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26
jan

Fique sabendo…

   Posted by: Carlos Zamith

Iarley… que o novo reforço do Corinthians, para o campeonato paulista deste ano, é o jogador Iarley, que na temporada passada defendeu o Goiás, já jogou em Manaus. Com ele vieram Dorgival e Alysson.

Atuou pelo Nacional estreando contra o São Raimundo, em 14-02-1998, resultado de 1 a 1. Jogou até 20-09-1998, contra o Vênus, pelo Campeonato Brasileiro com vitória de 5 x 0. Na temporada em que defendeu o Nacional marcou 8 gols.

Ele foi Campeão Mundial pelo Internacional (RG) em 2006/07. Em 2008-2009 atuou pelo Goiás.

Pedro IARLEY Lima Dantas, nasceu em Quixeramobim-(CE).

A MAIOR GOLEADA

Chicão Sul América… que a maior goleada registrada ano futebol de 16 a 0, no campo da Colina, no dia 7 de junho de 1959 Manaus, aconteceu há mais de 40 anos. O Sul América, ainda no regime amador, derrotou o time do Guarani por.

O Guarani havia subido à primeira divisão nessa temporada e voltou à Segunda  logo a seguir porque não conseguiu classificar-se na primeira fase.

Sul América, time da goleada: Wilson, Almir Macarrão e Amor; Zamundo, Sula e Carrapeta; Assis, Chicão, Milton Prudente, Evilázio e Azedo.

Nesse jogo, o avante Chicão (foto) marcou 7.

ARMANDO MARQUES

ArmandoMarques… que o consagrado árbitro brasileiro, Armando Marques, nos primeiros anos da Federação Amazonense de Futebol (FAF), apitou um jogo pelo Campeonato Amazonense. O jogo era entre Nacional x São Raimundo, na Colina, dia 04-9-1968, resultado de 1 a 1. Zezé para o Nacional e Airton, para o São Raimundo, com 10.538 pagantes.

Nacional: Marialvo, Pedro Hamilton, Jonas, Berto e Téo; Mário Motorzinho e Rolinha; Zezé, Rangel, Pretinho e Almir.

São Raimundo: Valdir Melo, Hamilton, Valdir Santos e Zézinho; Jaime Basílio (Santos) e Itagiba (Melo); Augusto, Aírton, Santarém e Amiraldo.

Arnaldo cesar coelhoARNALDO CÉSAR

Nesse mesmo ano outros árbitros, principalmente do Rio e de São Paulo, apitaram em Manaus, como Arnaldo César Coelho, (foto) que dirigiu Nacional 2 x Fast 0, em 29-09-68, José Aldo Pereira, Amílcar Ferreira, Gualter Portela Filho, José Astolfi, Geraldinho César, Carlos Floriano Vidal, Carlos Costa, Mário Vinhas e Antônio Viug.

11
set

JOGADOR EXPULSO É SUBSTITUÍDO

   Posted by: Carlos Zamith

No jogo principal, decisão de campeonato, decorriam 16 minutos do primeiro tempo, quando houve um lance ríspido envolvendo o jogador Lacinha, do Nacional. O árbitro Dorval Medeiros (Guarda) expulsou-o de campo. O jogador não o atendeu. Jogo paralisado. O Presidente do Nacional também não concordava com a expulsão e bradava que seu time só continuaria jogando se fosse com onze jogadores.

 

Josué Pai, do Rio Negro, assistia a tudo da cabine da ACLEA. O presidente Plínio Coelho, do Nacional, estava na pista do campo questionando com o árbitro e os dirigentes do espetáculo. Finalmente veio uma solução: Lacinha deixa o campo mas entra outro em seu lugar. Todos aceitaram a fórmula: juiz, presidente da FADA, Josué Pai, cronistas mesmo sob protestos, e torcedores dos dois lados. Entrou Luizinho (irmão de Quisso que também jogava no Nacional) no lugar de Lacinha expulso. Depois de quinze minutos de paralisação, o jogo foi reiniciado, terminando em 0×0 o primeiro tempo.

 

Guarda 1No segundo tempo, Thomaz, aos 4 minutos, marca para o Rio Negro e aos 26, Jaime Basilio empata. Nessa jogada, outra confusão que durou pouco. A bola deu a impressão de não ter ultrapassado a linha de gol, mas o juiz validou o lance. Finalmente, aos 35 minutos, o rionegrino Dermilsom, o melhor jogador em campo, marca o gol da vitória, o gol da conquista do título de 1962. 

 

O Juiz Dorval Medeiros (foto) encerrou o jogo aos 41 minutos, no exato momento em que fazia gestos para expulsar o ponteiro nacionalino Caíca que teve um entrevero com o zagueiro Catita, após uma entrada violenta deste.

 

 

13
ago

Há 40 anos Nacional vencia no Maracanã

   Posted by: Carlos Zamith

Naça no Maracanã (1969)

Em pé: Ferreira Pedras, Téo, Pedro Hamilton, Sula, Valdomiro, Mario Motorzinho, Marialvo Agachados: Zezé, Pretinho, Rangel, Rolinha, Pepeta.

Há quarenta anos esta cidade foi sacudida por uma grande festa esportiva. Foi no dia 24 de agosto de 1969, que o Nacional Futebol Clube, jogando no estádio do Maracanã,  contra o Maringá, do Paraná, marcou uma vitória quie mexeu com  esta Manaus.

Era um simples amistoso, mas o fato de ser o primeiro time amazonense a se exibir no maior estádio de futebol do Brasil, numa preliminar de Brasil x Venezuela pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 1970, levou o torcedor, do Nacional ou de seus co-irmãos, ao delírio.

O movimento para essa apresentação foi comandada pelo desportista Flaviano Limongi, então presidente da Federação Amazonense  de Futebol. A cidade parou para ouvir a transmissão do jogo pelas rádios, pois ainda não existia a tevevisão em Manaus, quando foi anunciado o fim do jogo com Nacional 1 x Maraingá 0, gol de Pepeta. 

O Nacional com  Marialvo, Pedro Hamilton, Sula, Valdomiro e Téo; Mário Motorzinho e Rolinha; Zezém Rangel, Pretinho e Pepeta.

O Nacional ainda levou em sua delegação, os jogadores Prrocópio, Chiquinho, Bel, Márcio Mineiro,  e Valdir Santos, emprestado ao São Raimundo. 

 A delegação do Nacional era composta  do presidene Paulino Gomes, comerciante Alfredo Ferreira Pedras, Samuel do Vale, Elias Dorgan, José Portela, técnico Alfredo Barbosa Filho, e contou com o apoio do ex-jogador Emanuel, que se fixou no Rio de Janeiro depois de jogar pelo São Cristóvão, na epoca uma força intermediária do futebol carioca.

31
mai

Alemãozinho

   Posted by: Carlos Zamith

Untitled-2d1Milton Pereira Lima, ou Alemãozinho, nasceu no município de Manacapurú a 6 de junho de 1933, veio para Manaus, com 12 anos e já brincava com a bola. Um dia, na década de 50, ele estava jogando uma pelada no campo da Escola Técnica Federal quando apareceu pôr lá o ponteiro Lé, que foi ídolo do Rio Negro e que já havia abandonado o futebol. Lé era o dono do time suburbano Canto do Rio e convidou Alemãozinho para jogar pelo segundo quadro do seu clube. Jogou só meio tempo, porque o Lé chegou perto e falou: “garoto descansa um pouco porque você vai jogar no primeiro time”. Jogou bem, mas ficou só ai. De outra feita Jorge Bonates levou o Princesa Isabel para jogar na Escola Técnica e quando viu o desembaraço  daquele baixinho, bom com a  bola nos pés, não pensou duas vezes. Levou-o para o seu time e lá Alemãozinho encontrou Bolôlô, Valquirio, Lidoca, Bonates, Mário Costa, Maciel que fizeram nome do futebol local.

Jogando duas temporadas pelo Princesa, com bom destaque, Alemãozinho foi convidado para defender a União Esportiva em 1951, que estava voltando ao futebol da primeira divisão após alguns anos afastada. O presidente do clube, cidadão chamado Guerra, ofereceu-lhe boa quantia para que ele vestisse a camisa “zebrada” e ainda promoveu uma festa na sede da Avenida Joaquim Nabuco, na época “Sambão”, em sua homenagem. Logo de saída campeão do Torneio Início da temporada. Lá estavam alguns conhecidos jogadores, como Zeca Cara de Três, Padeirinho e Lupércio, já veterano. Mas o presidente Guerra morreu antes do término do campeonato e a União não chegou a disputar o segundo turno. O futebol foi extinto a seguir.

Alemãozinho ganhou esse apelido ainda em Manacapurú, porque tinha o cabelo ruivo. No ano de 1952 estava numa boa fase e chegou a ser convocado para integrar a Seleção do Amazonas, ocasião em que ingressou no Nacional onde ficou apenas um ano, tendo como c…ompanheiros, Bianor, Lacinha, Cumarú, Nelson Pereira, Aristóteles, Almério e até o velho Barrote que estava em final de carreira. Um dia o então zagueiro Reinaldo Tribuzzi convidou-o para jogar pelo Sul América. Fez parte de um time com bons valores, como Sula, Zamundo, Carrapeta, Chicão, Evilásio, Tota, o goleiro Sandoval, Ivancy, Limão, Ney, Tutuia e Aurélio. Jogou várias temporadas como titular e ainda hoje guarda boas recordações do “Trem da Colina”.

Untitled-2d2Além de jogar pelo Sul América, Alemãozinho trabalhava como garçom do Bar Avenida (hoje agência do Bradesco na Eduardo Ribeiro com Saldanha Marinho) e lá fez muita amizade com o pessoal da imprensa, pois nas proximidades existiam as redações do O Jornal e Diário da Tarde, O Jornal do Comércio, A Gazeta, além das emissoras Rádio Baré e Rádio Difusora. Empresários, políticos e desportistas também faziam ponto no Bar Avenida e com eles conviveu durante três anos, até que resolveu trabalhar por conta própria. Montou uma pequena loja de produtos importados na antiga Casa Tem-Tem. A coisa prosperou, conseguiu montar outras e há quase trinta anos está estabelecido no bairro de Educandos.

Alemão foi forçado a abandonar o futebol em virtude de uma contusão. O Sport Clube de Recife estava em Manaus, em 1960, para uma temporada. O São Raimundo, patrocinador do time visitante e que iria enfrentá-lo, solicitou o seu empréstimo junto ao Sul América para esse jogo. Numa jogada toda casual, um tremendo azar: rompimento dos meniscos no meio do primeiro tempo, cedendo o seu lugar ao reserva Soropa. A contusão valeu quatro meses de inatividade.

Quando resolveu voltar, fez um jogo pelo Sul América, mas não deu e decidiu deixar o futebol em times da Federação. Mas o futebol sempre foi a sua paixão e alguns meses depois, formou um time com seu amigo Coda. Era o Vila Rica que fez muito sucesso no nos campos da Vila Municipal, matando a saudade com Zizico, Dadá, Orsini, ex-jogadores do Nacional.

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