Ontem, na madrugada dessa quarta-feira, dia 16, no Rio de Janeiro, faleceu Armando Marques aos 84 anos. Ele foi árbitro e presidente da Comissão Nacional de Arbitragem e com carreira marcada por jogos polêmicos, De acordo com informações da assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde do Município do Rio de Janeiro, ele deu entrada no CER Leblon (Coordenação de emergência regional), na Zona Sul do Rio de Janeiro, na terça-feira, com um quadro muito grave de insuficiência renal e não resistiu.

Em Manaus, nos primeiros anos da Federação Amazonense de Futebol (FAF), Armando Marques apitou um jogo pelo Campeonato Amazonense. O jogo era entre Nacional x São Raimundo, na Colina, no dia 4 de setembro de 1968, com o resultado de 1 a 1. Zezé para o Nacional e Airton, para o São Raimundo, com o público de 10.538 pagantes.

Nacional: Marialvo, Pedro Hamilton, Jonas, Berto e Téo; Mário Motorzinho e Rolinha; Zezé, Rangel, Pretinho e Almir.

São Raimundo: Valdir Melo, Hamilton, Valdir Santos e Zézinho; Jaime Basílio (Santos) e Itagiba (Melo); Augusto, Aírton, Santarém e Amiraldo.

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Mais que o triplo de gols sofridos diante da Alemanha, ‘xará’ do Brasil conseguiu atingir a histórica marca em 1922, no Campeonato Amazonense, diante do Nacional

O 7 a 1 aplicado pela Alemanha marcou a maior goleada que a seleção brasileira sofreu em toda a sua história. Em outras circunstâncias e com menos pompa, outro Brasil já foi muito mais maltratado dentro de campo.  No Campeonato Amazonense de 1922, o – já extinto – Brasil Sport perdeu de 24 a 0 para o Nacional. O placar é maior que o triplo de gols assinalados no massacre germânico.

O Brasil, de Manaus, teve existência efêmera e participou apenas dos Campeonatos Amazonenses de 1918, 1921 e 1922. A goleada, pelo visto, traumatizou o xará, que jamais voltou a disputar o estadual.

À época, cada tempo de jogo tinha 40 minutos. Com 10 minutos a menos que o tradicional, o jogo entre Nacional e Brasil conseguiu chegar à absurda marca de 2,6 minutos para cada gol. Sendo assim, os 6,43 minutos de apagão, que resultaram em quatro gols alemães, soam melhor?

Nos registros escassos do futebol amazonense, é difícil encontrar dados mais precisos da partida como, por exemplo, os autores dos gols. Quem recuperou a memória do jogo foi o site Baú Velho, do saudoso jornalista Carlos Zamith, um dos maiores historiadores do esporte baré. Os dados expostos pelo site indicam que as informações foram confirmadas na edição 6.607 do Jornal do Comércio, publicado no dia seguinte à partida história.

Título dividido

A goleada sofrida pelo Brasil é a maior já registrada no futebol brasileiro, mas pouco conhecida. O mesmo resultado é reconhecido pelo histórico jogo entre Botafogo e Sport Club Mangueira, no Campeonato Carioca de 1909.


Texto de Isabella Pina. Surrupiado do site G1 – Globo Esporte.

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Nacional 24 x 0 Brasil Sport foi uma partida de futebol realizada no dia 24 de setembro de 1922, e válida pelo Campenonato Amazonense daquele ano, entre o Nacional Football Club (nome do time na época) e o Brasil Sport, participante dos campeonatos de 1918, 1921 e 1922, que é notória por ser a partida de maior goleada na história do futebol no Brasil e a 3ª maior do mundo.

Na época, os tempos dos jogos tinham cinco minutos a menos, ou seja, 40 minutos por tempo, resultando assim em uma média de 2,6 minutos para cada gol. Faziam parte do time do Nacional que consagrou-se campeão da temporada de 1922, os jogadores Fernandes, Antoniano, Rodolpho Gonçalves, Pequenino, Eduardo Cangalhas, Orlando, Paulo Melo, Dantas, Parimé, Marcolino, Leonardo e Vigico.

Este placar igualou-se ao jogo do Botafogo contra o Sport Club Mangueira que também foi 24×0, no campeonato carioca, em 30 de maio de 1909, no campo da Rua Voluntários da Pátria. Na goleada do Botafogo, Gilbert Hime assinalou 9 gols e foi recordista do Brasil em gols num único jogo até 1976, quando Dadá Maravilha apontou dez no jogo Sport 14 x 0 Santo Amaro, pelo Campeonato Pernambucano.

Informações do Jornal do Commércio, edição número 6.607, do dia posterior ao evento.

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O estádio Carlos Zamith, localizado no bairro Coroado, Zona Leste de Manaus, recebeu a primeira partida oficial de futebol na tarde deste domingo (6). A partida válida pelo campeonato amazonense de juniores marcou a abertura da obra que foi uma das exigências da Fifa para a realização da Copa do Mundo em Manaus.

Foi sem todo o estardalhaço da inauguração da Arena da Amazônia, ocorrida em abril deste ano. Ou mesmo sem a simpatia e o brilho da reabertura do estádio Isamel Benigno, a Colina, que aconteceu  na última quinta-feira (3). Mas, finalmente a bola rolou no Zamithão, como está sendo chamado o mais novo estádio de Manaus.

Rio-Nal cancelado

Marcado para receber o clássico entre Rio Negro e Nacional, também com equipes sub-20, no dia 24 de maio deste ano, o evento teve de ser suspenso por exigência da Fifa. A organizadora da Copa proibiu o uso do gramado para partidas de futebol. A última tentativa de abertura do estádio ocorreu na manhã de sábado (5), mas o gramado não estava demarcado e a partida foi adiada para o domingo (6). 

A eternização em dois atos

Quem teve seu nome eternizado como o primeiro artilheiro a marcar no novo estádio foi o camisa 11 do Manaus FC , Huendel. Logo aos 13 minutos da etapa inicial. Porém, o atacante também protagonizou o vexame de ser o primeiro atleta a ser expulso do gramado do novo estádio. Ainda assim o “Gavião do Norte”, apelido do Manaus FC, saiu com a vitória por 2 a 1.

Estádio novo, velhos defeitos

O jogo foi marcado por confusões, dentro e fora de campo. Os atletas de ambas as equipes tiveram de mudar o uniforme à beira do gramado, já que os vestiários não estavam liberados. Além disso, os jogadores das duas equipes parecem seguir os mesmo maus hábitos da categoria profissional: empurra empurra e xingamentos para todos os gostos foi a tônica do confronto entre os “meninos”.

Princesa usará o local para treinos

O Centro Oficial de Treinamento para a Copa (COT), não recebeu nenhuma seleção internacional em seu gramado. Porém, o Tubarão promete fazer bom uso do local a partir desta semana. O Princesa do Solimões, equipe de Manacapuru (distante 68 quilômetros de Manaus), usará o local para treinamento. O time do técnico Charles Guerreiro estreará na Série D do Brasilerão no próximo dia 20 de julho, contra o Santos do Amapá.

Matéria publicada originalmente no site A Crítica.

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Nesta quinta-feira, às 18h enfim os portões do Estádio Ismael Benigno – A colina, serão reabertos, e o clássico coliniense entre São Raimundo e Sul América conhecido também como Galo Preto será o primeiro jogo no novo estádio. A partida que terá ídolos dos dois clubes em campo. Para a partida que marca a reinauguração do estádio, programada para às 20h30, os 8 mil ingressos disponibilizados para o público foi trocado por 1kg de alimento não perecível.

DO FUNDO DO BAÚ

Não há como negar que todo o patrimônio do São Raimundo Esporte Clube foi construído por Ismael Benigno, durante sua administração, sempre aclamado por mais de duas décadas. O São Raimundo muito deve a Ismael Benigno. Hoje, mais do que justo, o Estadio da Colina tem ofcializado o seu nome. A cada melhoramento, a data era comemorada.

  • 18 de novembro de 1952 – jogo de futebol no atual campo (que ainda não estava murado) com um time da Serraria Hore;
  • 19 de fevereiro de 1961 – inauguração da arquibancada coberta do estádio, com a participação do Sport Clube do Recife.
  • 5 de abril de 1964 – inauguração do alambrado e dos dois túneis com o jogo entre São Raimundo 3 x 1 Nacional.
  • 31 de julho de 1977 – grande reforma do estádio na administração municipal do Prefeito Cel. Jorge Teixeira, homenageado com um Torneio que levava o seu nome.
  • 3 de julho de 2014 – a segunda grande reforma foi avaliada pelo Governo do Estado em 21 milhões, com capacidade para 11.400 espectadores, traz estacionamento exclusivo para 200 veículos, além de acesso exclusivo para jogadores e imprensa.

Na foto acima, Ismael Benigno ao lado do prefeito Cel. Jorge Teixeira, dando o ponta-pé inicial do Torneio Jorge Teixeira, responsável pela ampla recuperação do estádio da Colina. De chapéu, o dirigente Pedrinho Sena e seu filho Raimundo Sena, este principal articular, junto ao Prefeito, para as obras que se faziam necessárias.. Ainda podemos ver, os árbitros José Diniz e Odílio Mendonça, e no fundo, os cronistas Ernesto Guerra e Flávio Seabra.

Durante muitos anos tornei-me um colaborador do São Raimundo em razão da amizade que sustentava com muito respeito ao cidadão Ismael Benigno, pelo seu caráter, humildade e acima de tudo, pelas atitudes sempre em direção a honestidade e ao time de seu coração, o São Raimundo Esporte Clube. Fazia o intermediário entre clube e imprensa. As movimentações diárias do time de futebol ou eventos sociais transmitia aos coleguinhas das rádios e dos jornais para a respectiva divulgação.

NACIONAL – CAMPEÃO DE 1977

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Manaus E.C e Manaus F.C duelam pela segunda rodada do returno do Campeonato Amazonense de Futebol Júnior. Confronto será neste sábado pela manhã

O estádio Carlos Zamith (CT do Coroado), na Zona Leste de Manaus, finalmente vai receber a primeira partida oficial desde que foi construído para a Copa do Mundo – mas que ficou de legado para o futebol local. Neste sábado, Manaus Esporte Clube e Manaus Futebol Clube entrarão em campo pela 2ª rodada do returno do Campeonato Amazonense de Futebol Júnior, às 9h30 (horário local).

Essa é a segunda vez que marcam uma partida oficial para o estádio Carlos Zamith. Antes da Copa do Mundo, no dia 24 de maio, o clássico Rio-Nal – válido pela 1ª rodada da mesma competição – teve de ser adiado e remarcado para outro local. Na época, o espaço já havia sido entregue a Fifa, o que impossibilitou qualquer atividade no espaço.

Se por um lado o estádio não recebeu uma partida inaugural, por outro, a inauguração formal já foi realizada. O ato simbólico foi feito pelo governador do Amazonas, José Melo, no dia 29 de maio.

Além do CT do Coroado, a Copa em Manaus teve outro estádio como centro de treinamento, o estádio Ismael Benigno (Colina). O local, que foi reconstruído para receber as seleções que passaram por Manaus na Copa do Mundo, será reinaugurado dois dias antes, na quinta feira. Na oportunidade, São Raimundo e Sul América fazem o clássico Galo Preto para cerca de oito mil espectadores.

RODADA DO AMAZONENSE JÚNIOR

Além do duelo entre Manaus E.C e Manaus F.C, mais dois jogos pela 2ª rodada da competição ocorrem neste sábado. No estádio Álvaro Maranhão, em Iranduba (a 22km de Manaus), Asa e Nacional se enfrentam às 10h. Fechando essa fase, Tarumã e Rio Negro, líder e vice-líder do 2º turno, respectivamente, se enfrentam no Sesi, às 15h.

 

* Por Gabriel Mansur (com supervisão de Silvio Lima).

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22
jun

Zézinho – artilheiro 5 estrelas

 Publicado por Carlyle em Astros do futebol

Revelado pelo Nacional, atuando desde as categorias de base, José Rodrigues Bastos Filho, (Zezinho Bastos), nascido em Manaus a 11 de novembro de 1955, jogou durante muito tempo em Portugal onde ganhou algum dinheiro que empregou em compra de imóvel em Manaus.

Zezinho Bastos começou na Escolinha do Nacional que era treinado pelo Moisés, um cidadão muito dedicado ao clube quando ainda funcionava na Rua Saldanha Marinho. Depois da Escolinha, Zezinho foi guindado ao juvenil treinado por Alfredo Barbosa até chegar a titular, em 1975.

No ano seguinte, 1976, após três jogos como titular, foi emprestado a Associação Atlética Rodoviária.

Na estréia com a nova camisa, logo campeão do Torneio Início e com boa passagem no campeonato, chegando a ser o segundo melhor artilheiro da competição, ao lado de Bibi, do Nacional, com 13 gols, em 24 jogos.

O primeiro foi o mineiro Lívio, do Rio Negro, com 22 gols.

CAMPEÃO

Terminado o empréstimo, voltou ao Nacional jogando com destaque, sagrando-se campeão estadual de 1977, na decisão contra o Fast e principal artilheiro do campeonato com 17 gols.

Time campeão na decisiva venceu por 1×0, jogo apitado pelo paulista José Assis Aragão, formando com Amauri, Maurício, Djalma, Paulo Galvão e Ely; Mário Geraldo e Stélio; Dudu, Netinho, Zezinho e Nilson.

No campeonato no qual foi artilheiro
Zezinho marcou cinco gols numa só partida

NACIONAL 7 x 0 LIBERMORRO

Data: 14/8/1977

Local: Estádio Ismael Benigno

Árbitro: Lecílio Estrela

Gols: Zézinho, aos 10, 17 e 43 do primeiro tempo, e depois, aos 18 e 20 do segundo tempo. Os outros dois gols completando a goleada do Naça foram marcados por Stelio (aos 26) e Aluízio (aos 43), ambos também no segundo tempo.

NACIONAL: Amaury Santana Djalma (Cleuson), Paulo Galvão e Antônio Carlos; Mário Geraldo, Stelio e Zezinho (Armando); Dudu, Aluisio e Nilson.

LIBERMORRO:  Gilmar, Santos (Enedino), Pereira, Chicão e Alves; Amaro Adamastor e Charuto; Didinho Roberto Branco, Roberto Preto e Haroldo.

Depois de fazer sucesso com a camisa do Nacional Futebol Clube, Zezinho Bastos foi brilhar na Europa. No segundo semestre de 1978, o centroavante passou a defender a camisa do Montijo. E, em terras lusas, ele encontrou uma estrutura e um estilo de futebol diferentes daquele que ele estava acostumado.

- “Já naquela época, todos os times de Portugal tinham um estádio próprio para treinar. Lá, no início da temporada, nós já sabíamos quem iríamos enfrentar e todas as datas dos confrontos”, relembrou Zezinho.

Ainda segundo Zezinho, a disciplina e a organização sempre estiveram presentes no futebol português.

“Sim, o futebol de Portugal sem dúvida é um dos mais organizados do planeta. Eles não cancelam jogo por qualquer motivo, é preciso acontecer algo muito sério para que uma partida seja transferida para outra data”, comentou.

Foi contratado por três anos pelo Braga em 1980, que o emprestou ao Desportivo Chaves, passou ainda pelo Évora, Lusitano e em 1985, voltou ao Nacional, trabalhando como supervisor e até 1997, como auxiliar parando a seguir.

É proprietário da Serralheria JK, no bairro de São Geraldo, casado com Dona Kate e tem uma filha muito querida, Thays.

Zezinho não deixou de lado o futebol. Hoje, é comentarista da Rádio Difusora e da TV Cultura, fazendo parte do programa que vai ao ar às segundas-feiras, “No Mundo da Bola”, comandado pelo mestre Valdir Correa e participações de Ronaldo Cuesta e do Bom Baiano.

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Por questões contratuais com a Fifa, o governo cancelou a partida entre Nacional x Rio Negro, pelo Campeonato Estadual de Juniores, que estava marcada para este sábado.

Manaus – O governador do Amazonas, José Melo, fez, na manhã deste sábado (24), a entrega simbólica do Estádio Carlos Zamith, no bairro Coroado, zona leste. Por questões contratuais com a Fifa, o governo cancelou a partida entre Nacional x Rio Negro, pelo Campeonato Estadual de Juniores que deveria acontecer na noite deste sábado, no Carlos Zamith.

Construído para ser um dos Campos Oficiais de Treinamento (COT) para as seleções que irão disputar a Copa do Mundo 2014 em Manaus, o estádio tem capacidade para 5 mil pessoas. A obra custou cerca de R$ 15 milhões e, segundo o governador, ficará como um dos legados da Copa para o futebol local.

“Essa, sim, é uma herança importante da Copa, olhando a nossa juventude. Aqui pode ser a usina formadora daquilo que a gente sonha para o futebol amazonense. Aqui, vamos poder treinar os jovens talentos que vão formar os times principais”, observou o governador.

Melo ressalta que, junto com o Estádio da Colina, no São Raimundo, zona oeste, que foi reconstruído também para servir de COT, o estádio do Coroado será utilizado para as partidas de futebol do Campeonato Amazonense, com público pequeno, que não poderão ser disputadas na Arena da Amazônia, onde os custos operacionais são mais altos.

O estádio Carlos Zamith será integrado à estrutura da Fundação Vila Olímpica, que segundo o governador, assim como a Secretaria Estadual de Juventude Esporte e Lazer (Sejel), passa a ser comandada por técnicos.

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Menos de 24 horas após anunciar a inauguração do Centro de Treinamento do Coroado, estádio Carlos Zamith, o Governo do Estado do Amazonas voltou atrás e cancelou a partida de abertura do estádio, que seria realizada entre Rio Negro e Nacional neste sábado, às 19 horas. O mesmo serve para o estádio Ismael Benigno, a Colina, que receberia o clássico entre  São Raimundo e Sul América no próximo dia 31.

Os dois locais serão Campos Oficiais de Treinamento (COT) das Seleções que irão disputar a Copa do Mundo 2014 em Manaus, e como o prazo estipulado pela Fifa para a realização de um evento-teste expirou a solução adotada foi a de não mais realizar as partidas.

Confira abaixo, na íntegra, a nota do Governo do Amazonas

”O Governo do Amazonas informa que a partida entre as equipes de juniores de Nacional x Rio Negro, marcada para as 19h deste sábado, dia 24 de maio, está cancelada. O local do jogo, que seria o estádio Carlos Zamith, no bairro Coroado, na zona leste, é um dos Campos Oficiais de Treinamento (COT) das Seleções que irão disputar a Copa do Mundo 2014 em Manaus. Como a data escolhida ultrapassa o prazo estipulado em contrato pela FIFA para jogos testes nos estádios e campos de treinamento da Copa, o Governo do Amazonas decidiu não mais realizar os eventos de inauguração. A decisão também vale para o Estádio Ismael Benigno (Colina), que tinha a previsão de inaugurar dia 31 de maio”.

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23
mai

Álvaro Zamith, o primeiro presidente da CBF

 Publicado por Carlyle Zamith em Astros do futebol

Álvaro Zamith, o primeiro presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), antiga CBD, órgão dirigente máximo do futebol no Brasil que é responsável pela organização de campeonatos de alcance nacional, como o Campeonato Brasileiro das séries A, B, C e D, além da Copa do Brasil.

A primeira entidade nacional de futebol surgiu em 8 de junho de 1914, com a criação da FBS (Federação Brasileira de Sports), o primeiro jogo da Seleção Brasileira de Futebol aconteceu em 21 de julho de 1914, contra o Exeter City da Inglaterra.

Dois anos depois, em 5 de dezembro de 1916, ela mudou o nome para Confederação Brasileira de Desportos (CBD), apesar de ter se filiado a FIFA apenas em 1923.

A CBD passou a se chamar CBF, em 24 de setembro de 1979, com um decreto da FIFA de que todas as entidades nacionais de futebol deveriam ser apenas para aquele esporte, o que não era o caso da CBD, que comandava todos os esportes na época. Mesmo assim, é bom deixar claro que a FBS, a CBD e a CBF são a mesma instituição.

ÁLVARO ZAMITH E A UNIFICAÇÃO DA ENTIDADE

Em 1916, após um grande impasse, já que, o Brasil possuía duas ligas, a FBS (Federação Brasileira de Sports) e a FBF (Federação Brasileira de Futebol) foi realizada uma reunião na residência de Álvaro Zamith, na tarde do dia 19 de junho de 1916, para uma discussão e entendimento entre as partes.

Lá estavam, Álvaro Zamith, presidente da FBS, Mário Sérgio Cardim, presidente da FBF, Joaquim Antônio de Souza Ribeiro, presidente da LMSA (Liga Metropolitana de Sports Atléticos) e o Lauro Müller, na época ministro das Relações Exteriores.

Muller que fora fundamental para a realização do encontro, pois, sem uma solução para o impasse criado pela rivalidade das duas entidades, tomou a iniciativa de intervir e apaziguar a situação.

Tudo isso porque naquele ano, a Argentina resolveu promover o primeiro Campeonato Sul-Americano de Futebol e o presidente da AAF (Associação Argentina de Futebol), Adolpho Orma, passou a viver um dilema quanto a quem representaria o Brasil na competição.

Mas para o conforto de todos, na tarde de 21 de junho de 1916, foi assinado o acordo entre as entidades, causando a extinção da FBS e da FBF e assim nasceu a CBD.

Presidentes da CBF (e suas antecessoras)

  1. Álvaro Zamith (20/11/1915 a 4/11/1916)
  2. Arnaldo Guinle (4/11/1916 a 8/1/1920)
  3. Ariovisto de Almeida Rego (8/1/1920 a 16/4/1921)
  4. José Eduardo Soares (16/4/1921 a 26/1/1922)
  5. Oswaldo Gomes (26/1/1922 a 16/1/1924)
  6. Wladimir Bernardes (26/6/1924 a 19/12/1924)
  7. Oscar Rodrigues da Costa (19/12/1924 a 13/10/1927)
  8. Renato Pacheco (13/10/1927 a 23/9/1933)
  9. Álvaro Catão (23/9/1933 a 5/9/1936)
  10. Luiz Aranha (5/9/1936 a 28/1/1943)
  11. Rivadávia Correa Meyer (28/1/1943 a 14/1/1955)
  12. Sylvio Correa de Pacheco (14/1/1955 a 14/1/1958)
  13. João Havelange (14/1/1958 a 10/1/1975)
  14. Heleno Nunes (10/1/1975 a 18/1/1980)
  15. Giulite Coutinho (18/1/1980 a 17/1/1986)
  16. Octávio Pinto Guimarães (17/1/1986 a 16/1/1989)
  17. Ricardo Teixeira (16/1/1989 a 12/3/2012)
  18. José Maria Main (13/3/2012 até o momento)

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Um dos Centros Oficiais de Treinamento da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™, o Estádio Municipal Carlos Zamith, localizado na alameda Cosme Ferreira, Coroado 2, Zona Leste, está com 97% das obras concluídas. Previsto para ser entregue no dia 15 de maio, o espaço passa pelos últimos ajustes antes da inauguração.

A engenheira Larissa Cunha, responsável pela obra, disse que os trabalhos estão acelerados para que o prazo estabelecido seja cumprido. “As obras chegaram a 97% de conclusão com o gramado já colocado e atendendo a todos os padrões exigidos para os locais de treinamento, com estrutura de alvenaria completa, faltando apenas a parte de arremate, acabamento, pintura, colocação de louças, além de outros detalhes para a finalização da obra”.

Segundo o chefe da divisão de esportes da Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Lazer (Semjel), Thiago Durante, após a realização da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™, o CT deverá ser integrado ao complexo da minivila olímpica, que atualmente passa por reforma.

“O estádio municipal será mais uma alternativa para o futebol amazonense, abrigando jogos do Campeonato Amazonense, tanto dos profissionais quanto da categoria de base, jogos da Copa dos Bairros, além de atender demandas da comunidade,” ressaltou.

Com investimento da ordem de R$ 14,7 milhões, as obras começaram no dia 5 de agosto de 2013, por meio de uma parceria firmada entre a Prefeitura de Manaus, que cedeu o terreno para que o governo do Amazonas executasse o serviço.

O Centro de Treinamento do Coroado (CT do Coroado) terá três lanchonetes, dois vestiários completos, duas salas de imprensa, uma cabine de transmissão, salas de administração, seis banheiros para o público, três lanchonetes, além da capacidade para receber um público de cerca de cinco mil pessoas.

Homenagem

Considerado o maior historiador do futebol amazonense, o jornalista Carlos Zamith morreu no dia 27 de julho de 2013, aos 87 anos. O livro ’Baú Velho’ é uma de suas maiores obras para o esporte local.

Matéria publicada originalmente no Diário do Amazonas

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Santos Futebol Clube manauara fechou as portas há mais de 50 anos e venceu o Amazonense de 58. Obscuro, time é pouco conhecido por moradores do próprio bairro

Por Lincoln Chaves

O jornalista Carlos Zamith, falecido no ano passado, dedicou boa parte de sua vida à pesquisa sobre o futebol do Amazonas. O acervo, agora, é responsabilidade do analista de sistemas Carlyle Zamith, um dos três filhos de Carlos. E em meio a textos e fotos do rico material dos Zamith há um Santos Futebol Clube. Não o de Pelé – que, nesta quinta-feira, às 21h50 (de Brasília), pega o Princesa do Solimões na Arena da Amazônia, pela Copa do Brasil – mas o Santos de Manaus.

O “xará” manauara do Alvinegro – que, na verdade, é azul e branco – foi extinto há 52 anos. Foram apenas 10 anos de atividade. Tempo suficiente para deixar o nome na história do futebol local com o título amazonense de 1958. Detalhe é que, mesmo com essa conquista, o Santos de Manaus é pouco conhecido na cidade, até por quem mora em Cachoeirinha, bairro da zona sul onde foi fundado, em 1952 – curiosamente, época em que o Peixe não tinha, nem de longe, a tradição de hoje.

A história do Santos foi contada por Carlos Zamith na coluna “Baú Velho” (que dá nome ao site com o acervo do jornalista), publicada no jornal “A Crítica”, de Manaus, em 14 de março de 1999. Fundado em 1º de maio de 1952 por “jovens desportistas” – e, dentre eles, torcedores do Alvinegro Praiano – o clube chegou à elite estadual em quatro anos.

Em 1958, após campanhas inexpressivas, o time azul e branco surpreendeu. Superou a concorrência dos tradicionais Fast, Nacional e São Raimundo, chegou à decisão e, com a vitória por 3 a 1 sobre o Guanabara, com gols de Pretinho, Silvino e Tucupi, o Santos se sagrou campeão pela primeira e única vez.

Dali em diante, a fonte secou. Segundo o historiador Francisco Carlos Bittencourt, o Santos vendeu seu principal jogador, o atacante Fabio Andrade, para quitar dívidas. Além disso, perdeu o técnico José Carlos Maranuá, que teria viajado ao Mato Grosso alegando que sua mãe estava doente para conversar com outros times – o presidente santista, Eugenio Ribeiro, descobriu que a mãe de Maranuá estava morta há tempos. Após seguidas campanhas ruins, a equipe acabou fechando as portas, em 1962.

- Apesar do pouco tempo (em atividade) e das dificuldades, a grande força de vontade dos fundadores ajudou o Santos a chegar aonde chegou. Apesar das semelhanças, nosso Santos tinha o azul na camisa. Era um charme especial também fora de campo. Sabia que não seria fácil, mas o Santos quis deixar o nome marcado na história do futebol do Amazonas. E conseguiu. Infelizmente, poucas pessoas têm interesse na manutenção desse legado. Memória é importante, sim – analisa Bittencourt.

Matéria publicada originalmente no site G1- Globo Esporte – Santos e Região.

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O atacante mineiro Cosme da Silva Campos, ou melhor Campos,  nasceu em Pedro Leopoldo/MG, em 21 de dezembro de 1952), Centroavante rápido, oportunista e ótimo cabeceador, Campos começou sua carreira no Atlético/MG e logo em seguida foi emprestado ao Nacional. Estreou oficialmente no Copão de 1972, entrando nos minutos finais do jogo Nacional x Vasco, disputado no Vivaldo Lima. O Vasco vencia por 3×0 e faltavam apenas quinze minutos para o término da partida quando o técnico Paulo Emílio determinou a sua entrada. Fez o único gol do Nacional, aos 43 minutos, e nunca mais saiu do time. Chegou a liderar a artilharia dessa competição, ganhando cartaz em todo o país. Foi o vice-artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1972, com 14 gols.

Na tarde do dia 25 de setembro de 1972, no estádio Vivaldo Lima, se enfrentavam Nacional x Corinthians, e Campos foi o grande heroí do jogo marcando 2 gols para o Naça, ambos no primeiro tempo, consolidando a vitória do Leão da Vila Municipal.

Ao retornar a Minas, já consagrado, tornou-se titular do Atlético Mineiro. Chegou à Seleção Brasileira em 1975, fazendo cinco jogos oficiais e marcando dois gols, mas desapareceu cedo, após perambular por inúmeros clubes. Foi um atleta que não soube segurar a sorte.

Em 1982, voltou ao Nacional, fez seis gols pela Taça de Ouro, mas já não era mais o mesmo. Depois de encerrar sua carreira no São José, em 1984, Campos voltou a residir em sua cidade natal, Pedro Leopoldo, em Minas Gerais, onde tem uma lavanderia em sociedade com sua irmã.

Aperte o PLAY abaixo e ouça na íntegra a entrevista do artilheiro Campos concedida ao radialista e comentarista esportivo da Rádio Difusora do Amazonas, Zezinho Bastos.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

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27
abr

Primeira visita ao Centro de Treinamento Carlos Zamith

 Publicado por Carlyle Zamith em Cotidiano

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Por Anderson Silva

Os Campos Oficiais de Treinamentos (COTs), Carlos Zamith, localizado no bairro Coroado, Zona Leste e Ismael Benigno, a Colina, no bairro Glória, Zona Oeste, entraram a fase final de conclusão. De acordo com a Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP/Copa) o CT Carlos Zamith será entregue no dia 15 de maio a Colina cinco dias depois. E o CRAQUE visitou as duas obras para mostrar para os leitores como é que tudo está ficando.

Situado na Alameda Cosme Ferreira, Zona Leste, o CT do Coroado recebeu o nome de Carlos Zamith, em homenagem ao jornalista esportivo amazonense criador do “Baú Velho”, série que conta a história do futebol local. Zamith morreu no ano passado.

Com capacidade para cinco mil pessoas, o estádio teve a obra iniciada no final do mês de agosto do ano passado. A 22 dias da data de entrega o local promete acomodar com toda qualidade as seleções da Itália, Inglaterra, Portugal, Estados Unidos, Suíça, Honduras, Croácia e Camarões.

99%

Com 99% das obras concluídas no Corado, a correria já deu espaço a um clima de tranqüilidade no local entre os trabalhadores. O gramado, que recebeu grama cultivada no município de Rio Preto da Eva (a 84 quilômetros de Manaus), recebe os cuidados finais e passa por um processo conhecido como top dressing – trabalho de mistura de areia com substratos para regularizar a superfície.

Ajustes finais

Praticamente finalizado, as arquibancadas, corrimãos e a cabine de imprensa ainda passam por uma pintura e alguns pequenos ajustes finais. “Na parte interna do estádio como o campo, arquibancada, banheiros e bares estão recebendo a parte de acabamento. Mais três dias finalizamos os trabalhos nessa área”, disse o engenheiro, Cássio Augusto.

Água

O estádio tem um total de seis banheiros para os torcedores. E se ainda falta água na Zona Leste, o problema não deve ocorrer dentro do novo estádio. Uma caixa d’água metálica com capacidade para 180 mil litros vau abastecer o complexo. “É um abastecimento independente. As áreas de irrigação do gramado e (brigada de) incêndio serão todas sanadas com a água da caixa”, destacou Cassio.

Lembranças do pai

O analista de sistemas, Carlyle Zamith, que é filho do criador do “Baú Velho”, e que deu continuidade ao trabalho do pai, fez ontem uma visita ao novo estádio que leva o nome do pai dele. Carlyle andou pelo gramado e lembrou com saudade do pai. “Esse nome (Carlos Zamith) deixa muita história no futebol. O nome no estádio vai eternizar gerações. No futuro quando não estivermos mais aqui, jovens irão perguntar quem foi Carlos Zamith. É muita emoção”, disse Carlyle, que afirma que aprovou a obra. “Está lindo. O estádio está muito bonito. Lindo”, disse emocionado.

Colina entra na reta final

O estádio Ismael Benigno, a Colina, também se encontra em fase final de obras com 97% de obras concluídas. A velha estrutura do estádio que passou anos interditada pelo Ministério Público (MP) deu lugar a um belo estádio.

Custo

A obra consumiu um total de R$ 21 milhões, dinheiro oriundo do Ministério do Esporte, e ainda vai receber iluminação semelhante a do estádio Carlos Zamith.

Detalhes

Nesta quarta-feira (23) os operários corriam com os detalhes finais da obra. Na parte interna os operários apenas soldam e realizam reparos nos corrimãos de acesso às arquibancadas. Com o “padrão Fifa”, o local vai ter salas para a imprensa, cabines, vestiários e terá capacidade para 11 mil torcedores. A área do estacionamento para 200 veículos ainda está sendo trabalhada.

Nova data

Depois de ter a inauguração adiada, o estádio da Colina ganhou uma nova data. Antes marcado para 12 de abril – com o clássico Galo Preto -, o estádio apenas será entregue no dia 20 do mês que vem, até então, sem uma partida oficial. A data foi anunciada pelo governador José Melo.

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23
abr

Carlos Zamith quase pronto!

 Publicado por Carlyle Zamith em Cotidiano, Eu sou o Baú Velho

O Estádio Carlos Zamith está quase pronto, faltando apenas a conclusão de 15% das obras. A expectativa é que tudo esteja pronto até a primeira semana de março.

Meu pai Carlos Zamith, foi um jornalista e apaixonado pelo futebol da sua terra. Aos nove anos de idade, assistiu com meu avô a sua primeira partida nos gramados e, a partir daí, começou a guardar na memória e cadernetas de anotações, todas as emoções vividas dos jogos nos estádios. Numa segunda-feira, dia 29 de julho de 2013, apenas dois dias após o seu falecimento, o governador Omar Aziz anunciou que o COT (Centro Oficial de Treinamento) do Coroado receberia o seu nome, estádio Carlos Zamith.

Pai querido, daqui há cem ou duzentos anos, quando eu, meus filhos e netos não estivermos mais aqui nesse chão, graças ao seu incansável trabalho de toda uma vida dedicada ao resgate da memória do futebol amazonense, seu nome através desse Estádio será e está eternizado, lembrado e pronunciado por muitas gerações que virão a conhecer-te. Nessa longa estrada que percorremos, onde o tempo transforma tudo em quase nada, suas memórias restarão… porque quase também é mais um detalhe.

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22
mar

O futebol em Manacapuru

 Publicado por Carlyle Zamith em Princesa do Solimões, Rio Negro

Princesa do Solimões e Fast fazem neste sábado (22), às 15h, em Manacapuru, a segunda partida da final da Taça Estado do Amazonas, que equivale ao 1º turno do Campeonato Amazonense. O campeão, além da taça, leva a vaga para a Copa do Brasil 2015, além de um lugar garantido na final do campeonato, que dá direito a disputar a Série D, e a Copa Verde 2015.

ESTÁDIO GILBERTO MESTRINHO

O “Gilbertão”, como é conhecido o estádio de futebol da cidade de Manacapuru (68 km da capital), tem as cores vermelho e branco, foi inaugurado no dia 09 de novembro de 1986, com a presença do governador Gilberto Mestrinho, e os prefeitos Amazonino Mendes (Manaus) e Paulo Freire (Manacapuru). Sua capacidade é de 15 mil pessoas. O nome do estádio é uma homenagem ao ex-governador Gilberto Mestrinho. A obra custou na época 35 milhões de Cruzados. Exercem o mando e campo neste estádio as duas equipes de futebol profissional de Manacapuru: Princesa do Solimões Esporte Clube e Operário Esporte Clube.

O jogo de inauguração aconteceu entre as equipes do Nacional e a Seleção de Manacapuru.

1986 – NACIONAL 1 x 1 SELEÇÃO DE MANACAPURU

LOCAL: Estádio Olímpico Municipal Gilberto Mestrinho, em 9 de novembro de 1986.

ÁRBITRO: Raimundo Nonato (AM), auxiliado por Olário Azevedo e Augusto Carneiro.

NACIONAL: Ronaldo (Edson Cimento), China (Marinho), Murica (Marduck), Galvão, Clóvis, Sergio Duarte (Tojal), Helinho, Gilson, Bendelack (Camarão)  Luizinho (Raulino) e Jasson (Ricardo); Técnico Aderbal Lana.

SELEÇÃO DE MANACAPURU: Ginha, Betinho, Piranha, Marquinho (Almir), Paulo, Rildo, Evandro, Wellington, Gato, Carlinhos (Toca) e Paçoca; Técnico Francisco Bezerra.

GOLS: Helinho aos 39 minutos da etapa incial e Rildo de pênalti no segundo tempo.

PRINCESA DO SOLIMÕES – A ESTRÉIA EM 1987

Princesa do Solimões foi fundado no dia 18 de agosto de 1971, mas a estréia no campeonato profissional só veio acontecer no dia 22 de fevereiro de 1987, em Manacapuru, perante 2.409 pagantes, contra o Rio Negro que venceu por 3 a 2, em jogo apitado por José Diniz. Se não foi uma boa estréia, pelo menos a exibição agradou aos seus torcedores. Paçoca marcou os dois do Princesa, sendo um de penal. Tonho (2) e Rildo, para o Rio Negro.

PRINCESA (time de estréia): Guinha, Dinho, Paulo, Evandro e Magela; Paçoca, Alcimar e Marquinhos (Gato); Rildo, Wellington e Tota (Betinho). Técnico: Paulo Leal.

RIO NEGRO: Luís Roberto, Paulo Verdan, Marcão, Paulo Galvão e Luís Florêncio. Kleber, Fernandinho (Tonho) e João Francisco; Curió, Jason e Rildo.

CONQUISTAS DO PRINCESA

O Princesa estreou no campeonato profissional amazonense em 1987, seguindo o caminho do Penarol, de Itacoatiara, e do Olaria, de Humaitá, que eram até então os únicos clubes do interior do estado a participar da competição. O Princesa não participou da competição oficial nos seguintes anos: 1992, 1993, 1994, 1999, 2000 e 2003.

  • Campeão do Campeonato Amazonense em 2013;
  • O Princesa foi vice-campeão amazonense em 1995 quando empatou em 0 x 0 contra o Nacional, no Estádio do SESI completamente lotado. Em 1997, novamente um vice-campeonato desta vez contra o São Raimundo;
  • Campeão da Taça Estado do Amazonas em 1995, 1997 e 2013, e a vice-liderança em 2012;
  • Campeão do Torneio Inicio, da ACLEA, em 1997 e 2007.
  • Em 1989, o Princesa disputou seu único torneio nacional, o Campeonato Brasileiro de Futebol (série B). Não foi bem, ficando em sexto no seu grupo, mas venceu o Mixto de Mato Grosso e o Dom Bosco.

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20
mar

Um gesto que vale mais que mil palavras

 Publicado por Carlyle Zamith em Cotidiano

Ex-jogador de 83 anos sofria de Mal de Alzheimer e estava internado desde quarta-feira em São Paulo.

Na nublada tarde de 29 de junho de 1958, em Estocolmo, Hideraldo Luiz Bellini, capitão da seleção brasileira, eternizou o gesto de erguer a taça de campeão após a conquista do primeiro título mundial do Brasil. A pequena Jules Rimet, de apenas 30 centímetros de altura e quatro quilos, foi levantada sobre sua cabeça com a mesma determinação em que defendeu seus clubes.

Um gesto que vale mais que mil palavras é um velho ditado, sem autoria conhecida, mas que coube a uma pessoa validar seu significado. Este cara é o Bellini.

Jamais na história do mundo, um simples levantar braços teria tanto significado. Humildemente, o nosso Capitão, assim o fez apenas para que os jornalistas presentes em campo sueco pudessem ver a taça… mas não é verdade.

Estava marcado que caberia a ele, ser o dono do maior gesto de vitória no futebol mundial. Até então o “Pegar a Taça”, acabou virando no “Levantar a Taça”. Mesmo quando sequer uma Taça era colocada em disputa.

Quanta diferença!

Muitos tiveram a chance de fazer isto antes dele. Todos querem ter o privilégio de repetir o gesto, depois dele. Se a contagem dos anos se divide em AC (antes de Cristo) e DC (depois de Cristo). A glória do futebol, em seu maior momento, se divide em AB (antes de Bellini) e DB (depois de Bellini). Pois é, o Céu terá o maior capitão de todos os tempos.

Após 83 anos, Hideraldo Luís Bellini foi chamado para o andar de cima.

Texto de José Renato Santiago

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15
mar

Fast é campeão da Taça Amazonas de 1971

 Publicado por Carlyle Zamith em Fast

Logo mais, às 16 horas, na Arena da Amazônia, acontecerá o primeiro jogo da Taça Estado do Amazonas, com o confronto entre Fast e Princesa do Solimões. Após realizarem grandes campanhas, durante a primeira fase, onde os dois ocuparam o Grupo A, os clubes passaram também pelas semifinais e agora, voltam a medir forças pelo primeiro jogo da decisão.

Mas enquanto o jogo não acontece, vamos relembrar a temporada de 1971 que começou no início do ano com a Taça Amazonas, uma competição disputada em apenas um turno. Era uma espécie de “aperitivo” do Campeonato. Servia para as equipes testarem seus novos contratados.

1971 – FAST 2 x 0 NACIONAL

O Fast foi o campeão antecipado e invicto com apenas dois empates, ao derrotar o Nacional no seu último compromisso.

LOCAL: Parque Amazonense, em 09 de maio de 1971, com um público pagante de 10.066.

ÁRBITRO: Walquir Pimentel (FCF).

FAST: Na foto, Marialvo, Antônio Piola (Formiga), Casemiro, Zequinha Piola e Pompeu; Zezinho e Holanda (Hélito); Mano, Afonso, Edson Piola e Adinamar.

NACIONAL: Iane, Maravilha, Aveiros, Valdomiro e Eraldo; Mário Motorzinho e Tarciso; Julião, Hércules, Pretinho e Rolinha (Zé Eduardo).

GOLS: Afonso e Adinamar

COLOCAÇÃO:

FAST (campeão) 02 pp
Rio Negro e Nacional 04 pp
Rodoviária 06 pp
São raimundo 06 pp
América 10 pp
Olípico 11 pp
Sul América 13 pp

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9
mar

Os confrontos entre Nacional e Remo, em Manaus

 Publicado por Carlyle Zamith em Nacional

O Nacional Futebol Clube e o Clube do Remo, os dois Leões do Norte, duelaram na noite deste domingo (9), na inauguração da Arena da Amazônia, antigo Vivaldo Lima. O time do Pará empatou com o Naça por 2 x2 em um jogo tomado pela emoção do público. Mas desde quando começaram esses confrontos e quais foram os resultados? É isso o que nós vamos ver agora…

Era comum em finais de campeonatos, clubes do Pará organizarem temporadas em nossos gramados, sempre com bom resultado financeiro em razão da grande rivalidade existente entre os dois Estados.

1947 – REMO 1 x 0 NACIONAL

Em 1947, o Clube do Remo veio a Manaus para uma temporada de três jogos amistosos e saiu daqui invicto, marcando no total dez gols contra os adversários que foram o Tijuca, Fast e o Nacional.

LOCAL: Parque Amazonense, em 7 de dezembro de 1947. Juiz: Tenente Pedro Barbosa (AM).

NACIONAL: Mota, Vicente (Caçador) e Darcy; Mariozinho, Caveira e Trinta e Um; Oliveira, Paulo Onety, Marcos Gonçalves (Ariosto), Raspada e Enéas (Eliseu), posteriormente Júlio.

REMO: Veliz, Expedito e Isam; Modesto, Tião (Quiba) e Vicente (Cunha); Itaguary, Geju, Palito, Dilermando e Boró.

GOL: Geju, aos 23 do primeiro tempo.

NOTA DO BAÚ: Caçador pertencia ao Olimpico e Darcy ao Tijuca.

 

1958 – REMO 4 x 1 NACIONAL

No final de 1958, o Clube do Remo fez uma temporada amistosa de dois jogos, contra o Nacional e o Auto Esporte.

LOCAL: Parque Amazonense, em 7 de novembro de 1958. Juiz: Antonio Ramos (AM).

NACIONAL:  Pedro Brasil (Sandoval), Martins e Sampaio; Toscano, Agostinho e Boanerges (Said); Assis (Adamor),Dada (Pratinha), Lacinha, Zizico e Said (Boanerges).

REMO: Smith, Diniz e China; Izaias, Baiano e Emanuel; Jacó, Rodrigues, Quinha, Olinto II e Dedeco.

GOLS: Rodrigues 2, Quinha e Jacó (Remo), todos no primeiro tempo. Dadá, de penalti para o nacional no tempo final.

NOTA DO BAÚ: Os jogadores do Remo, Jacó e Quinha eram do futebol amazonense. Jogavam pelo Olimpico quando foram contratados pelo time paraense.

 

1959 – NACIONAL 2 x 0 REMO

Para inaugurar os melhoramentos no campo do Parque Amazonense, com a construção das cabines para a imprensa (não o Pavilhão Gilberto Mestrinho) e prolongamento da parte da geral, no sentido Beco do Macêdo, a FADA trouxe o Clube do Remo para dois amistosos. O primeiro jogo ocorreu contra o Auto Esporte, na sexta-feira de primeiro de maio, feriado nacional e o outro dois dias depois.

LOCAL: Parque Amazonense, em 3 de maio de 1959. Árbitro: Álvaro Maranhão (AM).

NACIONAL: Jorge Baleia, Jayme Costa e Sampaio; Martins (Mário China), Agostinho (Jayme Basilio) e Boarnerges (Gurgel); Tucupi, Pratinha, Lacinha (Pretinho), Motal (Adamor) e Assis (Said).

REMO: Smith (Piedade), Ribeiro e Zé Ferreira (Pedro Buna); Mangaba, Socó e Baiano (Sidney Queiroz); Câmarfa, Jacó (Izaias), J. Alves (Olinto), Zezinho e Dudinha.

GOLS: Lacinha e Assis, ambos no primeiro tempo.

 

1960 – REMO 3 x 1 NACIONAL

Três jogos amistosos disputou o Clube do Remo em 1960 e obteve três vitórias, além no Naça, contra o Auto Esporte e o Rio Negro com o total de 11 gols contra 3.

LOCAL: Parque Amazonense, em 4 de junho de 1960. Juiz: Álvaro Maranhão (AM).

NACIONAL: Tongato (Pedro Brasil), Martins e Sampaio, Guimarães (Ruy), Jaime Basilio  e Boanerges; Assis, Adamor (Baixote), Motal, Ribas (Jonas) e Caíca.

REMO: Piedade (Edgar), Olinto e Ribeiro; Izaias (Mangaba), Socó e Pedro Buna (Xavier); Jorge de Castro (Quinha), Valtinho (Japonês), Câmara, Sessenta e Quibinha.

GOLS: Quibinha, Câmara e Japonês (Remo) e Jonas (Nacional).

NOTA DO BAÚ: Boanerges foi expulso por jogo violento.

 

1965 – REMO 1 x 0 NACIONAL

Nacional na Taça Brasil.

LOCAL: No Parque Amazonense, em 18 de julho de 1965. Juiz: Fernando Andrade (PA).

NACIONAL: Marcos Marinho, Boanerges, Russo; Jaime Basílio e Reginaldo Penambucano; Sula e Dermilson; Fredoca, Hugo, Nandinho (Lacinha) e Pepeta.

REMO: Arlindo, Jorge Mendonça, Socó, Casemiro e Edílson; Assis e Walmir (Zé Luís); Zé Ilídio, Rangel, Zequinha e Neves.

GOL: Zequinha ainda no primeiro tempo.

 

1966 – REMO 5 x 2 NACIONAL

O Clube do Remo veio a Manaus duas vezes em 1966, num curto período de três meses e disputou quatro jogos. Foram duas vitorias (vs Nacional), uma derrota (vs Rio Negro) e um empate (vs combinado Fast e América).

LOCAL: Parque Amazonense, em 6 de julho de 1966. Árbitro: Dorval Guarda Medeiros (AM).

NACIONAL: Zé Carlos, Téo, Jonas (Russo), Sula e Normando; Chincha e Gadelha (Dermilson); Hugo (pretinha), Holanda, Pretinho e Pepeta.

REMO: Balbino, Ribeiro, Carvalho, Casemiro e Edilson; Zé Luís e Orivaldo (Assis); Zequinha, Pipico, Jurandir e Adinamar (Zezé).

GOLS: Para o Remo, Pipico fez 2, depois Zé Luís, Jurandir e Zequinha. Para o Nacional, Gadelha e Holanda, de penaliti.

NOTA DO BAÚ: O goleiro Zé Carlos fez sua estréia como titular do Nacional.

1966 – REMO 3 x 0 NACIONAL

LOCAL: Parque Amazonense, 18 de outubro de 1966. Juiz: Sebastião Silva (AM).

NACIONAL: Marck Clark, Téo (Armando), Jonas, Rato (Sula) e Normando; Chincha (Gadelha) e Dermilson; Pratinha, Holanda (Cândido), Pretinho (Luizinho) e Quisso.

REMO: Balbino, Ribeiro, Esteves, China e Edilson; Assis (Zé Luís) e Valter (Pipira); Nelio, Adilson (Rangel), Zezé e Jurandir (Afonso).

GOLS: Adilson aos 10, Assis aos 16 e Nelio, de penal, aos 30, todos no primeiro tempo.

NOTA DO BAÚ: Cândido foi emprestado ao Rio Negro.

 

1969 – NACIONAL 3 x 1 REMO

LOCAL: Parque Amazonense, em 20 de janeiro de 1969. Juiz: Carlos Costa (RJ).

NACIONAL: Marialvo, Pedro Hamilton, Sula, Berto e Téo; Mário Vieira e Rolinha; Pepeta, Lió, Jadir e Lula Zago.

REMO: François, China, Alemão, Zé Maria e Edílson; Íris e Paulista (Carlitinho); Zequinha, Amoroso, Robilota e Adinamar Abib.

GOLS: Pepeta, Lió e Zé Maria, contra, para o Nacional. Robilota para o Remo.

NOTA DO BAÚ: O Nacional disputou o Torneio Nordestão de 1969, contra o Clube do Remo em jogos de ida e volta. O campeão amazonense ganhou o primeiro em Manaus, mas perdeu duas vezes em Belém.

1976 – NACIONAL 1 x 0 REMO

LOCAL: Vivaldo Lima, em 19 de setembro de 1976. Público: 18.295.

NOTA DO BAÚ: Nacional na Copa Brasil de 1976. Nessa competição o número de participantes foi bem menor. Apenas oito com alguns jogos de volta e sem as grandes expressões do futebol brasileiro. A única exceção foi a presença do Corinthians.

 

1977 – REMO 2 x 0 NACIONAL

LOCAL: Vivaldo Lima, em 27 de novembro de 1977. Público: 23.241.

NOTA DO BAÚ: Nacional na Copa Brasil de 1977. Nacional que teve como companhia o Fast, não conseguiu a classificação, nem para a repescagem, ao contrário de seu co-irmão.

 

1984 – NACIONAL 1 x 1 REMO

LOCAL: Vivaldo Lima, em 19 de julho de 1984. Juiz: Carlos Alberto Nascimento (AM).

NACIONAL: Reginaldo, China, Marcão, Joãozinho e Antonio Carlos; Zé Luiz, Almir (Marinho Macapá) e Rivelino; Beendelak, Dario e Edú.

REMO: Bracali (Luís Sérgio), Rui Curuçá, Marcos, Darinta e Pedrinho; Roque, Chicão e Raulino (Nilton); Paulinho, Dadinho e Tita (Jair).

GOLS: China aos 5 e Tita aos 26, do primeiro tempo.

NOTA DO BAÚ: Amistoso com as estréias de Dario Peito de Aço e Rivelino, este com contrato especial para essa partida.

 

1985 – NACIONAL 4 x 2 REMO

LOCAL: Vivaldo Lima, em 3 de março de 1985. Público: 11.658.

NOTA DO BAÚ: Partida válida para a primeira fase no Copão de 1985.

Informação adicionada pelo amigo Luis Cláudio Chaves.

 

1996 – REMO 1 x 0 NACIONAL

LOCAL: Vivaldo Lima, em 6 de fevereiro de 1996.

NACIONAL: Pereira, Marquinhos, Capitão, Gentil e Guára (Luíca); Wellington, Alberto e Vanderlei; Garanha, (Cisco-Jardel), Reidinei e Washington.

REMO: Claudecir, Jura (Válber), Belterra, Flávio e Salinas; Ney, Marcirio (Emerson) e Dema; Rogério (Júlio César) Ageu e Hall (Jean).

NOTA DO BAÚ: Jogo realizado dentro do Torneio Ricardo Teixeira, competição organizada pela Federação Amazonense de Futebol (FAF), com a participação do Nacional, Rio Negro, Tuna Luso e Clube do Remo, em programação dupla, com jogos no Estádio Vivaldo Lima.

 

2000 – NACIONAL 3 x 2 REMO

LOCAL: Vivaldo Lima, em 12 de abril de 2000.

NOTA DO BAÚ: Jogo realizado dentro da Copa do Brasil 2000.

 

2001 – NACIONAL 2 x 0 REMO

LOCAL: Vivaldo Lima, em 8 de outubro de 2005.

NOTA DO BAÚ: Jogo realizado pelo Campeonato Brasileiro da Série B.

 

2005 – REMO 2 x 0 NACIONAL

LOCAL: Vivaldo Lima, em 19 de agosto de 2001. Público: 11.808.

NOTA DO BAÚ: Jogo realizado pelo Campeonato Brasileiro da Série C.

 

2014 – NACIONAL 2 x 2 REMO

Palco de importantes jogos da primeira fase da Copa do Mundo 2014, a Arena Amazônia, em Manaus, foi inaugurada neste domingo – ainda incompleta -, no empate entre Nacional-AM e Remo, por 2 a 2, em um emocionante jogo de volta pelas quartas de final da Copa Verde, competição que reúne times do Norte, Centro-Oeste e Espírito Santo.

LOCAL: Arena da Amazônia, em 9 de março de 2014. Juiz: Wagner Reway (Fifa/MT).

NACIONAL: Jairo; Daílson (Amaral), Índio, Rodrigão e Fabinho (Nando); Romarinho (Jeferson Recife), Negretti, Éder e Chapinha; Fabiano e João Douglas. Técnico: Francisco Diá.

REMO: Fabiano; Diogo Silva, Raphael Andrade, Max e Alex Ruan; Dadá, Ilaílson (Jhonnatan), Athos e Eduardo Ramos (Ted); Leandrão (Leandro Cearense) e Thiago Potiguar. Técnico: Charles Guerreiro.

GOLS: Max fez os dois gols do Remo que inauguraram as duas traves da Arena, aos 32’ e 14’, do primeiro e segundo tempo respectivamente. O Nacional reagiu com Jeferson Recife e com o meia Nando que aos 42′, acertou um “pombo sem asa”, de fora da área, no ângulo, empatando o jogo.

NOTA DO BAÚ: Estiveram presentes na partida inaugural da Arena, 23.034 pessoas, sendo 3.034 em serviço, 10 mil em doações e 10 mil pagantes. A renda bruta do jogo foi de R$ 443.750,00. O Jogo foi transmitido pela TV Tiradentes.

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7
mar

Livro “Os Clássicos do Futebol Brasileiro”

 Publicado por Carlyle Zamith em Cotidiano

Boa notícia para os amantes da literatura esportiva de qualidade. Os estudiosos José Renato Sátiro Santiago e Marcel Unti lançam agora, em março, o livro "Os Clássicos do Futebol Brasileiro”.

Como o próprio jornalista Maurício Noriega diz na apresentação do livro: “Jogos comuns, vocês que me perdoem, mas os clássicos são fundamentais”. Pois é dentro deste cenário que Os Clássicos do Futebol Brasileiro, livro de autoria de José Renato Sátiro Santiago Jr. e Marcelo Unti, apresenta um inédito e histórico levantamento dos maiores jogos da história do futebol brasileiro, os chamados Clássicos.

Uma história iniciada ainda no princípio do século passado entre São Paulo Athletic Club e o Club Athletico Paulistano e repleta de muitas curiosidades, fatos, “causos” e registros históricos que envolve o futebol de todas as 27 unidades federativas do Brasil.

São mais de 200 clássicos, mais de 1.000 histórias, emoções infinitas e rivalidades que se perpetuam ainda mais o futebol brasileiro. Histórias de jogos decididos com gols de Tarzan, Ventilador, Burro Preto e, até mesmo de Purgante. Partidas em que equipes inteiras foram a delegacia, de uniforme e tudo, ou que foram invadidas por enxame de abelhas ou de uma cabra, chamada Sofia. Clássicos do Sertão, do Cacau, Pai e Filho, Vovô, Suburbano e alguns até mesmo disputados no Lixão. Uma viagem fantástica e imperdível pelo País do Futebol.

Poderão ser adquiridos através do e-mail jrssjr@uol.com.br e/ou nas respectivas páginas dos livros no Facebook.

SERVIÇO

O quê? Lançamento do livro “Os Clássicos do Futebol Brasileiro” com 356 pgs (16×23)
Onde? Lançamento: Bar São Cristovão (Rua Aspicuelta, 533) em São Paulo
Quando? 13 de março a partir das 19:00

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20
fev

Carlos Zamith – uma vida em fotos

 Publicado por Carlyle Zamith em Audio & Video, Eu sou o Baú Velho

Hoje, 20 de fevereiro, é o aniversário de meu pai, Carlos Zamith, se estivesse aqui nesse chão completaria 88 anos, mas partiu desta para outra melhor. Não há palavras pra expressar nossa saudade, melhor ver essas imagens que falam por si e dizem muito mais do que eu poderia dizer. É só clicar no play…

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18
fev

Obra do Estádio Carlos Zamith em progresso

 Publicado por Carlyle Zamith em Cotidiano

Local, na Zona Leste de Manaus, já tem uma das arquibancadas concluídas

Ao que parece, todos os problemas burocráticos em relação a interdição do Centro de Treinamento do Coroado foram sanadas. Após a construtora J. Nasser tomar as devidas providências em relação as questões de segurança da obra, o segundo CT oficial da Copa do Mundo em Manaus, junto com a Colina, começa a ganhar forma.

O estádio, que leva o nome do jornalista Carlos Zamith, já aparece com uma de suas duas arquibancadas concluídas. Já o campo do Centro de Treinamento foi construído em camadas, com brita e um colchão com as tecnologias mais avançadas de drenagem e irrigação. O gramado contém uma mistura de gramas adaptáveis ao clima da região.

A construção, a cargo da construtora J. Nasser Engenharia Ltda, teve início no dia 5 de agosto de 2013. O investimento é da ordem e R$ 14,7 milhões, com o estádio tendo capacidade para pouco mais de cinco mil pessoas.

Obras interrompidas

Um mês atrás, após vistoria realizada no local, o Ministério Público do Trabalho (MPT) pediu a interdição das obras por julgar que as condições de trabalho no canteiro de obras do CT do Coroado não observavam as normas de segurança do trabalho, sendo detectadas diversas irregularidades trabalhistas.

A Justiça do Trabalho acatou o órgão e interrompeu as obras, que só foram liberadas após a construtora tomar as medidas adequadas de segurança.

Matéria publicada originalmente por GloboEsporte.com (Manaus/AM)

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16
fev

Uberadinha – Times do Colégio Dom Bosco

 Publicado por Carlyle Zamith em Clubes extintos

No terreno do Colégio Dom Bosco existiam dois campos de futebol, um na parte baixa, atrás da antiga Igreja, com dimensões mais amplas e alguma grama e o outro, na parte de cima, de barro duro onde os garotos mais franzinos batiam as suas peladas. De ambos saíram bons jogadores para o nosso futebol.

No campo maior, eram realizados torneios e até um campeonato com a denominação de “Liga Auxilium”. Tudo orientado pelos Padres Salesianos e sempre com a presença marcante do saudoso mestre Padre Agostinho Caballero Martin, fundador do Colégio Dom Bosco, nascido na Espanha, na aldeia D’Avila, Província de Salamanca a 28 de agosto de 1882 e falecido em Manaus a 19 de dezembro de 1962.

O campinho da parte baixa desapareceu com o alargamento do início da Rua Pedro Padre Ghisland, ex-Saldanha Marinho, para o escoamento do trânsito que utiliza a Rua Governador Vitório. Mas ainda hoje, os Padres do Colégio Dom Bosco dão muita atenção a parte esportiva e não raro tem aparecido alguns jogadores para o futebol local.

Foi no campinho de saudosa memória que saíram bons jogadores para os times da primeira divisão. O Tijuca Clube tinha seu elenco praticamente formado por alunos do Colégio. O América dos irmãos Teixeira, também teve parte de sua origem no Dom Bosco, onde o então técnico João Liberal comandava o campeonato interno com rigorosa fiscalização e, sobretudo, com perfeita organização.

Até jogos noturnos, no ano de 1947, foram disputados com grande afluência. Os jogos do campeonato da “Liga Auxilium” eram realizados nas manhãs de domingo. Obrigatoriamente, cada jogador, ao assinar a súmula, tinha que exibir o carimbo numa carteirinha, comprovando sua presença à Missa, sem esquecer que a turma sempre dava um jeito para driblar a fiscalização de João Liberal.

O time que aparece na foto é lá do Colégio Dom Bosco, quando corria o ano de 1939. É o time do Uberabinha, que usava a camisa do Colégio e que obteve excelentes resultados pela categoria de seus integrantes, alguns com carreira de destaque nas equipes que disputavam o campeonato oficial da FADA (Federação Amazonense de Desportos Atléticos).

UM POR UM

  • Em pé, de óculos escuros, o antigo zagueiro Tuta, (12/10/1919~10/02/2001). Foi campeão pelo Olímpico e integrante de várias seleções na década de 40;
  • José Jorge Rebelo, antigo funcionário do Cortume. Foi por muito tempo morador de São Raimundo, ex-defensor do Sul América e presidente do mesmo clube;
  • Rubens Gaspar ou Gaspar II. Seu irmão jogou como ponta esquerda do Olímpico Clube. Era de uma família do interior e aluno interno do Colégio;
  • Ernesto – não tenho referências;
  • Flaviano Limongi (usando gorro muito em moda à época), quando dava seus primeiros passos para mais tarde tornar-se um dos bons goleiros do nosso futebol, inclusive como integrante de seleções nos anos quarentas;
  • Dedé, jogou no América e foi quarto-zagueiro do time titular do Fast Clube, bicampeão da cidade em 1948/1949. É funcionário aposentado do Tribunal de Justiça;
  • Agachados estão Reinaldo Tribuzi, ex-jogador do Sul América na década de 1950 e também ex-presidente do mesmo clube. Advogado, foi presidente do TJD, da FADA;
  • Antônio Frota, o Frotinha que jogou pelo juvenil do Rio Negro e titular bicampeão pelo Fast, em 1948/1949.  Advogado e Conselheiro do Tribunal de Contas aposentado;
  • Mário Orofino, de gorro, um ex-jogador identificado com o Tijuca Clube. Era chamado de bailarino pela facilidade com que dominava a bola e aplica os dribles no adversário;
  • Anizio – meio encoberto pela mão esquerda de Mário. Como referencia sabemos apenas que morou durante muito tempo na rua Henrique Martins, atrás do velho Ginásio Amazonense;
  • Jamil Xaud, de gorro listrado, residia em Roraima. Comerciante e um de seus irmãos prestou serviços ao esporte local, inclusive como integrante da entidade local;
  • Lourinho, ao lado esquerdo de Mário Orofino, não temos referências.

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