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31
ago

Fast pela 1a. vez no “Copão”

   Posted by: Carlos Zamith

Nacional em 1972, Rio Negro em 1973 e o Fast Clube só participou pela primeira vez do Campeonato Brasileiro, em 1977, ano em que desde 1975 passou a denominar-se de Copa do Brasil.

clip_image002O Fast tomou parte da competição juntamente com o Nacional enfrentando dez adversários: Nacional local, Uberaba, Santos, Paysandu, América Mineiro, Atlético Mineiro, Botafogo da Paraíba, Cruzeiro, Clube do Remo, Bahia, com alguns jogos de ida e volta

A estréia do Fast foi caseira, contra o Nacional e perdeu.

17-10-1977 – Nacional 2 x 0 Fast Clube

Árbitro: Alberto Ferreira –PE. Pagantes: 2.358.

Gols de Netinho e Dudu, no 1º. Tempo.

Fast – Iane, Carlos Alberto, Jorginho, Néo e Carlinhos (Genival); Rolinha e Carioca; Raulino, Barrote, Careca e Reis.

Nacional – Amauri, Santana (Sabará), Djalma, Galvão e Antônio Carlos; Mário Geraldo e Stélio; Dudu, Aloísio, Netinho e Nilson.

Observação: além dos jogadores da estréia contra o Nacional, o Fast ainda utilizou estes jogadores na competição: Ribamar (goleiro), Sé, Anselmo, Zé Eduardo, Dentinho, Mário Bacuri, Luis Carlos, Edgar e Limão.

Campanha na 1ª. fase

Foram 12 jogos, com 4 vitórias, um empate de 7 derrotas. Marcou 16 gols e sofreu 19. Classificou-se para a repescagem (o Nacional não conseguiu) disputando cinco jogos, com quatro derrotas e um empate Nesta fase, marcou 6 gols e sofreu 12.

As quatro vitórias nessa fase foram:

Fast 2 x 0 Uberaba

Fast 2 x 1 Paysandu

Fast 2 x 1 Nacional (volta)

Fast 2 x 0 América – MG

Na repescagem Local                                    Local

29-01-1978 – Fast 0 x 0 América de Natal                  Vivaldo Lima.

01-02-1978 – Fast 1 x 2 Atlético Mineiro                   Vivaldo Lima

16-02-1978 – Fast 4 x 5 Cruzeiro                       Mineirão

19-02-1978 – Fast 0 x 2 Bahia                            Salvador

22-02-1978 – Fast 1 x 3 Botafogo                         Maracanã

6
jul

FAST – 80 anos (fundado em 08/07/1930)

   Posted by: Carlos Zamith Tags: , ,

Escudo FastQuando o Coronel Leopoldo Mattos (Delegado Fiscal do Mato Grosso, no Amazonas) presidia o Nacional Futebol Clube, em Assembléia Geral solicitada pelo capitão do time, zagueiro Rodolpho Gonçalves, o Dr. Waldemar Pedrosa, membro do Conselho Superior do clube, propôs que fosse alterado um dispositivo estatutário que obrigava o atleta a pagar mensalidade de cinco mil reis e sem direito a voto.

O fato deu a origem da fundação de um novo clube de futebol no Amazonas, o NACIONAL FAST CLUBE, no dia 8 de julho de 1930.

As iniciais seriam as mesmas do Nacional Futebol Clube e houve uma proposta para que o escudo tivesse uma estrela.

Ao professor Carlos Mesquita, da cadeira de inglês do antigo Ginásio Amazonense, coube a tarefa de indicar a palavra com a letra inicial “F”, sendo escolhido FAST, significando lépido, ligeiro. E assim ficou: Nacional FAST Clube.

PRIMEIRO JOGO

O Jornal do Comércio do dia 12 de outubro de 1930 publicou o primeiro jogo do Nacional FAST Clube. Um amistoso, no Parque Amazonense, contra o time do Rio Negro e venceu por 2 a 1, ficando de posse da Taça “Silvio Franco”.

Como jogaram os times:

FASTReginaldo, Luiz Batista e Rodolpho Gonçalves; Sócrates Batista, Eduardo Cangalhas e Oger Batista; Horácio, Fausto, Valdemar Lisboa, Leonardo e Pequenino. Jogaram ainda, Leno e Luiz Gonzaga.

RIO NEGROHugo Guimarães, Almir e Vicente; Armando Barbosa, Sebastião e Firmino; Goiot, Moacir Marques, Rochinha, Vidinho e Raimundo Bandeira.
Jogaram ainda, Chico Oliveira e Luís Travassos.

O árbitro (naquele tempo referee) desse jogo foi Eurico Romariz, da Federação do Pará, devidamente convidado.

OS TÍTULOS

1948 – 1949 – 1955 – 19601970 e 1971

O primeiro título do Fast, em 1948, conquistado 18 anos após a sua fundação tinha esta formação:

Raul Cerqueira (Ditó), Canhão e Dedé; Waldemir Osório, Edison Souza e Nêgo; Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafayette Vieira e Careca (Rui); Técnico: João Liberal.

Raul do Fast Lafayete album Paulo Onety recordista
Raul, Lafayette e Paulo Onety participaram do primeiro titulo do Fast.

 

4
jun

Fast x Paysandu

   Posted by: Carlos Zamith

Até a década de 60, ainda existia grande rivalidade entre o futebol amazonense e o do paraense, principalmente durante as competições envolvendo seleções dos dois Estados. Os paraenses, na verdade, levavam vantagem sobre os barés, porque já praticavam o profissionalismo muito antes, importando jogadores mais experimentados de outros centros. Quase sempre, no início do ano, quando preparavam suas equipes para a competição oficial, os clubes do Pará – Paysandu, Remo ou Tuna – também vinham a Manaus com certa freqüência cumprir temporadas amistosas de três ou quatro jogos seguidos, em busca, é claro, de alguns trocados para aliviar o caixa. A rivalidade era a mesma: vencer time de futebol do Pará era lavar a alma do amazonense.

Paysandu de 1964
Paysandu que perdeu para o Fast, em 1064. Em pé: o técnico Caim, Mangaba, Jorge Baleia, Casemiro, Paulo, Zé Ferreira e Oliveira. Agachados: Quarenta, Laércio, Ferreira, Purifica e Ércio.

Em fevereiro de 1964, o Paysandu, veio a Manaus ostentando o título de campeão paraense de 1963, um título que mexeu com a torcida alvi-azul. Era o tricampeonato. Uma conquista com onze vitórias, três empates e uma derrota, 34 gols a favor e 19 contra. Fez o artilheiro o atacante Carlos Alberto Urubu, com 14 gols. O time era dirigido pelo antigo jogador Carlindo Silva (Caim). Era também o tricampeonato conquistado pelo goleiro amazonense Jorge, revelado pelo Labor, de Educandos e que em Belém ficou sendo conhecido por Jorge Baleia pelo seu tipo gorducho.

CONTRA O FAST

O tri do “Papão” servia como boa credencial para os patrocinadores da temporada. A estréia, cercada de muita expectativa, porque o torcedor amazonense também queria rever o goleiro Jorge, aconteceu no dia 23 de fevereiro, contra o Fast Clube, num domingo à tarde no velho Parque Amazonense com grande público.

E foi um dia de alto astral para o time amazonense que contou com a espetacular atuação do jovem Edson Piola, mais adiante transformado num grande artilheiro do futebol local, qualidades que o levaram a atuar pelo próprio Paysandu, pelo qual foi campeão em 1965 e artilheiro com 11 gols.

O jogo estava se desenvolvendo com a superioridade fastiana e não durou muito tempo para o marcador ser inaugurado. O autor do gol foi ele, Edson Piola. Logo depois, o jogador Tapioca, que havia entrado no lugar de Santana, aumentou para dois.

No intervalo o time paraense apresentou-se com algumas alterações, mas a tarde era mesmo do Fast e novamente Edson Piola decretou a queda da cidadela de Jorge Baleia, pela terceira vez. Daí em diante não houve muita preocupação. Com 3×0 a seu favor e jogando um futebol de rara inspiração, o Fast deixou  o tempo correr até sair de campo aplaudido pela torcida.
 
FASTChicão, Raimundo Moraes e Purgante (Lage); Antônio Piola, Valdir Lima e Jofre; Dadá (Edmilson), Pretinho, Edson Piola, Ribas (emprestado ao Nacional) e Santana (Tapioca).

PAYSANDUJorge, Oliveira e Zé Ferreira; Mangaba, Casemiro (Abel) e Paulo; Laércio, Ferreira (Sirothou), Carlos Alberto (Beto), Purifica e Ercio.

15
mai

Uma vitória histórica

   Posted by: Carlos Zamith

Escudo FastEscudo - FluO Fast tem um feito histórico em sua vida esportiva. No Campeonato Brasileiro de Futebol de 1978, controlado pela então CBD, venceu em pleno Maracanã, a equipe do Fluminense, por 2 a 1. Vitória comemorada entre dirigentes e jogadores que faziam parte da sua delegação, mas aqui em Manaus, passou quase que despercebido.

O jogo foi no dia 11 de maio de 1978, numa quarta-feira à noite. O juiz era o baiano Saul Mendes e o público pagante foi de 2.698, considerado diminuto.

O zagueiro tricolor, Dário, marcou contra, para o Fast. O empate veio através de Gildázio, aos 18 minutos e assim terminou o primeiro tempo.

No período final, o ponteiro Cabral, aos 22 minutos, marcou o gol da vitória fastiana.

FASTIane (Ribamar), Carlos Alberto, Mário Bacurí, Edgar e Carlinhos; Limão, Raulino e Zezinho (Gilson); Zé Lima, Dentinho e Cabral.
FLUMINENSERenato, Edvaldo, Dário, Carlinhos e Marinho Chagas; Rubens Gálaxie (Mário), Pintinho e Gilson; Robertinho, Gildázio e Zé Artur.

OUTRA GRANDE VITÓRIA

Uma das vitórias mais festejadas pela torcida fastiana, foi contra o Sport Clube de Recife, que realizava temporada em Manaus. O time pernambucano vinha de uma goleada ante o São Raimundo por 8 a 1. Depois venceu o Santos, 3×1; Auto Esporte 3×0 e perdeu para o Fast por 7×5. Veja como foi:

25/02/1961 – Estádio Ismael Benigno (Colina)
Árbitro: Odail Martins (AM).
Gols: – Coelho 3, Português, Orlando Moraes, Jaime Basílio e Dadá, para o Fast.
Bé 2, Gilson, Osvaldo e Laxixa, para o Sport.

FASTCarlos Alberto (Negão), Jaime Costa (Purgante) e Jonas; Orleans (Jaime Basílio emprestado ao Nacional), Valdir Lima e Jofre; Orlando Moraes (Dadá), Português, Coelho, Marcelo e Paulo Lira.

SPORTManga, Bria e Sinval (Alemão); Gilson, Tomires e Nenzinho (Osvaldo); Bé, Djalma, Chininha (Laxixa) e Eloy (Nilton Adrião).

FAST DERROTA O VASCO

No dia 25 de junho de 1968, o Fast enfrentou o Vasco da Gama, na Colina com grande público e venceu por 1×0, gol de Amaro. Árbitro: José Mário Vinhas (RJ).

Fast de 1968
Em pé: Antônio Piola, Pompeu, Nonato, Pedro Brasil, Luizinho e Zequinha Piola. Agachados: Alfredo, Edson Piola, Amaro, Santana e Zezinho.

FASTPedro Brasil, Antônio Piola, Luizinho, Zequinha Piola e Pompeu; Nonato Cearense e Santana; Alfredo, Amaro, Edson Piola e Zezinho.

VASCO DA GAMAErréa, Ferreira, Álvaro, Ananias e Lourival; Zé Carlos (William) e Danilo Menezes; Nado, Valfrido, Alcir Portela e Silvinho.

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