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	<description>Histórias do Futebol de Manaus e Personagens</description>
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		<title>Jofre Costa Novo</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astros da bola]]></category>
		<category><![CDATA[Jofre]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image0024.jpg" rel="lightbox[2186]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;border-top: 0px;border-right: 0px" border="0" alt="clip_image002" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image002_thumb4.jpg" width="158" height="243" /></a>&#160;<a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image0044.jpg" rel="lightbox[2186]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;border-top: 0px;border-right: 0px" border="0" alt="clip_image004" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image004_thumb4.jpg" width="440" height="245" /></a></p>
<h5 align="center">Foto 1: Jofre também jogava de goleiro.&#160;&#160;&#160;&#160; Foto 2: Jofre e Dico campeões pela União Esportiva.</h5>
<p>Em atenção ao pedido de Jorge Costa Novo, revirei o arquivo do Baú Velho e encontrei apenas estas duas fotos do (seu pai) Jofre Costa Novo que foi ídolo da União Esportiva Portuguesa atuando como zagueiro e às vezes quebrando o galho como goleiro quando a sede do simpático clube ainda era na Rua Marcilio Dias.</p>
<p>Jofre Costa Novo com o qual tive a oportunidade de trabalhar com ele no velho Jornal do Comércio, ainda na Avenida Eduardo Ribeiro (eu como repórter esportivo e ele como chefe das oficinas), foi bicampeão 1934-1935, pela União Esportiva Portuguesa na época em que eram seus companheiros, dentre outros, Charuto, Pedro Barbosa, Delfin, Sabá, Raimundo e Zé Paixão, Dico, Rabito, Jokeide Barbosa, Ofir Correa, Cândido Cumaru ou Candú, Sarkis, Lisboa, Lé Antônio e Aprígio.</p>
<p>Jofre Costa Novo também foi campeão pelo Nacional em 1936, que tinha esta formação: Yano Monteiro, Amâncio e Jofre Costa Novo: Duca Brito, Hildebrando e Otílio Farias; Babá, Nelson, Nancy, Rennê Monteiro e Minos.</p>
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		<title>Vidinho</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 12:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[«06/05/07 U03/07/87 No dia 3 de julho de l987, pela manhã, o telefone tocou. Era o amigo e cronista esportivo José Ribamar Garganta Xavier, dando a triste notícia da morte de Isidoro de Carvalho, no futebol conhecido por Vidinho, um dos maiores centro-avantes do futebol amazonense. Vidinho, nascido a 6 de maio de 1907, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><b>«</b><b>06/05/07 </b><b>U</b><b>03/07/87</b></p>
<p>No dia 3 de julho de l987, pela manhã, o telefone tocou. Era o amigo e cronista esportivo José Ribamar Garganta Xavier, dando a triste notícia da morte de Isidoro de Carvalho, no futebol conhecido por Vidinho, um dos maiores centro-avantes do futebol amazonense.</p>
<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image0023.jpg" rel="lightbox[2180]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;margin-left: 0px;border-top: 0px;margin-right: 0px;border-right: 0px" border="0" hspace="12" alt="clip_image002" align="left" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image002_thumb3.jpg" width="228" height="260" /></a>Vidinho, nascido a 6 de maio de 1907, foi um craque, numa carreira dentro dos campos de futebol que durou vinte anos. Surgiu nas peladas do campo do Monte Cristo, outrora uma área que ficava nas proximidades da Ilha do mesmo nome, lá pelas bandas do início da Rua Miranda Leão. Ainda juvenil, passou rapidamente pelo Nacional, mas logo e depois no Rio Negro, seu clube de coração até morrer. Jogou ainda pela União Esportiva Portuguesa, levado pelas mãos do saudoso Francisco Andrade, proprietário da fábrica de Guaraná Andrade, pelo qual jogou apenas uma temporada.</p>
<p><b>NA SELEÇÃO</b></p>
<p>Vidinho integrou pela primeira vez a Seleção do Amazonas, em 1926, jogando contra o Piauí e o Pará, formando o ataque com Orlando, Carlito Valdemar e Leonardo, contanto lá atrás com Lisboa, no arco; Rodolfo Gonçalves e Oliveira, na zaga e Dantas, Cangalhas e Sócrates, na intermediária. Como figura obrigatória, jogou na Seleção do Amazonas até 1938.</p>
<p align="center">.<b>CAMPEÃO PELO RIO NEGRO</b></p>
<p>O bicampeonato de 1931-1932 conquistado pelo Rio Negro, sempre era lembrado pôr Vidinho assim como a arrasadora linha de ataque &#8211; naquele tempo formado por cinco jogadores &#8211; com Ciro, Goiot, Vidinho, Ofir ou Adair e Bandeira. </p>
<p>Comandante, apelido que recebeu de seus admiradores, pois gostava de entrar em campo com um quepe de marinheiro. Certa vez lembrou que na decisão de 1932, o time era uma verdadeira máquina e dizia: Goiot impetuoso; Adair, malabarista, fino no toque de bola; Bandeira, dono de um potente chute, muita rapidez e Ciro ditava categoria. Na decisiva contra o Fast, o Rio Negro venceu por 2 a 1, com dois gols de Raimundo Bandeira.</p>
<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image0043.jpg" rel="lightbox[2180]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;margin-left: 0px;border-top: 0px;margin-right: 0px;border-right: 0px" border="0" hspace="12" alt="clip_image004" align="left" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image004_thumb3.jpg" width="256" height="260" /></a>A fama de Vidinho <i>(foto de 1980, ao lado de Pedro Sena) </i>chegou lá fora. Foi convidado para jogar pelo Vasco da Gama, do Rio, mas encontrou seria resistência da família e o jeito foi ficar em Manaus enchendo de glorias o pavilhão rionegrino.</p>
<p>Vidinho era pai de seis filhos, três homens que não tiveram muita intimidade com a bola. Morava na Rua Borba, bairro de Cachoeirinha com sua irmã Nely e a esposa, Haideé. </p>
<p>Acordava invariavelmente às 4 horas. Depois do banho ia à padaria. No dia 3 de julho de 1987, acordou no mesmo horário. Sentou-se á beira da cama e falou para a esposa que estava sentindo uma forte dor de cabeça. </p>
<p>Ela foi preparar um chá e quando voltou o velho “Comandante”, 80 anos, estava deitado e sem vida. Um aneurisma cerebral tirou-nos o maior atacante do futebol amazonense, ídolo em três décadas, adorado também pelos adversários que aplaudiam o seu futebol técnico e alegre.</p>
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		<title>A enchente de 1953</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 12:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manaus Antiga]]></category>
		<category><![CDATA[Velhos tempos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#34;Atingida a rua Marquês de Santa Cruz pelas águas do Rio Negro&#34; Eram as manchetes dos jornais em maio de 1953, quando a cota d&#8217;agua sobre o nível do rio encontrava-se em 39 metros e 69 centímetros e começavam a invadir Manaus. Naquela ocasião o centro da cidade foi duramente atingido, com as águas invadindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><h3>&quot;Atingida a rua Marquês de Santa Cruz pelas águas do Rio Negro&quot;</h3>
</blockquote>
<p>Eram as manchetes dos jornais em maio de 1953, quando a cota d&#8217;agua sobre o nível do rio encontrava-se em 39 metros e 69 centímetros e começavam a invadir Manaus. Naquela ocasião o centro da cidade foi duramente atingido, com as águas invadindo o prédio da Alfândega, a Usina Estrela, o prédio dos Correios e telégrafos e o extinto Bar Mimosa, na antiga estação de bondes. A velha Alfândega ficou com sua calçada dentro d&#8217;agua, chegando inclusive a penetrar na parte térrea do edifício o que provocou a paralização de seus serviços por alguns dias. </p>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/enchente-de-1953-8x61.jpg" title="Ponte construída ao lado da Alfândega (1953)" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/enchente-de-19532.png" width="610" height="444" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Ponte construída ao lado da Alfândega, no fundo Drogaria Fink (vejam a faixa)" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/am2471-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/am2471.png" width="610" height="464" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Drogaria Fink onde um painel dizia “Aqui tem tudo. Quando o balconista disser que não tem, procure a gerencia.” (1953)" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53f-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53f.png" width="610" height="436" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Prédio da Alfândega de Manaus (1953). Foto de Carlos Zamith" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53b-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53b.png" width="610" height="410" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none"><a title="Prédio da Alfândega de Manaus (1953)" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53k-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53k1.png" width="610" height="462" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/540020_137523789714837_100003716514284_155665_774912785_n-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/540020_137523789714837_100003716514284_155665_774912785_n.png" width="610" height="463" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Prédio da Alfândega e o Porto Roadway de Manaus (1953)" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53_alfandega-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53_alfandega.png" width="610" height="463" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Prédio da Alfândega e o Porto Roadway de Manaus (1953)" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ENCHENTE-11-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ENCHENTE-11.png" width="610" height="420" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/401594_137523583048191_100003716514284_155661_1769424036_n-8x61.jpg" title="Praça Osvaldo Cruz, também conhecida como praça da Matriz, alagada (1953)" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/401594_137523583048191_100003716514284_155661_1769424036_n1.png" width="610" height="453" /></a></div>
<p>A Companhia de Eletricidade de Manaus (CEM), depois Eletronorte e Manaus Energia, foi atingida pelas águas, ficando com os seus porões totalmente inundados. Nos bairros, a situação foi de calamidade. Em Educandos, como no Igarapé de Manaus, o quadro era desolador. Muitas casas, situadas às margens, ficaram submersas, obrigando seus moradores a procurar novas moradias. As águas chegaram até ao Relógio Municipal e por ali também foram armadas rústica passarelas pela Prefeitura.</p>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Porto Roadway de Manaus (1953)" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53l-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53l.png" width="610" height="483" /></a></div>
<p>No bairro de São Raimundo, o antigo abrigo dos passageiros das catraias, ficou submerso. As águas foram até à Rua Beira-Mar e a mercearia que ficava próximo ao porto, ao lado do abrigo, Casa Moinho de Vento, ficou com água pela metade das suas portas. A ponte do Sul América que liga São Raimundo ao bairro da Glória ficou submersa.</p>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Antigo abrigo dos passageiros das catraias no São Raimundo (1953)" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53e-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53e.png" width="610" height="415" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Moinho de Vento ao lado do abrigo das catraias de São Raimundo (1953)" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53d-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53d1.png" width="610" height="429" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Ponte do Sul América que liga os bairros de São Raimundo e Glória (1953). Foto de Carlos Zamith (no centro)" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53c-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53c1.png" width="610" height="447" /></a></div>
<p>Em maio de 1953, a enchente prosseguia avassaladora, destruindo safra de juta e aumentando no interior o número de flagelados. Diversos municípios já estavam parcialmente inundados, como Itacoatiara e Urucurituba, mas em toda a hinterlândia, o panorama era o mesmo: várzeas devastadas e sacrificadas pela agressividade das águas. Esta era a situação de sessenta anos atrás.</p>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Usina Estrêla (1953). Foto de Carlos Zamith" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/554343_137524193048130_206269643_n-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/554343_137524193048130_206269643_n.png" width="610" height="425" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Usina Estrêla (1953). Foto de Carlos Zamith (de costas)" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53h-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53h.png" width="610" height="421" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/401637_137523646381518_100003716514284_155663_70330518_n-8x61.jpg" title="Casas comerciais em frente à praça Oswaldo Cruz (1953)" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/401637_137523646381518_100003716514284_155663_70330518_n1.png" width="610" height="412" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Rua Marechal Deodoro e a drogaria Fink que foi derrubada para ampliação de espaço do Porto de Manaus (1953)" href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53j-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53j.png" width="610" height="494" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a title="Rua Marques de Santa Cruz (1953). Foto de Carlos Zamith." href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53g-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Enchente-de-53g.png" width="610" height="424" /></a></div>
<p>Hoje, o nível do rio Negro, no Amazonas, está a 20 centímetros de alcançar a enchente de 1953 e 28 centímetros da cheia histórica de 2009, quando a marca foi de 29,77 metros. Nesta segunda-feira, 7 de maio de 2012, a cota chegou a <b>29,49</b> metros. A previsão da cota máxima é de 30,13 metros. Em todo o Amazonas, mais de 30 municípios estão em emergência.</p>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/581252_137524809714735_100003716514284_155685_751734004_n-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/581252_137524809714735_100003716514284_155685_751734004_n.png" width="610" height="532" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/549437_137524559714760_100003716514284_155681_225292270_n-8x6.jpg" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/549437_137524559714760_100003716514284_155681_225292270_n.png" width="610" height="544" /></a></div>
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		<title>Parab&#233;ns, Limongi</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 22:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astros da bola]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste dia 4 de maio o meu abraço fraterno vai para o amigo e companheiro deste velho cronista, Flaviano Limongi, que na mocidade foi goleiro (foto) do Tijuca e chegou a jogar nas Seleções do Amazonas contra o Pará, em 1944 e 1946. Está completando 86 anos. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; ANTES&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; E&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; DEPOIS &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Muito jovem ainda, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste dia 4 de maio o meu abraço fraterno vai para o amigo e companheiro deste velho cronista, Flaviano Limongi, que na mocidade foi goleiro (foto) do Tijuca e chegou a jogar nas Seleções do Amazonas contra o Pará, em 1944 e 1946. Está completando 86 anos.</p>
<p><b>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; ANTES&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; E&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; DEPOIS </b></p>
<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image002.jpg" rel="lightbox[2093]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;border-top: 0px;border-right: 0px" border="0" alt="clip_image002" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image002_thumb.jpg" width="280" height="319" /></a>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; <a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image004.jpg" rel="lightbox[2093]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;border-top: 0px;border-right: 0px" border="0" alt="clip_image004" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image004_thumb.jpg" width="268" height="318" /></a></p>
<p>Muito jovem ainda, Limongi deixou o Futebol como jogador, mas ficou sempre ligado a ele. Praticava também o basquetebol e o voleibol, outras especialidades do Tijuca. </p>
<p>Tornou-se cronista esportivo de A Critica, narrador de futebol da Rádio Difusora do Amazonas, onde também comandou programa de auditório (Na Casa do Zebedeu) na mesma Rádio Difusora e foi com ele, como repórter de campo que a Rádio Rio Mar em 1955, lançou pela primeira vez nos nossos campos de futebol, por ocasião de um jogo Nacional x Princesa Isabel, o microfone sem fio, que levava o nome de <b><i>hand-toc</i></b>, aparelho montado aqui mesmo pelo saudoso José Lima Mendes, também técnico da emissora. Era deficiente, sem boa audição por excesso de ruídos, todavia uma novidade e chegou até a merecer registro na imprensa.</p>
<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image006.jpg" rel="lightbox[2093]"><img border="0" hspace="12" alt="clip_image006" align="left" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/clip_image006_thumb.jpg" width="300" height="226" /></a><b>NA FAF</b></p>
<p>Sempre envolvido no esporte, tomando a frente de grandes e arrojadas promoções, principalmente nas temporadas interestaduais para ajudar este ou aquele clube, foi encarregado pelos clubes para fundar a Federação Amazonense de Futebol, desvinculado da FADA o futebol. Uma luta árdua que durou meses, mas venceu. A FAF promoveu uma acentuada reviravolta no futebol.</p>
<p>O público voltou aos campos, às arrecadações cresceram, os clubes passaram a <i>importar</i> jogadores. Os estádios <i>Parque</i> e <i>Colina</i>, mesmo com todos os melhoramentos feitos pela entidade eram pequenos para tanta gente. O “<i>Vivaldo Lima”</i> seria a salvação e lá foi o Limongi conversar diariamente, com os governantes desta cidade para acelerar a construção do então <i>Tartarugão</i>, recebendo o maior apoio do governador Danilo Areosa. Na foto om o govenador Danilo Areosa.</p>
<p>Limongi, aposentado como juiz, diplomou-se em Direito pela nossa Faculdade, em 1950 e teve como companheiros, dentre outros, Aristófanes Castro, Hiram Caminha, Inez Vasconcelos Dias, Jerônimo Raposo da Câmara, Neyde Vasconcelos e Carlos Bandeira de Araújo.</p>
<p align="center"><b>DEVER DE GRATIDÃO</b></p>
<p>Ele foi o responsável maior pelo meu envolvimento nessa mania de pesquisar coisas do futebol de Manaus, de organizar estatística enfim, de mexer com os alfarrábios do meu Velho Baú.</p>
<p>Foi pelos idos de 1954, logo após a inauguração de Rádio Rio Mar que ele me levou para o jornal A CRITICA, e lá comecei a apresentar uma coluna com o nome de “Retalhos Esportivos”, sempre com notícias do nosso futebol. </p>
<p>Não me arrependo. Sou grato a ele, apesar de alguns percalços e profundos transtornos quando ainda tinha a idéia de ser jogador de futebol, participando de raras peladas no antigo balneário do Parque Dez.</p>
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		<title>Sul Am&#233;rica &#8211; 80 anos.</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 12:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clubes]]></category>
		<category><![CDATA[Sul América]]></category>

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		<description><![CDATA[O SUL AMÉRICA Esporte Clube começou como Serra Azul, um time de garotos, sem sede e muito menos diretoria. Dele faziam parte, dentre outros, Basílio, Joca, Dogival e Junot Frederico. Oficialmente transformou-se em Sul América que foi fundado 1º de maio de 1932, pelo mesmo grupo, reforçado por outros jovens, todos residentes no bairro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> O SUL AMÉRICA Esporte Clube começou como Serra Azul, um time de garotos, sem sede e muito menos diretoria. Dele faziam parte, dentre outros, Basílio, Joca, Dogival e Junot Frederico.</p>
<p>Oficialmente transformou-se em Sul América que foi <b>fundado 1º de maio de</b> <b>1932,</b> pelo mesmo grupo, reforçado por outros jovens, todos residentes no bairro de São Raimundo. </p>
<p>Na frente da casa do comerciante José Vieira, do lado oposto ao Grupo Escolar Olavo Bilac, na Rua 5 de Setembro, onde havia uma frondosa mangueira, os rapazes, com idades de 14 a 20 anos, reuniram-se e decidiram logo pela denominação do clube. Raimundo Verçosa, que era goleiro do São Raimundo na época com 19 anos, sugeriu o nome de Sul América ao lembrar de um clube argentino ou uruguaio com o mesmo nome. </p>
<p>O uniforme também foi decidido na mesma reunião por Valder Vieira: azul e branco.</p>
<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image00213.jpg" rel="lightbox[2085]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;border-top: 0px;border-right: 0px" border="0" alt="clip_image002" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image002_thumb13.jpg" width="616" height="402" /></a></p>
<p align="center"><i><strong>Sede adquirida em maio de 1951</strong>.</i></p>
<h4 align="center">CAMPEÃO DA TAÇA</h4>
<p>Os feitos do <b><i>Trem da Colina</i></b>: <b>Campeão da Taça Amazonas de 1977</b>, competição de um só turno, disputado por cinco agremiações. Sul América venceu todos os adversários: Fast, 1 a 0; América, 4 a 0; São Raimundo, 2 a 1 e Nacional, 2 a 0, marcando nove gols contra apenas um sofrido.</p>
<p>Nesse mesmo ano, o Sul América conquistou o Torneio Inicio, formando com Walter, Heleno, Valdomiro, Mário Bacurí e Manuel; Rai, Carioca e Gilson; Zé Eduardo, Careca e Assis (Luís Alberto).</p>
<p><b>CAMPEÃO DE 1992</b></p>
<p><b>1992 &#8211; </b>o Sul América, sob a direção do desportista Mário Cortez no departamento de futebol, contando com outros colaboradores como Valdeir Gondin, Luís Castelo, Raimundo Góes, Lindolfo Cardoso, José Taveira, Jandeir Cardoso e Hélio Duarte, do massagista Mundinho e do roupeiro Gaguinho, voltou a disputar a competição oficial.</p>
<p align="center"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image0046.jpg" rel="lightbox[2085]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;margin-left: 0px;border-top: 0px;margin-right: 0px;border-right: 0px" border="0" hspace="12" alt="clip_image004" align="left" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image004_thumb6.jpg" width="190" height="188" /></a><b>BICAMPEÃO.</b></p>
<p><b>1993 &#8211; </b>Começou conquistando o Torneio Inicio. Nessa temporada, o Sul América contou ainda com mesmo grupo de colaboradores. Mas o braço forte do <i>Trem da Colina</i>, sem dúvida foi o empresário Mário Cortez, que lutou, gritou e batalhou para que o Sul América chegasse ao título e, também, à Copa do Brasil, uma vez que <i>forças ocultas</i> queriam tirar o direito de seu clube, legítimo campeão amazonense. <i>Na foto, Mário Cortez e Valdeir Gondin.</i></p>
<p><b>Time campeão de 1993</b>- Reinaldo, Alexandre, Jorge Luiz, Careca e Guará; Tavares, Betão (Gilson Leão) e Elson; Fernandinho, Ney e Furtado.</p>
<p>Jogaram ainda, Beto Pastor, Hidalgo, Lima Pifó, Walmir, o goleiro Guanair, Dadau, Branco, Marquito, Jailson, Elizaldo e Luíca. Técnico: Iane Jaber. </p>
<p>Há algum tempo o Sul América obedece à incansável colaboração do empresário Luiz Costa, que ao lado de seu filho, o advogado Alex, também jogador do time profissional, vai levando o “Trem da Colina”, enfrentando uma série de obstáculos, para não deixar de disputar a competição oficial, mas neste ano de 2012, parou.</p>
<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image0061.jpg" rel="lightbox[2085]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;border-top: 0px;border-right: 0px" border="0" alt="clip_image006" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image006_thumb1.jpg" width="609" height="343" /></a></p>
<p align="center"><i><strong>1957 – Zamundo, Sula e Carrapeta eleita como a melhor intermediária do futebol amazonense pela entidade dos cronistas.</strong></i></p>
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		<title>Dia do Goleiro</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 13:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astros da bola]]></category>

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		<description><![CDATA[O “Dia do Goleiro” comemora-se em 26 de abril. A idéia de criar a data foi do tenente Raul Carlesco e do capitão Reginaldo Pontes Bielinski, do Exército, conforme relata o jornalista Paulo Guilherme, autor do livro “Goleiros”. Antes a data escolhida era 14 de abril, mas a partir de 1976, definiu-se como a de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O “<strong><em>Dia do Goleiro</em></strong>” comemora-se em 26 de abril. A idéia de criar a data foi do tenente Raul Carlesco e do capitão Reginaldo Pontes Bielinski, do Exército, conforme relata o jornalista Paulo Guilherme, autor do livro “Goleiros”. Antes a data escolhida era 14 de abril, mas a partir de 1976, definiu-se como a de 26 de abril, numa homenagem ao goleiro Manga que na época era Campeão Brasileiro pelo Internacional e faz aniversário nesse dia. </p>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroRestolhoNery8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroRestolhoNery1.png" width="209" height="263" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroEliasJedeuCapado8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroEliasJedeuCapado1.png" width="193" height="250" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroPraxitelesAntony18x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroPraxitelesAntony11.png" width="196" height="262" /></a></div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="600">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>RESTOLHO NERY</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>ELIAS JUDEU CAPADO</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>PRAXITELES ANTONY</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="200">
<p align="center">Foi um bom goleiro do Nacional. Chamava a atenção do torcedor por jogar de óculos. Tricampeão pelo Nacional 1918-1919 1920. Eram seus companheiros na conquista, Fidoca, Rodolpho Gonçalves, Pequenino, Eduardo Cangalhas, Paulo Melo, Craveiro, Secundino e Parimé</p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center">Grandalhão, campeão pelo Cruzeiro do Sul em 1930, ao lado de Djalma, Waldemar Braga, Lisboa, Pedro Barbosa, Tácito Moura, Pipira Tenente, Miúdo,e Leopoldo. Depois, em 1932, ganhou mais destaque atuando pela União Esportiva Portuguesa</p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center">Destaque do Nacional, campeão em 1933. Chamava a atenção pelo cuidado com seu uniforme, quase sempre todo de azul. Foi vereador em Manaus, na década de 1970. Também botaram a faixa de campeão com Praxiteles, dentre outros, Djalma, Basquete, Otílio Farias, Barrote, Rennê Monteiro</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroCharuto8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroCharuto1.png" width="200" height="260" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroIano8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroIano1.png" width="188" height="250" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroLimongi8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroLimongi1.png" width="216" height="261" /></a></div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="600">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>CHARUTO</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>IANO MONTEIRO</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>FLAVIANO LIMONGI</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="200">
<p align="left">Domingos de Souza, revelado nas peladas do Caxangá. Depois defendeu o time do Monte Cristo, mas brilhou na União Esportiva Portuguesa. Bicampeão, 1934-1935, com Beré, Jofre Costa Novo, Delfim, Sabá, Raimundo Paixão, Dico, Rabito, Jokeide, Ofir Correa, Tenente, Tácito Moura e Zé PaixãoMorreu probre, trabalhando como engraxzate numa calçada da rua Marechal Dedoso, na década de 40.</p>
<p align="center">
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center">Foi revelado pelo Nacional, pelo qual foi bicampeão em 1936-1937. Seu maior destaque no nosso futebol ocorreu quando defendia o Rio Negro, campeão três vezes: 1938 1940 e 1943. </p>
<p align="center">Titular da Seleção do Amazonas nos jogos contra o Pará pelo Campeonato Brasileiro, em 1939, 1941 e 1942</p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center">Começou no Tijuca Clube disputando o Campeonato da Liga Matinal. Em 1942, o time chegou à divisão principal com uma desastrosa estréia ante o Nacional. Ainda em 1942, com 16 anos, foi convocado,&#160; para jogos do Amazonas, contra o Pará e em 1946, figurou como titular. Advogado, e sempre dedicado ao esporte, foi cronista esportivo, fundador da (FAF) e seu primeiro presidente</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroTho8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroTho1.png" width="186" height="264" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroSalgado8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroSalgado1.png" width="179" height="270" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroRaul8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroRaul1.png" width="218" height="277" /></a></div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="600">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>THEO</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>SALGADO</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>RAUL</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="200">
<p align="center">Theogenes de Melo, veio para Manaus, procedente do Ceará no início da década de 40. Jogou somente no Olímpico Clube, campeão de 1944 e 1947. Na seleção do Amazonas jogou em 1943 e 44. Foi funcionário da Polícia Militar de Manaus e aqui morreu</p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center">Filho de portugueses radicados em Manaus. Apareceu com destaque na União Esportiva na década de 40. Depois jogou pelo América até encerrar a carreira. Comerciário com atividade na firma Mattos Areosa que se situava na Rua Marechal Deodoro</p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<h6 align="center">*09-02-1919&#160; +18-06-1995</h6>
<p align="center">Sua carreira foi toda ela dedicada ao Fast Clube, com rápida passagem pelo Rio Negro e Olímpico. Campeão pelo Fast em 1948, 1949, 1950 e 1955. Velho morador da Bandeira Branca (Aparecida). Era funcionário estadual aposentado. Morreu vítima de um atropelamento em 1995</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroSandoval8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroSandoval1.png" width="196" height="267" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroLuizinho8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroLuizinho1.png" width="185" height="250" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroVicente8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroVicente1.png" width="214" height="269" /></a></div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="600">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>SANADOVAL</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>LUIZINHO</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>VICENTE</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="200">
<h6 align="center">*03-03-1926&#160;&#160; +27-02-2008</h6>
<p align="center">Começou no infantil do Rio Negro, mas em 1950 conquistava seu primeiro título pelo Nacional. No ano seguinte passou a defender o América, pelo qual foi campeão quatro vezes seguidas: 1951, 52 53 e 54. Jogou na Seção amazonense de 1950 e ainda no Sul América até encerrar a carreira em 1960, chegando até ser técnico por uma temporada</p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<h6 align="center">+18-03-1993</h6>
<p align="center">Luiz de Souza Gonçalves, também chamado de Mão de Grude, pela facilidade com que agarrava a bola com incrível segurança. Veio da cidade de Parintins em 1940, inicialmente como reserva de Iano Monteiro. Campeão pelo Rio Negro em 1940 e 1943 e pelo Olímpico em 1947. Morreu aos 73 anos. Era funcionário da Polícia Militar aposentado. Serviu por algum tempo na Assembléia Legislativa</p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center">Criado no bairro de Aparecida. Seu primeiro time federado foi o Princesa Izabel, do velho Jorge Bonates. Jogou pelo Barés e Auto Esporte, campeão em 1956. Integrou as Seleções do Amazonas de 1950e 1951. Rapaz de família pobre. Depois de deixar o futebol trabalhou como comerciário de algumas farmácias da cidade. Morreu ainda jovem antes de completar 40 anos</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroMota8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroMota1.png" width="202" height="271" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroZMaria8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroZMaria1.png" width="188" height="270" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroMarialvo8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroMarialvo1.png" width="215" height="273" /></a></div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="600">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>MOTA</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>ZÉ MARIA</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>MARIALVO</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="200">
<h6 align="center">*30-03-1943</h6>
<p align="center">Mota Antônio Martins, cearense de nascimento ingressou no Nacional em 1943. Bicampeão em 1945-1946. Ainda jogou pelo Clipper e pelo Sul América. Funcionário estadual, trabalhando por muito tempo no velho Ginásio Amazonense. Morou por muito tempo no Beco do Macedo, onde morreu na década de 80</p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<h6 align="center">*28-08-1929</h6>
<p align="center">José Maria do Couto nascido no Pará, servia ao Exército Brasileiro em Roraima quando tomou gosto pelo futebol e lá foi campeão pelo Rio Branco e Roraima. Veio para Manaus em 1961 e estreou no Nacional no ano seguinte. Bicampeão em 1963-1964. Depois voltou a Roraima onde jogou pelo Baré até aos 43 anos. Voltou a Manaus aqui vive (2009).</p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center">Duarte Hayden nascido em Manaus em abril 1943. Defendeu o América de 1958 a 1966 com grande destaque, desde as categorias de base. Ingressou no Nacional em 1967. Bicampeão pelo mesmo Nacional em 1968-1969. Transferiu-se para o Fast e foi campeão em 1971 e também pela Taça Amazonas em 1972. Participou, pelo Nacional, da vitória do Nacional sobre o Maringá, do Paraná, no Maracanã em 24 de agosto de 1969</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroMarcos8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroMarcos1.png" width="202" height="263" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Goleiromaneco8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Goleiromaneco1.png" width="177" height="250" /></a></div>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: left;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroWaldirMelo8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GoleiroWaldirMelo1.png" width="220" height="264" /></a></div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="600">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>MARCOS</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>MANECO</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center"><strong>WALDIR MELO</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="200">
<p align="center">Marcos Paiva Marinho destacou-se no Nacional e logo foi para o futebol paraense jogando pelo Clube do Remo. Voltou a Manaus e ingressou no Rio Negro que estava retornando o futebol em 1960. Algumas vezes chegou a jogar de atacante pelo time alvinegro.Jogou na Seleção do Amazonas em 1956 e terminou no Sul América em 1969</p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center">Miranda Leão, um goleiro sóbrio de muita segurança. O </p>
<p align="center">Fast Clube foi seu principal time onde já atuava desde 1968. Campeão em 1970 pelo mesmo Fast, no tempo de&#160; dos Piola, Pompeu, Parada, Laércio, Afonso e Adinamar. Abandonou cedo a carreira por causa dos estudos e hoje vive nio Paraná</p>
</td>
<td valign="top" width="200">
<p align="center">Carlos Waldir Ruiz de Melo, nascido em Manaus, no bairro de São Raimundo em 06/08/1945. Sua carreira de goleiro foi quase toda ela dedicada ao São Raimundo,&#160; onde começou em 1959 e ficou até 1971. Super campeão em 1961 e campeão, profissional, em 1966. Teve rápida passagem pelo Olímpico, mas não chegou a jogar</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Clvisvoando8x6.jpg" title="" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Clvisvoando.png" width="610" height="409" /></a></div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="600">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="600">
<p align="center"><strong>CLOVIS</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="600">
<p align="left">Clovis Amaral Machado, nascido em&#160; Parintins no dia 20 de outubro de 1943. Começou no Auto Esporte Clube, time que disputou a primeira divisão do nosso futebol. Não tinha pretensão de ser goleiro, mas&#160; como faltou ao treino&#160; o titular do time de aspirantes, tomou conta da posição onde se consagrou no futebol de Manaus.</p>
<p align="left">Clovis ganhou o apelido de “Aeanha Negra” por se apresentar aos jogos, sempre de uniforme preto e uma toalha vermelha ao percoço, o que muito atormentou a torcida do maior adversário, o Nacional. Campeão pelo Rio Negro em 1962 e 1965. Encerrou a carreira em 1982, por ocasião de um amistoso entre Rio Negro x Bangú, do Rio, no Estádio “Ismael Benigno”.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Santos, o artilheiro</title>
		<link>http://www.bauvelho.com.br/?p=1966</link>
		<comments>http://www.bauvelho.com.br/?p=1966#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 12:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astros da bola]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>

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		<description><![CDATA[O blogueiro Paulo Henrique pede o histórico da passagem do atacante paraense, Santos, pelo nosso futebol. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Santos e Anízio – Rio Negro 1969&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Santos e Flávio – Olímpico 1972 Nos arquivos do Baú Velho consta que o atacante Santos veio do futebol paraense para defender o Rio Negro em 1968. Estreou contra a Rodoviária [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O blogueiro Paulo Henrique pede o histórico da passagem do atacante paraense, Santos, pelo nosso futebol.</p>
<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image00210.jpg" rel="lightbox[1966]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;border-top: 0px;border-right: 0px" border="0" alt="clip_image002" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image002_thumb10.jpg" width="275" height="302" /></a>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; <a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image0043.jpg" rel="lightbox[1966]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;border-top: 0px;border-right: 0px" border="0" alt="clip_image004" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image004_thumb3.jpg" width="267" height="305" /></a></p>
<blockquote><p><i><strong>Santos e Anízio – Rio Negro 1969&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Santos e Flávio – Olímpico 1972</strong></i></p>
</blockquote>
<p>Nos arquivos do Baú Velho consta que o atacante Santos veio do futebol paraense para defender o Rio Negro em 1968. Estreou contra a Rodoviária com vitória de 3&#215;1 e foi o autor do primeiro gol riongerino e ainda artilheiro do campeonato com 9 gols. </p>
<p>Em 1970 permaneceu no Rio Negro.</p>
<p>Em 1971 transferiu-se para o Olímpico disputando a Taça Amazonas marcando 5 gols e no Campeonato oficial do mesmo ano, artilheiro com 9 gols.</p>
<p>Em 1972 filiou-se ao time da Rodoviária estreando com o Olímpico na Taça Amazonas, com vitória de 1&#215;0 gol de sua autoria</p>
<p>Continuou na Rodoviária em 1973 pelo qual foi campeão embora sem a condição de titular absoluto.</p>
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		<title>Catita</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 04:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astros da bola]]></category>

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		<description><![CDATA[Wilson Ferreira da Silva um nome desconhecido para os desportistas mas, para os que freqüentavam os campos de futebol na década de 60, certamente lembrarão do quarto zagueiro Catita, titular do Atlético Rio Negro Clube durante nove anos e, considerado pela torcida adversária, como o jogador mais violento de seu tempo. Catita de fato, era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>Wilson Ferreira da Silva um nome desconhecido para os desportistas mas, para os que freqüentavam os campos de futebol na década de 60, certamente lembrarão do quarto zagueiro Catita, titular do Atlético Rio Negro Clube durante nove anos e, considerado pela torcida adversária, como o jogador mais violento de seu tempo.</i></p>
<p>Catita de fato, era duro. Nas bolas divididas sempre levava vantagem, mas uma vez topou uma parada inesperada com outro seu companheiro de profissão, também tachado de violento: o meia armador Vitorino, que atuou pelo Fast, Auto Esporte e São Raimundo.</p>
<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image0029.jpg" rel="lightbox[1960]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;margin-left: 0px;border-top: 0px;margin-right: 0px;border-right: 0px" border="0" hspace="12" alt="clip_image002" align="right" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image002_thumb9.jpg" width="156" height="243" /></a>O encontro de ambos aconteceu num jogo do campeonato de 1966, no campo da Colina entre Rio Negro e São Raimundo. De um lado Catita defendendo o Rio Negro e no lado oposto Vitorino, filho de português e ex-talhador de carne de gado e que por isso manejava muito bem um terçado, um afiador e outros apetrechos próprios da profissão, defendendo o São Raimundo e para muitos um carrasco do nosso futebol. </p>
<p>Num lance de meio de campo, próximo ao túnel à direita da arquibancada, houve um choque entre ambos. Do outro lado, os locutores das emissoras de rádio bradavam: “ali saiu faísca”. Vamos ver “quem sai inteiro”. Tanto Catita como Vitorino deixaram o campo para atendimento médico, mas o Catita, minutos depois, voltou com uma joelheira na perna direita. Vitorino não teve a mesma sorte, pois sofrera uma fratura. Catita ainda jogou o resto da partida mancando e depois teve que parar de jogar um pouco para se recuperar da lesão que sofrera nos meniscos.</p>
<p>Mais uma batalha vencida por Catita, que começou no time juvenil do Olímpico e logo depois ingressou no Clipper, clube da Rua Visconde de Porto Alegre na primeira divisão. Em 1960, o vigoroso zagueiro transferiu-se para o Rio Negro a convite do velho Josué Cláudio de Souza que reorganizou o time barriga-preta fazendo-o voltar aos gramados após 14 anos ausente. Catita foi campeão duas vezes pelo Rio Negro, em 1962 e 1965. No primeiro formou a intermediária com Fernando e Eudóxio e no segundo título, ao lado de Edson Ângelo e Damasceno. Fez sua última partida com a camisa do Rio Negro, em 1969, contra o Nacional, jogando de lateral esquerdo.</p>
<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image0042.jpg" rel="lightbox[1960]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;margin-left: 0px;border-top: 0px;margin-right: 0px;border-right: 0px" border="0" hspace="12" alt="clip_image004" align="right" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image004_thumb2.jpg" width="226" height="441" /></a>Mas a carreira de Catita continuou. Em 1970, voltava a vestir a camisa do Olímpico, mas só por uma temporada. No ano seguinte estreava no América onde permaneceu até 1972, porque o seu novo clube só disputou apenas um turno, não conseguindo classificação para a final.</p>
<p>Catita não pegou o grosso do profissionalismo do futebol local e por isso nada ganhou a não ser sólidas amizades, principalmente entre os rionegrinos. Seu dia a dia, após arquivar as chuteiras, foi no volante de um táxi. Ficou grato ao Rio Negro que na festa de seus 75 anos de fundação, prestou-lhe significativa homenagem. Uma decisão da alta cúpula do Rio Negro de sempre lembrar antigos craques de todas as suas áreas esportivas, em reconhecimento aos que um dia lutaram pela camisa barriga-preta.</p>
<h4><b>NO AMÉRICA</b></h4>
<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image00241.jpg" rel="lightbox[1960]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;margin-left: 0px;border-top: 0px;margin-right: 0px;border-right: 0px" border="0" hspace="12" alt="clip_image002[4]" align="left" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image0024_thumb.jpg" width="100" height="149" /></a>Catita já em final de carreira, atuou em alguns jogos pelo América, do velho lutador Amadeu Teixeira nas temporadas de 1971-72, tendo como companheiros, Silvio, Zé Raimundo Rui, China, Amiraldo, Nildo, João da Mata e Nivaldo.</p>
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		<title>Morreram Cl&#225;udio Lemos e Z&#233; Carlos</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 17:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astros da bola]]></category>

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		<description><![CDATA[Morreu Cláudio Lemos de Aguiar, cuja Missa de 7º. Dia acontece hoje (13-04) na Igreja de Adrianópolis. Na década de 40, Cláudio foi titular da equipe de futebol do Olímpico Clube. Jogava com ponteiro direito, na época em que o ataque de qualquer equipe era formado por cinco jogadores. No campeonato de 1943, Cláudio Lemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Morreu Cláudio Lemos de Aguiar, cuja Missa de 7º. Dia acontece hoje (13-04) na Igreja de Adrianópolis. Na década de 40, Cláudio foi titular da equipe de futebol do Olímpico Clube. Jogava com ponteiro direito, na época em que o ataque de qualquer equipe era formado por cinco jogadores.</p>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FacadinhaUbaldoPeruanoCludioLemoseGoty19438x6.jpg" title="Facadinha, Ubaldo Peruano, Cláudio Lemos e o goleiro Goty (1943)" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FacadinhaUbaldoPeruanoCludioLemoseGoty1943.png" width="610" height="540" /></a></div>
<p>No campeonato de 1943, Cláudio Lemos já estava afastado do futebol, mas foi chamado às pressas pela direção de seu clube para enfrentar o Rio Negro numa decisiva.</p>
<p>O fato ocorreu porque o Olímpico havia contratado alguns jogadores do Santa Cruz, de Recife que cumpria temporada em Manaus. Foram contratados Omar, Pelado, Pinhegas e Bendelak. Dois dias antes de decisão contra o Rio Negro, jogadores, Pelado, Pinhegas e Bendelak, sem autorização do clube, viajaram para Belém para um o jogo do Clube do Remo num amistoso contra o São Cristóvão, do Rio.</p>
<p>Dirigentes do Olímpico foram obrigados a recorrem aos reservas Delcídio e Periquito e apelar para Cláudio abandonasse a idéia de pendurar as chuteiras e desse uma ajuda ao clube. O Rio Negro venceu e ganhou o título de 1943. </p>
<h3><b>ZÉ CARLOS</b></h3>
<p>Nesta semana (12-04) também morreu o antigo zagueiro Zé Carlos Torres, 82, que fez parte do time titular do Eldorado, clube do bairro de Aparecida e que pertencia a uma família de desportistas a começar pelo Patriarca Francisco Rebelo de Souza e seus filhos, João, Jairo, Jayme, Jessé e Antônio.</p>
<div style="padding-bottom: 0px;margin: 0px;padding-left: 0px;padding-right: 0px;float: none;padding-top: 0px" class="wlWriterEditableSmartContent"><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ZCarlosNenmRafaeleJaymeRebelo8x6.jpg" title="Zé Carlos, Neném Rafael e Jayme Rebelo (1948)" rel="lightbox"><img border="0" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ZCarlosNenmRafaeleJaymeRebelo.png" width="610" height="403" /></a></div>
<p align="left">Zé Carlos sempre era requisitado para defender os times do bairro de Aparecida, onde residia, embora procedente do Município do Careiro, filho do abastado comerciante Lauro Torres. Jogava de zagueiro, durão nas disputas contra os adversários mais afoitos.</p>
<p>Casado com uma moradora do bairro de São Raimundo, há muitos anos residia em frente à Praça da Igreja. Era funcionário aposentado da Câmera municipal de Manaus, onde exerceu a função de Segurança.</p>
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		</item>
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		<title>Rio Negro campe&#227;o de 1987</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 12:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>

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		<description><![CDATA[O Nacional vinha de um tetra-campeonato, de 1983 a 1986. O Rio Negro estava preparado para evitar mais um título do seu mais temível adversário e conseguiu em 1987. Para tanto contratou alguns valores do próprio Nacional como Paulo Galvão, Marinho Macapá, Fernandinho, Luis Florêncio e Jason, disposto a quebrar a trajetória vitoriosa do ”inimigo”. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Nacional vinha de um tetra-campeonato, de 1983 a 1986. O Rio Negro estava preparado para evitar mais um título do seu mais temível adversário e conseguiu em 1987.</p>
<p>Para tanto contratou alguns valores do próprio Nacional como Paulo Galvão, Marinho Macapá, Fernandinho, Luis Florêncio e Jason, disposto a quebrar a trajetória vitoriosa do ”inimigo”.</p>
<p>O Rio Negro foi o campeão do 1º. Turno e o Nacional do 2º. Decisão em “melhor de três pontos”.</p>
<p align="center"><b>PRIMEIRO JOGO DA SÉRIE</b></p>
<p>No dia 16 de agosto de 1987 no Vivaldo Lima, as duas equipes estavam reunidas para o primeiro jogo da série que indicaria o campeão da temporada. Arbitragem do gaúcho Pedro Carlos Bregalda.</p>
<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image0027.jpg" rel="lightbox[1942]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;margin-left: 0px;border-top: 0px;margin-right: 0px;border-right: 0px" border="0" hspace="12" alt="clip_image002" align="right" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image002_thumb7.jpg" width="255" height="294" /></a><b>Rio Negro</b> venceu por 2 a 1, gols de Jason e Carlinhos Maracanã (<i>foto ao lado</i>), ambos no 1º. Tempo. Freitas marcou para o Nacional, no período final.</p>
<p>O Rio Negro vencedor, formou com: Luis Roberto, Paulo Verdan Renato, Paulo Galvão e Luis Florêncio; Kleber Fernandinho e Carlinhos Maracanã; Curió, Jason (Jorginho) e Rildo.</p>
<p align="center"><b>SEGUNDO JOGO</b></p>
<p>No dia 19 de agosto de 1987, (quarta-feira) o Rio Negro jogava pelo empate, mais venceu por 1 a 0, gol de Rildo, aos 44 minutos do segundo tempo, com o carioca Luiz Carlos Félix no apito.</p>
<p><b>Rio Negro – campeão</b> – Luis Roberto, Paulo Verdan, Renato (Marinho Macapá), Paulo Galvão e Luis Florêncio; Kleber, Fernandinho e Jorginho; Robertinho (Carlinhos Maracanã), Tonho e Rildo.</p>
<p><b>Nacional:</b> &#8211; Artur, China (Murica), Alves, Gilvan e Laércio; Sérgio Duarte, Helinho e Neto; Camarão (Jacozinho), Luizinho e Freitas.</p>
<p>O amapaense Jason, foi o artilheiro do campeonato de 1987, com 19 gols, seguido de seu companheiro de equipe, o pernambucano Curió, com 12 gols, e em terceiro, Rildo, do mesmo Rio Negro, com 10 gols. </p>
<p><a href="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image004.jpg" rel="lightbox[1942]"><img style="border-bottom: 0px;border-left: 0px;margin-left: 0px;border-top: 0px;margin-right: 0px;border-right: 0px" border="0" hspace="12" alt="clip_image004" align="left" src="http://www.bauvelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clip_image004_thumb.jpg" width="108" height="118" /></a></p>
<p>Nesse campeonato, o goleiro Luis Roberto, que participou de 22 jogos em todo o campeonato, permaneceu invicto em oito jogos.</p>
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