CT do Coroado, a Copa em Manaus teve outro estádio como centro de treinamento, o estádio Ismael Benigno (Colina). O local, que foi reconstruído para receber as seleções que passaram por Manaus na Copa do Mundo, será reinaugurado dois dias antes, na quinta feira. Na oportunidade, São Raimundo e Sul América fazem o clássico Galo Preto para cerca de oito mil espectadores.

RODADA DO AMAZONENSE JÚNIOR

Além do duelo entre Manaus E.C e Manaus F.C, mais dois jogos pela 2ª rodada da competição ocorrem neste sábado. No estádio Álvaro Maranhão, em Iranduba (a 22km de Manaus), Asa e Nacional se enfrentam às 10h. Fechando essa fase, Tarumã e Rio Negro, líder e vice-líder do 2º turno, respectivamente, se enfrentam no Sesi, às 15h.

 

* Por Gabriel Mansur (com supervisão de Silvio Lima).

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22
jun

Zézinho – artilheiro 5 estrelas

 Publicado por Carlyle em Astros do futebol

Revelado pelo Nacional, atuando desde as categorias de base, José Rodrigues Bastos Filho, (Zezinho Bastos), nascido em Manaus a 11 de novembro de 1955, jogou durante muito tempo em Portugal onde ganhou algum dinheiro que empregou em compra de imóvel em Manaus.

Zezinho Bastos começou na Escolinha do Nacional que era treinado pelo Moisés, um cidadão muito dedicado ao clube quando ainda funcionava na Rua Saldanha Marinho. Depois da Escolinha, Zezinho foi guindado ao juvenil treinado por Alfredo Barbosa até chegar a titular, em 1975.

No ano seguinte, 1976, após três jogos como titular, foi emprestado a Associação Atlética Rodoviária.

Na estréia com a nova camisa, logo campeão do Torneio Início e com boa passagem no campeonato, chegando a ser o segundo melhor artilheiro da competição, ao lado de Bibi, do Nacional, com 13 gols, em 24 jogos.

O primeiro foi o mineiro Lívio, do Rio Negro, com 22 gols.

CAMPEÃO

Terminado o empréstimo, voltou ao Nacional jogando com destaque, sagrando-se campeão estadual de 1977, na decisão contra o Fast e principal artilheiro do campeonato com 17 gols.

Time campeão na decisiva venceu por 1×0, jogo apitado pelo paulista José Assis Aragão, formando com Amauri, Maurício, Djalma, Paulo Galvão e Ely; Mário Geraldo e Stélio; Dudu, Netinho, Zezinho e Nilson.

No campeonato no qual foi artilheiro
Zezinho marcou cinco gols numa só partida

NACIONAL 7 x 0 LIBERMORRO

Data: 14/8/1977

Local: Estádio Ismael Benigno

Árbitro: Lecílio Estrela

Gols: Zézinho, aos 10, 17 e 43 do primeiro tempo, e depois, aos 18 e 20 do segundo tempo. Os outros dois gols completando a goleada do Naça foram marcados por Stelio (aos 26) e Aluízio (aos 43), ambos também no segundo tempo.

NACIONAL: Amaury Santana Djalma (Cleuson), Paulo Galvão e Antônio Carlos; Mário Geraldo, Stelio e Zezinho (Armando); Dudu, Aluisio e Nilson.

LIBERMORRO:  Gilmar, Santos (Enedino), Pereira, Chicão e Alves; Amaro Adamastor e Charuto; Didinho Roberto Branco, Roberto Preto e Haroldo.

Depois de fazer sucesso com a camisa do Nacional Futebol Clube, Zezinho Bastos foi brilhar na Europa. No segundo semestre de 1978, o centroavante passou a defender a camisa do Montijo. E, em terras lusas, ele encontrou uma estrutura e um estilo de futebol diferentes daquele que ele estava acostumado.

- “Já naquela época, todos os times de Portugal tinham um estádio próprio para treinar. Lá, no início da temporada, nós já sabíamos quem iríamos enfrentar e todas as datas dos confrontos”, relembrou Zezinho.

Ainda segundo Zezinho, a disciplina e a organização sempre estiveram presentes no futebol português.

“Sim, o futebol de Portugal sem dúvida é um dos mais organizados do planeta. Eles não cancelam jogo por qualquer motivo, é preciso acontecer algo muito sério para que uma partida seja transferida para outra data”, comentou.

Foi contratado por três anos pelo Braga em 1980, que o emprestou ao Desportivo Chaves, passou ainda pelo Évora, Lusitano e em 1985, voltou ao Nacional, trabalhando como supervisor e até 1997, como auxiliar parando a seguir.

É proprietário da Serralheria JK, no bairro de São Geraldo, casado com Dona Kate e tem uma filha muito querida, Thays.

Zezinho não deixou de lado o futebol. Hoje, é comentarista da Rádio Difusora e da TV Cultura, fazendo parte do programa que vai ao ar às segundas-feiras, “No Mundo da Bola”, comandado pelo mestre Valdir Correa e participações de Ronaldo Cuesta e do Bom Baiano.

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Por questões contratuais com a Fifa, o governo cancelou a partida entre Nacional x Rio Negro, pelo Campeonato Estadual de Juniores, que estava marcada para este sábado.

Manaus – O governador do Amazonas, José Melo, fez, na manhã deste sábado (24), a entrega simbólica do Estádio Carlos Zamith, no bairro Coroado, zona leste. Por questões contratuais com a Fifa, o governo cancelou a partida entre Nacional x Rio Negro, pelo Campeonato Estadual de Juniores que deveria acontecer na noite deste sábado, no Carlos Zamith.

Construído para ser um dos Campos Oficiais de Treinamento (COT) para as seleções que irão disputar a Copa do Mundo 2014 em Manaus, o estádio tem capacidade para 5 mil pessoas. A obra custou cerca de R$ 15 milhões e, segundo o governador, ficará como um dos legados da Copa para o futebol local.

“Essa, sim, é uma herança importante da Copa, olhando a nossa juventude. Aqui pode ser a usina formadora daquilo que a gente sonha para o futebol amazonense. Aqui, vamos poder treinar os jovens talentos que vão formar os times principais”, observou o governador.

Melo ressalta que, junto com o Estádio da Colina, no São Raimundo, zona oeste, que foi reconstruído também para servir de COT, o estádio do Coroado será utilizado para as partidas de futebol do Campeonato Amazonense, com público pequeno, que não poderão ser disputadas na Arena da Amazônia, onde os custos operacionais são mais altos.

O estádio Carlos Zamith será integrado à estrutura da Fundação Vila Olímpica, que segundo o governador, assim como a Secretaria Estadual de Juventude Esporte e Lazer (Sejel), passa a ser comandada por técnicos.

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Menos de 24 horas após anunciar a inauguração do Centro de Treinamento do Coroado, estádio Carlos Zamith, o Governo do Estado do Amazonas voltou atrás e cancelou a partida de abertura do estádio, que seria realizada entre Rio Negro e Nacional neste sábado, às 19 horas. O mesmo serve para o estádio Ismael Benigno, a Colina, que receberia o clássico entre  São Raimundo e Sul América no próximo dia 31.

Os dois locais serão Campos Oficiais de Treinamento (COT) das Seleções que irão disputar a Copa do Mundo 2014 em Manaus, e como o prazo estipulado pela Fifa para a realização de um evento-teste expirou a solução adotada foi a de não mais realizar as partidas.

Confira abaixo, na íntegra, a nota do Governo do Amazonas

”O Governo do Amazonas informa que a partida entre as equipes de juniores de Nacional x Rio Negro, marcada para as 19h deste sábado, dia 24 de maio, está cancelada. O local do jogo, que seria o estádio Carlos Zamith, no bairro Coroado, na zona leste, é um dos Campos Oficiais de Treinamento (COT) das Seleções que irão disputar a Copa do Mundo 2014 em Manaus. Como a data escolhida ultrapassa o prazo estipulado em contrato pela FIFA para jogos testes nos estádios e campos de treinamento da Copa, o Governo do Amazonas decidiu não mais realizar os eventos de inauguração. A decisão também vale para o Estádio Ismael Benigno (Colina), que tinha a previsão de inaugurar dia 31 de maio”.

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23
mai

Álvaro Zamith, o primeiro presidente da CBF

 Publicado por Carlyle Zamith em Astros do futebol

Álvaro Zamith, o primeiro presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), antiga CBD, órgão dirigente máximo do futebol no Brasil que é responsável pela organização de campeonatos de alcance nacional, como o Campeonato Brasileiro das séries A, B, C e D, além da Copa do Brasil.

A primeira entidade nacional de futebol surgiu em 8 de junho de 1914, com a criação da FBS (Federação Brasileira de Sports), o primeiro jogo da Seleção Brasileira de Futebol aconteceu em 21 de julho de 1914, contra o Exeter City da Inglaterra.

Dois anos depois, em 5 de dezembro de 1916, ela mudou o nome para Confederação Brasileira de Desportos (CBD), apesar de ter se filiado a FIFA apenas em 1923.

A CBD passou a se chamar CBF, em 24 de setembro de 1979, com um decreto da FIFA de que todas as entidades nacionais de futebol deveriam ser apenas para aquele esporte, o que não era o caso da CBD, que comandava todos os esportes na época. Mesmo assim, é bom deixar claro que a FBS, a CBD e a CBF são a mesma instituição.

ÁLVARO ZAMITH E A UNIFICAÇÃO DA ENTIDADE

Em 1916, após um grande impasse, já que, o Brasil possuía duas ligas, a FBS (Federação Brasileira de Sports) e a FBF (Federação Brasileira de Futebol) foi realizada uma reunião na residência de Álvaro Zamith, na tarde do dia 19 de junho de 1916, para uma discussão e entendimento entre as partes.

Lá estavam, Álvaro Zamith, presidente da FBS, Mário Sérgio Cardim, presidente da FBF, Joaquim Antônio de Souza Ribeiro, presidente da LMSA (Liga Metropolitana de Sports Atléticos) e o Lauro Müller, na época ministro das Relações Exteriores.

Muller que fora fundamental para a realização do encontro, pois, sem uma solução para o impasse criado pela rivalidade das duas entidades, tomou a iniciativa de intervir e apaziguar a situação.

Tudo isso porque naquele ano, a Argentina resolveu promover o primeiro Campeonato Sul-Americano de Futebol e o presidente da AAF (Associação Argentina de Futebol), Adolpho Orma, passou a viver um dilema quanto a quem representaria o Brasil na competição.

Mas para o conforto de todos, na tarde de 21 de junho de 1916, foi assinado o acordo entre as entidades, causando a extinção da FBS e da FBF e assim nasceu a CBD.

Presidentes da CBF (e suas antecessoras)

  1. Álvaro Zamith (20/11/1915 a 4/11/1916)
  2. Arnaldo Guinle (4/11/1916 a 8/1/1920)
  3. Ariovisto de Almeida Rego (8/1/1920 a 16/4/1921)
  4. José Eduardo Soares (16/4/1921 a 26/1/1922)
  5. Oswaldo Gomes (26/1/1922 a 16/1/1924)
  6. Wladimir Bernardes (26/6/1924 a 19/12/1924)
  7. Oscar Rodrigues da Costa (19/12/1924 a 13/10/1927)
  8. Renato Pacheco (13/10/1927 a 23/9/1933)
  9. Álvaro Catão (23/9/1933 a 5/9/1936)
  10. Luiz Aranha (5/9/1936 a 28/1/1943)
  11. Rivadávia Correa Meyer (28/1/1943 a 14/1/1955)
  12. Sylvio Correa de Pacheco (14/1/1955 a 14/1/1958)
  13. João Havelange (14/1/1958 a 10/1/1975)
  14. Heleno Nunes (10/1/1975 a 18/1/1980)
  15. Giulite Coutinho (18/1/1980 a 17/1/1986)
  16. Octávio Pinto Guimarães (17/1/1986 a 16/1/1989)
  17. Ricardo Teixeira (16/1/1989 a 12/3/2012)
  18. José Maria Main (13/3/2012 até o momento)

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Um dos Centros Oficiais de Treinamento da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™, o Estádio Municipal Carlos Zamith, localizado na alameda Cosme Ferreira, Coroado 2, Zona Leste, está com 97% das obras concluídas. Previsto para ser entregue no dia 15 de maio, o espaço passa pelos últimos ajustes antes da inauguração.

A engenheira Larissa Cunha, responsável pela obra, disse que os trabalhos estão acelerados para que o prazo estabelecido seja cumprido. “As obras chegaram a 97% de conclusão com o gramado já colocado e atendendo a todos os padrões exigidos para os locais de treinamento, com estrutura de alvenaria completa, faltando apenas a parte de arremate, acabamento, pintura, colocação de louças, além de outros detalhes para a finalização da obra”.

Segundo o chefe da divisão de esportes da Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Lazer (Semjel), Thiago Durante, após a realização da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™, o CT deverá ser integrado ao complexo da minivila olímpica, que atualmente passa por reforma.

“O estádio municipal será mais uma alternativa para o futebol amazonense, abrigando jogos do Campeonato Amazonense, tanto dos profissionais quanto da categoria de base, jogos da Copa dos Bairros, além de atender demandas da comunidade,” ressaltou.

Com investimento da ordem de R$ 14,7 milhões, as obras começaram no dia 5 de agosto de 2013, por meio de uma parceria firmada entre a Prefeitura de Manaus, que cedeu o terreno para que o governo do Amazonas executasse o serviço.

O Centro de Treinamento do Coroado (CT do Coroado) terá três lanchonetes, dois vestiários completos, duas salas de imprensa, uma cabine de transmissão, salas de administração, seis banheiros para o público, três lanchonetes, além da capacidade para receber um público de cerca de cinco mil pessoas.

Homenagem

Considerado o maior historiador do futebol amazonense, o jornalista Carlos Zamith morreu no dia 27 de julho de 2013, aos 87 anos. O livro ’Baú Velho’ é uma de suas maiores obras para o esporte local.

Matéria publicada originalmente no Diário do Amazonas

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Santos Futebol Clube manauara fechou as portas há mais de 50 anos e venceu o Amazonense de 58. Obscuro, time é pouco conhecido por moradores do próprio bairro

Por Lincoln Chaves

O jornalista Carlos Zamith, falecido no ano passado, dedicou boa parte de sua vida à pesquisa sobre o futebol do Amazonas. O acervo, agora, é responsabilidade do analista de sistemas Carlyle Zamith, um dos três filhos de Carlos. E em meio a textos e fotos do rico material dos Zamith há um Santos Futebol Clube. Não o de Pelé – que, nesta quinta-feira, às 21h50 (de Brasília), pega o Princesa do Solimões na Arena da Amazônia, pela Copa do Brasil – mas o Santos de Manaus.

O “xará” manauara do Alvinegro – que, na verdade, é azul e branco – foi extinto há 52 anos. Foram apenas 10 anos de atividade. Tempo suficiente para deixar o nome na história do futebol local com o título amazonense de 1958. Detalhe é que, mesmo com essa conquista, o Santos de Manaus é pouco conhecido na cidade, até por quem mora em Cachoeirinha, bairro da zona sul onde foi fundado, em 1952 – curiosamente, época em que o Peixe não tinha, nem de longe, a tradição de hoje.

A história do Santos foi contada por Carlos Zamith na coluna “Baú Velho” (que dá nome ao site com o acervo do jornalista), publicada no jornal “A Crítica”, de Manaus, em 14 de março de 1999. Fundado em 1º de maio de 1952 por “jovens desportistas” – e, dentre eles, torcedores do Alvinegro Praiano – o clube chegou à elite estadual em quatro anos.

Em 1958, após campanhas inexpressivas, o time azul e branco surpreendeu. Superou a concorrência dos tradicionais Fast, Nacional e São Raimundo, chegou à decisão e, com a vitória por 3 a 1 sobre o Guanabara, com gols de Pretinho, Silvino e Tucupi, o Santos se sagrou campeão pela primeira e única vez.

Dali em diante, a fonte secou. Segundo o historiador Francisco Carlos Bittencourt, o Santos vendeu seu principal jogador, o atacante Fabio Andrade, para quitar dívidas. Além disso, perdeu o técnico José Carlos Maranuá, que teria viajado ao Mato Grosso alegando que sua mãe estava doente para conversar com outros times – o presidente santista, Eugenio Ribeiro, descobriu que a mãe de Maranuá estava morta há tempos. Após seguidas campanhas ruins, a equipe acabou fechando as portas, em 1962.

- Apesar do pouco tempo (em atividade) e das dificuldades, a grande força de vontade dos fundadores ajudou o Santos a chegar aonde chegou. Apesar das semelhanças, nosso Santos tinha o azul na camisa. Era um charme especial também fora de campo. Sabia que não seria fácil, mas o Santos quis deixar o nome marcado na história do futebol do Amazonas. E conseguiu. Infelizmente, poucas pessoas têm interesse na manutenção desse legado. Memória é importante, sim – analisa Bittencourt.

Matéria publicada originalmente no site G1- Globo Esporte – Santos e Região.

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O atacante mineiro Cosme da Silva Campos, ou melhor Campos,  nasceu em Pedro Leopoldo/MG, em 21 de dezembro de 1952), Centroavante rápido, oportunista e ótimo cabeceador, Campos começou sua carreira no Atlético/MG e logo em seguida foi emprestado ao Nacional. Estreou oficialmente no Copão de 1972, entrando nos minutos finais do jogo Nacional x Vasco, disputado no Vivaldo Lima. O Vasco vencia por 3×0 e faltavam apenas quinze minutos para o término da partida quando o técnico Paulo Emílio determinou a sua entrada. Fez o único gol do Nacional, aos 43 minutos, e nunca mais saiu do time. Chegou a liderar a artilharia dessa competição, ganhando cartaz em todo o país. Foi o vice-artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1972, com 14 gols.

Na tarde do dia 25 de setembro de 1972, no estádio Vivaldo Lima, se enfrentavam Nacional x Corinthians, e Campos foi o grande heroí do jogo marcando 2 gols para o Naça, ambos no primeiro tempo, consolidando a vitória do Leão da Vila Municipal.

Ao retornar a Minas, já consagrado, tornou-se titular do Atlético Mineiro. Chegou à Seleção Brasileira em 1975, fazendo cinco jogos oficiais e marcando dois gols, mas desapareceu cedo, após perambular por inúmeros clubes. Foi um atleta que não soube segurar a sorte.

Em 1982, voltou ao Nacional, fez seis gols pela Taça de Ouro, mas já não era mais o mesmo. Depois de encerrar sua carreira no São José, em 1984, Campos voltou a residir em sua cidade natal, Pedro Leopoldo, em Minas Gerais, onde tem uma lavanderia em sociedade com sua irmã.

Aperte o PLAY abaixo e ouça na íntegra a entrevista do artilheiro Campos concedida ao radialista e comentarista esportivo da Rádio Difusora do Amazonas, Zezinho Bastos.

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27
abr

Primeira visita ao Centro de Treinamento Carlos Zamith

 Publicado por Carlyle Zamith em Cotidiano

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Por Anderson Silva

Os Campos Oficiais de Treinamentos (COTs), Carlos Zamith, localizado no bairro Coroado, Zona Leste e Ismael Benigno, a Colina, no bairro Glória, Zona Oeste, entraram a fase final de conclusão. De acordo com a Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP/Copa) o CT Carlos Zamith será entregue no dia 15 de maio a Colina cinco dias depois. E o CRAQUE visitou as duas obras para mostrar para os leitores como é que tudo está ficando.

Situado na Alameda Cosme Ferreira, Zona Leste, o CT do Coroado recebeu o nome de Carlos Zamith, em homenagem ao jornalista esportivo amazonense criador do “Baú Velho”, série que conta a história do futebol local. Zamith morreu no ano passado.

Com capacidade para cinco mil pessoas, o estádio teve a obra iniciada no final do mês de agosto do ano passado. A 22 dias da data de entrega o local promete acomodar com toda qualidade as seleções da Itália, Inglaterra, Portugal, Estados Unidos, Suíça, Honduras, Croácia e Camarões.

99%

Com 99% das obras concluídas no Corado, a correria já deu espaço a um clima de tranqüilidade no local entre os trabalhadores. O gramado, que recebeu grama cultivada no município de Rio Preto da Eva (a 84 quilômetros de Manaus), recebe os cuidados finais e passa por um processo conhecido como top dressing – trabalho de mistura de areia com substratos para regularizar a superfície.

Ajustes finais

Praticamente finalizado, as arquibancadas, corrimãos e a cabine de imprensa ainda passam por uma pintura e alguns pequenos ajustes finais. “Na parte interna do estádio como o campo, arquibancada, banheiros e bares estão recebendo a parte de acabamento. Mais três dias finalizamos os trabalhos nessa área”, disse o engenheiro, Cássio Augusto.

Água

O estádio tem um total de seis banheiros para os torcedores. E se ainda falta água na Zona Leste, o problema não deve ocorrer dentro do novo estádio. Uma caixa d’água metálica com capacidade para 180 mil litros vau abastecer o complexo. “É um abastecimento independente. As áreas de irrigação do gramado e (brigada de) incêndio serão todas sanadas com a água da caixa”, destacou Cassio.

Lembranças do pai

O analista de sistemas, Carlyle Zamith, que é filho do criador do “Baú Velho”, e que deu continuidade ao trabalho do pai, fez ontem uma visita ao novo estádio que leva o nome do pai dele. Carlyle andou pelo gramado e lembrou com saudade do pai. “Esse nome (Carlos Zamith) deixa muita história no futebol. O nome no estádio vai eternizar gerações. No futuro quando não estivermos mais aqui, jovens irão perguntar quem foi Carlos Zamith. É muita emoção”, disse Carlyle, que afirma que aprovou a obra. “Está lindo. O estádio está muito bonito. Lindo”, disse emocionado.

Colina entra na reta final

O estádio Ismael Benigno, a Colina, também se encontra em fase final de obras com 97% de obras concluídas. A velha estrutura do estádio que passou anos interditada pelo Ministério Público (MP) deu lugar a um belo estádio.

Custo

A obra consumiu um total de R$ 21 milhões, dinheiro oriundo do Ministério do Esporte, e ainda vai receber iluminação semelhante a do estádio Carlos Zamith.

Detalhes

Nesta quarta-feira (23) os operários corriam com os detalhes finais da obra. Na parte interna os operários apenas soldam e realizam reparos nos corrimãos de acesso às arquibancadas. Com o “padrão Fifa”, o local vai ter salas para a imprensa, cabines, vestiários e terá capacidade para 11 mil torcedores. A área do estacionamento para 200 veículos ainda está sendo trabalhada.

Nova data

Depois de ter a inauguração adiada, o estádio da Colina ganhou uma nova data. Antes marcado para 12 de abril – com o clássico Galo Preto -, o estádio apenas será entregue no dia 20 do mês que vem, até então, sem uma partida oficial. A data foi anunciada pelo governador José Melo.

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23
abr

Carlos Zamith quase pronto!

 Publicado por Carlyle Zamith em Cotidiano, Eu sou o Baú Velho

O Estádio Carlos Zamith está quase pronto, faltando apenas a conclusão de 15% das obras. A expectativa é que tudo esteja pronto até a primeira semana de março.

Meu pai Carlos Zamith, foi um jornalista e apaixonado pelo futebol da sua terra. Aos nove anos de idade, assistiu com meu avô a sua primeira partida nos gramados e, a partir daí, começou a guardar na memória e cadernetas de anotações, todas as emoções vividas dos jogos nos estádios. Numa segunda-feira, dia 29 de julho de 2013, apenas dois dias após o seu falecimento, o governador Omar Aziz anunciou que o COT (Centro Oficial de Treinamento) do Coroado receberia o seu nome, estádio Carlos Zamith.

Pai querido, daqui há cem ou duzentos anos, quando eu, meus filhos e netos não estivermos mais aqui nesse chão, graças ao seu incansável trabalho de toda uma vida dedicada ao resgate da memória do futebol amazonense, seu nome através desse Estádio será e está eternizado, lembrado e pronunciado por muitas gerações que virão a conhecer-te. Nessa longa estrada que percorremos, onde o tempo transforma tudo em quase nada, suas memórias restarão… porque quase também é mais um detalhe.

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22
mar

O futebol em Manacapuru

 Publicado por Carlyle Zamith em Princesa do Solimões, Rio Negro

Princesa do Solimões e Fast fazem neste sábado (22), às 15h, em Manacapuru, a segunda partida da final da Taça Estado do Amazonas, que equivale ao 1º turno do Campeonato Amazonense. O campeão, além da taça, leva a vaga para a Copa do Brasil 2015, além de um lugar garantido na final do campeonato, que dá direito a disputar a Série D, e a Copa Verde 2015.

ESTÁDIO GILBERTO MESTRINHO

O “Gilbertão”, como é conhecido o estádio de futebol da cidade de Manacapuru (68 km da capital), tem as cores vermelho e branco, foi inaugurado no dia 09 de novembro de 1986, com a presença do governador Gilberto Mestrinho, e os prefeitos Amazonino Mendes (Manaus) e Paulo Freire (Manacapuru). Sua capacidade é de 15 mil pessoas. O nome do estádio é uma homenagem ao ex-governador Gilberto Mestrinho. A obra custou na época 35 milhões de Cruzados. Exercem o mando e campo neste estádio as duas equipes de futebol profissional de Manacapuru: Princesa do Solimões Esporte Clube e Operário Esporte Clube.

O jogo de inauguração aconteceu entre as equipes do Nacional e a Seleção de Manacapuru.

1986 – NACIONAL 1 x 1 SELEÇÃO DE MANACAPURU

LOCAL: Estádio Olímpico Municipal Gilberto Mestrinho, em 9 de novembro de 1986.

ÁRBITRO: Raimundo Nonato (AM), auxiliado por Olário Azevedo e Augusto Carneiro.

NACIONAL: Ronaldo (Edson Cimento), China (Marinho), Murica (Marduck), Galvão, Clóvis, Sergio Duarte (Tojal), Helinho, Gilson, Bendelack (Camarão)  Luizinho (Raulino) e Jasson (Ricardo); Técnico Aderbal Lana.

SELEÇÃO DE MANACAPURU: Ginha, Betinho, Piranha, Marquinho (Almir), Paulo, Rildo, Evandro, Wellington, Gato, Carlinhos (Toca) e Paçoca; Técnico Francisco Bezerra.

GOLS: Helinho aos 39 minutos da etapa incial e Rildo de pênalti no segundo tempo.

PRINCESA DO SOLIMÕES – A ESTRÉIA EM 1987

Princesa do Solimões foi fundado no dia 18 de agosto de 1971, mas a estréia no campeonato profissional só veio acontecer no dia 22 de fevereiro de 1987, em Manacapuru, perante 2.409 pagantes, contra o Rio Negro que venceu por 3 a 2, em jogo apitado por José Diniz. Se não foi uma boa estréia, pelo menos a exibição agradou aos seus torcedores. Paçoca marcou os dois do Princesa, sendo um de penal. Tonho (2) e Rildo, para o Rio Negro.

PRINCESA (time de estréia): Guinha, Dinho, Paulo, Evandro e Magela; Paçoca, Alcimar e Marquinhos (Gato); Rildo, Wellington e Tota (Betinho). Técnico: Paulo Leal.

RIO NEGRO: Luís Roberto, Paulo Verdan, Marcão, Paulo Galvão e Luís Florêncio. Kleber, Fernandinho (Tonho) e João Francisco; Curió, Jason e Rildo.

CONQUISTAS DO PRINCESA

O Princesa estreou no campeonato profissional amazonense em 1987, seguindo o caminho do Penarol, de Itacoatiara, e do Olaria, de Humaitá, que eram até então os únicos clubes do interior do estado a participar da competição. O Princesa não participou da competição oficial nos seguintes anos: 1992, 1993, 1994, 1999, 2000 e 2003.

  • Campeão do Campeonato Amazonense em 2013;
  • O Princesa foi vice-campeão amazonense em 1995 quando empatou em 0 x 0 contra o Nacional, no Estádio do SESI completamente lotado. Em 1997, novamente um vice-campeonato desta vez contra o São Raimundo;
  • Campeão da Taça Estado do Amazonas em 1995, 1997 e 2013, e a vice-liderança em 2012;
  • Campeão do Torneio Inicio, da ACLEA, em 1997 e 2007.
  • Em 1989, o Princesa disputou seu único torneio nacional, o Campeonato Brasileiro de Futebol (série B). Não foi bem, ficando em sexto no seu grupo, mas venceu o Mixto de Mato Grosso e o Dom Bosco.

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