28/07/13 – Após lutar desde outubro do ano passado, morreu na tarde deste sábado (27), o jornalista esportivo e historiador, Carlos Zamith, aos 87 anos, em sua residência, no Conjunto Aristocrático, na avenida Constantino Nery e, como o ‘patriarca’ Flaviano Limongi, amigos inseparáveis, não viu a Arena da Amazônia, que sepultou o ‘Vivaldão’, ser inaugurada.

O corpo está sendo velado, na Assembleia Legislativa do Estado. O enterro está programado para às 10h, no cemitério São João Batista, na Zona Sul de Manaus.

Jornalista há mais de 50 anos, Carlos Zamith nasceu em Manaus no dia 20 de fevereiro de 1926. Começou a vida profissional em rádio, em 1954. Passou a ser repórter esportivo de jornal impresso e assinava uma chamada “Retalhos Esportivos”.

Em 1956 ajudou a fundar a Associação dos Cronistas e locutores Esportivos do Amazonas (ACLEA), onde foi seu tesoureiro durante onze anos consecutivos. Em 1960, ainda em jornal impresso, criou outra coluna, chamada Baú Velho, que contava as histórias do futebol amazonense. Em seguida, publicou livro com o mesmo nome.

Fonte: CBN Manaus

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28
jul

Vídeo do Jornal do Amazonas

 Publicado por Carlyle Zamith em Audio & Video, Eu sou o Baú Velho

Corpo do jornalista esportivo foi sepultado neste domingo. O ‘Baú Velho’ dedicou parte da vida para relatar a história do esporte local.


FONTE: Bom Dia Amazônia, exibido em 28 de julho de 2013, pela TV Amazonas

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Corpo do jornalista esportivo foi sepultado neste domingo. O ‘Baú Velho’ dedicou parte da vida para relatar a história do esporte local.

Amigos, familiares e admiradores deram o último adeus ao jornalista esportivo Carlos Zamith, na manhã deste domingo (28), no Cemitério São José Batista, na Zona Centro-Sul de Manaus.

O corpo de Zamith foi velado na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam). Depois, o cortejo seguiu para o sepultamento. A cerimônia foi marcada por momentos de emoção. Amigos homenagearam o jornalista com discursos, aplausos e cantando a música ‘Despedida‘, do rei Roberto Carlos.

O radialista Arnaldo Santos esteve presente no sepultamento. Ele declarou que o jornalismo esportivo ficou órfão com a perda do amigo. "Eu o tenho como um exemplo na minha própria formação. Ele escreveu a história e foi um conselheiro para todas as horas. Através dos ensinamentos dele com Flaviano Limonge, com quem sempre andava, consegui manter minha carreira de cronista esportivo durante todos esses anos. Os livros dele são testemunho daquilo que serve como relíquia. Perdemos um grande jornalista esportivo, e hoje eu me sinto órfão, porque perdi um grande amigo", disse.

O juiz Luís Claúdio Chaves, torcedor do Nacional, ressaltou o legado de Zamith para o futebol local. epultamento. "Acho que ele deu contribuição inegável para o futebol amazonense. Foi o primeiro a analisar, pesquisar e sistematizar, desde o início, o futebol no Amazonas, nesse país que tem memória curta. Hoje, qualquer pessoa em Manaus que consultar os livros de Zamith terá acesso à história. Ele foi um grande homem e merece o respeito de atletas, jornalistas por fortalecer através do seu trabalho o futebol aqui", ressaltou.

História e legado

Filho de portugueses, Carlos Zamith faleceu aos 87 anos, vítima de câncer nos rins, na tarde de último sábado. O profissional ficou conhecido como ‘Baú Velho’ por dedicar parte da vida para relatar a história do futebol amazonense.

Torcedor do Botafogo do Rio de Janeiro, e Rio Negro do Amazonas, escreveu seu primeiro livro em 1999: ‘O Baú velho, história do futebol e seus personagens’. Em 2006, publicou ‘O Histórico das 42 decisões do campeonato profissional de 1964 e 2005′. Em 2008, relançou a segunda edição do ‘Baú Velho’.

O filho mais velho do jornalista, o analista de sistemas Carlyle Zamith, foi um dos idealizadores do blog bauvelho.com.br. Durante o velório, ele agradeceu o apoio e as homenagens recebidas e prometeu dar seguimento às obras do pai. "Meu pai morreu como passarinho. Eu tenho um acervo grande e a obrigação de publicar isso para essa geração que está surgindo no jornalismo, para que conheçam esse futebol de ouro que era o futebol do Amazonas. Carlos Zamith morreu, mas o legado permanece vivo", destacou.

Fonte: G1 Amazonas

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Cheguei a Manaus em janeiro de 1980. Com 9 anos, juntamente com meu três irmãos e meus pais, esta seria a cidade que passaria a fazer parte de nossa família desde então. Meu pai trabalhava em uma multinacional de origem norte americana e fora transferido para lá. Fanático por futebol eu teria como primeira “missão” escolher o time local para quem iria torcer.

Naqueles tempos o Nacional dominava plenamente o futebol local e também as páginas de todos os jornais. Ao ler o caderno de esportes do jornal A Critica, no entanto, passei a acompanhar uma coluna que relatava histórias de todas as equipes, o Baú Velho.

Passou a ser minha leitura semanal dos domingos. Além do Naça passei a gostar de Rio Negro, Fast Club, São Raimundo, Sul América, América e tantos outros. O autor da coluna passou a ser a minha grande referência esportiva, seu nome, Carlos Zamith. Na minha cabeça passara muitas coisas, sobre como seria aquele homem que sabia tanto sobre futebol.

Os anos passaram, voltei a São Paulo aos 16 anos. Me formei, passei a trabalhar e apenas muitos anos depois, durante umas férias de final de ano em Manaus, li que a casa de “Seo” Zamith fora inundada. Resolvi ir até lá então, seria o momento de conhecer um grande ídolo. Consegui seu telefone e perguntei se poderia ir vê-lo.

Chegando lá, o avistei na frente de uma casa, em “seu escritório” em um banco em baixo de uma árvore. Uma simpatia sem tamanho. Uma simplicidade insuperável. Uma doçura que poucas vezes encontrei em alguém. Ficamos por horas conversando sobre futebol. Deixei meu contato e falei que voltaria a vê-lo antes de partir para São Paulo

Passaram se alguns dias foi ele quem me ligou. Tinha achado algumas revistas de futebol da década de 1940 e queria me presentear com elas. Assim era Zamith.

Minha admiração por ele passou a não caber mais dentro de mim. Durante alguns anos, passou a ser uma tradição para mim, sempre que fosse a Manaus, me encontrar com ele, sempre no “seu escritório”. Foi lá que descobri por quais equipes torcia, o já extinto União Esportiva e a equipe da Estrela Solitária, o Botafogo.

Pouco de mais de um mês atrás liguei para ele, já sabia de seu estado de saúde, e pensei que não seria possível falar. Que nada!

Embora com a voz frágil, batemos um papo de alguns minutos.

Sabia que seria o ultimo.

E foi…

Ontem, dia 27 de julho, Deus pediu que Zamith o levasse pessoalmente suas lembranças sobre futebol.

Fonte: José Renato

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Quem fez o gol que deu ao futebol amazonense a primeira vitória no estádio do Maracanã? Em que data? A quantos minutos? Qual foi a formação do time? E quais eram as credenciais do adversário? Quantas vezes, editor de esportes de A Crítica, peguei o telefone para fazer perguntas assim a Carlos Zamith. “Me dá cinco minutos, que já vejo”, dizia ele, para retornar a ligação em seguida, com todas as respostas prontas, detalhadas, incontinentes. Hoje (27/07), às 17h30, o homem do Baú Velho faleceu, nascido em 20 de fevereiro de 1926, aos 87 anos. Recebe, na Assembleia Legislativa, as reverências dos amigos e admiradores.

Zamith gostava de futebol. Nunca transmiti um jogo em Manaus sem que ele estivesse lá, com um pedaço de papel na mão, anotando os detalhes que acrescentaria ao seu já bem fornido baú.

Flaviano Limongi, o Patriarca do futebol amazonense, foi-se há pouco tempo. Foi quem, presidente da Federação Amazonense de Futebol (FAF), decidiu construir o estádio Vivaldo Lima. E fez isso juntando forças daqui e dali, buscando contribuições como a de Arnaldo Santos, então assessor de comunicação do Grupo Simões, e conseguiu os recursos para fazer o maior estádio do Norte, o Tartarugão. Achava que, para inaugurá-lo, ninguém menos que a Seleção Brasileira deveria jogar na cidade, enfrentando uma seleção local. E fez a festa com os canarinhos de Zagallo, a caminho do México e da conquista do tricampeonato mundial.

Zamith e Limongi agora batem bola com os craques que os esperavam à beira do gramado celeste. Despidos das limitações do tempo e da matéria devem estar arrebentando na partida eterna. Eles integram aquela espécie de jornalista/ radialista que amam o que fazem e por isso transformam as próprias vidas em História.

O Baú Velho, que algum político de juízo bem que poderia tombar, oficializando-o como patrimônio do Amazonas, haverá de ser preservado na figura do Zamithinho, que há algum tempo vinha digitalizando as memórias do velho pai.

Ficam nossas saudades. O mundo do futebol há de oferecer aos dois, Limongi e Zamith, as reverências que conquistaram, numa vida marcada pela competência.

FONTE: Blog do Marcos Santos

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Manaus, AM, 28 (AFI) – Foi enterrado neste domingo, em Manaus, um dos principais cronistas esportivas da Região Norte: Carlos Zamith, que tinha 87 anos e fazia quase um ano que vinha lutando contra um câncer de próstata. Zamith era considerado uma lenda da imprensa esportiva da Região Norte do Brasil, inclusive sendo um dos poucos historiadores do futebol do Amazonas.

Carlos Zamith trablhou em vários veículos de comunicação em Manaus atuado na imprensa esportiva por quase 60 anos. Foi responsável pela criação da Associação dos Cronistas Esportivos do Amazonas e assinava a mais respeitada coluna esportiva do Amazonas: Baú Velho, onde contata histórias do futebol manauara.

Carlos Zamith também escreveu o livro "Baú Velho", historiando a vida do futebol amazonense e seus personagens. Com o mesmo novo, Carlos Zamith mantinha um blog que, nos últimos meses, vinha sendo alimentado pela família que relatava como estava a saúde de Zamith.

FONTE: Agência Futebol Interior

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‘Baú Velho’ faleceu neste sábado vítima de câncer na próstata. Ele foi um dos maiores defensores do futebol amazonense

Com discursos emocionados, aplausos e a canção ‘Despedida‘, do cantor Roberto Carlos, assim foi o enterro do jornalista Carlos Zamith, na manhã deste domingo (28), no cemitério São João Batista, Zona Centro Sul de Manaus.

O sepultamento do ícone do jornalismo esportivo no Amazonas foi acompanhado por jornalistas, ex-colegas de profissão e torcedores dos clubes do Estado, todos enaltecendo a importância e o legado deixado pelo ‘Baú Velho’, que marcou história pela luta em prol do futebol amazonense.

”O esporte amazonense perdeu uma das pessoas mais importantes da história”. Com essa frase, o radialista Arnaldo Santos , um dos presentes no sepultamento, definiu Zamith, que trabalhou no Jornal do Commercio e na A Crítica.

- Eu tenho um exemplo na minha própria formação e digo com certa emoção que o esporte amazonense perdeu uma das pessoas mais importantes, que se preocupava com passado. Escreveu a história e foi um conselheiro de todas as horas. Através dos ensinamentos dele, com Flaviano Limongi, eu consegui manter minha carreira de cronista esportivo durante todos esses anos. Os livros dele são testemunhos daquilo que serve como uma relíquia. Perdemos um grande jornalista esportivo e hoje eu particularmente me sinto órfão porque perdi um grande amigo.

O juiz Luís Claúdio Chaves, torcedor do Nacional-AM, relembrou a ‘caminhada’ de Zamith para contribuir com o futebol ‘baré’. Chaves  enfatizou que o jornalista ”faz parte da história local”, e espera que todo o legado do amigo não caia no esquecimento dos aficionados pelo futebol do Amazonas.

- Eu acho que ele deu contribuição inegável e inúmera  para o futebol amazonense. Foi o primeiro a analisar, pesquisar e sistematizar desde o início o futebol no Amazonas, num país que tem memória curta. Hoje, qualquer pessoa em Manaus que consultar os livros de Zamith terá acesso à história. Ele foi um grande homem e merece o respeito de atletas e jornalistas por fortalecer através do seu trabalho o futebol aqui – declarou

FONTE: O Melhor do Bairro

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Amazonense ajudou a fundar, em 1956, a Associação dos Cronistas e locutores Esportivos do Amazonas. Enterro será neste domingo, às 10h

Na tarde deste sábado (27), o Amazonas perdeu uma das figuras mais importantes do jornalismo esportivo. Carlos Zamith, conhecido pelo livro Baú Velho, morreu aos 87 anos em sua residência, no Bairro Chapada, na Zona Centro-Sul de Manaus. De acordo com um dos filhos, Carlos Zamith Júnior, o pai estava doente desde outubro do ano passado e, neste ano, foi constatado que ele tinha um câncer na próstata.

- Nosso pai chegou ao fim de uma forma tranquila. Eu estava no quarto. A gente estava segurando a mão dele – disse Carlos Zamith Júnior.

O corpo será velado ainda neste sábado, na Assembleia Legislativa do Estado, e o enterro está programado para as 10h (11h de Brasília), no cemitério São João Batista, na Zona Sul da capital.

Jornalista há mais de 50 anos, Carlos Zamith nasceu em Manaus no dia 20 de fevereiro de 1926. Começou a vida profissional em rádio, em 1954. Passou a ser repórter esportivo de jornal impresso e assinava uma chamada Retalhos Esportivos.

Em 1956 ajudou a fundar a Associação dos Cronistas e locutores Esportivos do Amazonas (ACLEA), onde foi seu tesoureiro durante onze anos consecutivos. Em 1960, ainda em jornal impresso, criou outra coluna, chamada Baú Velho, que contava as histórias do futebol amazonense. Em seguida, publicou livro com o mesmo nome.

FONTE: Globo Esporte

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28
jul

Morre Carlos Zamith! O Baú Velho

 Publicado por Carlyle Zamith em Eu sou o Baú Velho

A Torcida Apaixonaça presta uma homenagem ao jornalista Carlos Zamith, que faleceu no fim da tarde deste sábado (27) em sua casa, no Conjunto residencial Aristocrático, bairro da Chapada, Zona Centro Sul de Manaus. Zamith tinha 87 anos e lutava contra um câncer nos rins.

O velório será realizado na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). A família confirmou o enterro de Zamith às 10h da manhã deste domingo (28) no cemitério São João Batista.

“Em nome de todos ao nacionalinos, fica aqui nossa homenagem a esse homem que sempre se preocupou em escrever e contar a história do futebol amazonense. Sem dúvida alguma, nosso futebol vai sentir falta. Fica aqui nossos sinceros sentimentos à família do Carlos Zamith”, disse o presidente do Nacional Futebol Clube, Mário Cortez.

Com mais de 50 anos de carreira jornalística, Zamith foi um dos mais prolíficos profissionais a cobrir matérias de esporte no Amazonas, tendo trabalhado em diversos veículos de comunicação. É autor do site de histórias do mundo esportivo local "Baú Velho"

“Ele fez uma passagem tranquila, segurando minha mão. Há um ano meu pai perdeu muito peso e massa muscular. O diagnóstico demorou a sair e quando foi descoberto o câncer nos rins ele descartou o tratamento de quimioterapia pois é ineficaz na região atingida pela doença. Ele preferiu passar seus últimos dias em casa”, afirmou o filho, Carlyle Zamith.

Fonte de informação para os jornalistas atuais, Carlos Zamith tinha sempre a informação na ponta da língua. Atendia a todos com alegria. “O Zamith era muito querido. Ele sabia tudo. As datas, escalações e resultados. Era uma pessoa sensacional. Vamos sentir muita falta”, afirmou a jornalista Julia Magalhães, da TV Acritica.

FONTE: Site APAIXONAÇA, a fiel azulina

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28
jul

Homenagem ao titã

 Publicado por Carlyle Zamith em Eu sou o Baú Velho

E eternizando, ele eternizou-se.

Nessa Manaus, nessa nossa Manaus verde, onde fervilham sobre o tapete verde o azul, o amarelo, o preto, o branco, o vermelho e novamente o verde, estampados em camisas que muito nos são caras, houve um homem que decidiu que elas jamais morreriam. Houve um homem que amava esse amor. Houve um homem que escolheu viver pra esse amor jamais morrer. Esse homem apaixonou-se no parque, viu nascer a colina, ajudou a erguer o vivaldão. Esse homem vestiu ao mesmo tempo, todas as nossas cores e assim como muitos de nós, sonhou que o mundo as visse. Esse homem decidiu saber o que muitos de nós, sem querer, um dia esqueceríamos. Esse homem que no melhor estilo dos contos de piratas, guardou dentro de um BAÚ VELHO um inestimável tesouro, um tesouro ímpar, um tesouro fantástico. Esse homem, nos fez o favor de guardar nossa memória. Esse homem era teimoso. Mas que ousadia eternizar algo que todos nós em algum momento esquecemos. Zamith tinha TUDO. Na verdade, Zamith tinha mais que tudo, pois nem as alagações que lhe levaram parte do acervo foram capazes de diminuir o brilho de sua obra. Esse homem dominava com tanta maestria a pena, que até um breve e comum relato sobre seu primeiro carro, um fusquinha 1970 torna-se uma aprazibilíssima leitura.

Meus deus, que maravilha para aqueles que tiveram a honra de presenciar uma tarde de conversa entre Zamith e seu inestimado amigo Flaviano Limongi. Quantos causos, quantos fatos, quantos relatos, quanta histórias de luta pelo futebol amazonense, e no fim das contas, pelo Amazonas. Dois titãs. Dois atores de uma conversa tão boa, mas tão boa que assim como seus nomes, como suas histórias, é eterna. Nesse momento, quase posso ouvir suas gargalhadas ecoando do céu. No momento em que escrevo, tive até a impressão de ouvir sua voz dizendo: “Dez paus”. Que era o que sempre ia de gasolina em seu fusquinha.

Diz a sabedoria popular que mede-se um homem pela qualidade de seus amigos. E diz ainda, que mede-se a árvore por seus frutos. Zamith deixa aqui, com a missão, já em curso e com galhardia, de honrar seu sobrenome, homens honrados. Homens que tiveram a ingrata tarefa de contar-lhe que seu estimado amigo, Limongi, não mais estava entre nós. Tão ingrata tarefa que somente reuniram coragem para tal, três meses após a ida de Limongi.

Não há quem da morte escape, a ida é um fato. Não se pode escolher não morrer. O que se pode escolher é viver, e Zamith fez essa escolha. Viveu intensamente, amou o que fez, fez o que amava.

Zamith deixou esta terra rodeado por seus amores. Primeiramente sua família, depois sua obra, e posteriormente pela terra que ele tanto amava. Me pergunto eu se pode haver fim mais digno a um homem. Filhos de bem, legado relevante, valor reconhecido. Meus parabéns Zamith. Foi uma honra ter estado nesta terra junto com você.

Aos familiares, minhas sinceras condolências. É um momento de reflexão. Ouso dizer, que além de tudo o que já relatei, sobre a dignidade do momento da passagem de Zamith, temos ainda o fato de que ela se deu num momento em que o Brasil inteiro encontra-se mais espiritualizado. Carlyle, meu irmão, você carrega sangue nobre em suas veias, você é arauto do legado. Recebam minha resignação pela perda, e minha honra pelas lições.

Fonte: Ednailson Rozenha

28
jul

Prefiro dizer: O CÉU ESTÁ EM FESTA

 Publicado por Carlyle Zamith em Eu sou o Baú Velho

É difícil registrar a passagem desta para outra vida de qualquer pessoa. Isso fica mais difícil quando se trata de alguém querido com quem mantivemos longa convivência. No final da tarde de hoje, 27, sábado, às 17 horas o Carlos Zamith fez a travessia. Em abril o Flaviano Limongi já tinha percorrido o caminho e agora o seu inseparável amigo de muitas jornadas em prol do esporte e da nossa cidade foi atrás.

Tudo isso abala e todos nós, mas em especial seus familiares, assim estamos, mas erguendo as preces ao Criador que deve estar recebendo o nosso “Baú Velho” de braços abertos e com tapete vermelho como fez antes com o “patriarca” Flaviano Limongi prefiro dizer:

O CÉU ESTÁ EM FESTA!

Muito obrigado Zamith por tudo de bom que você fez por aqui em sua passagem e o nosso abraço, meu, da Lydia e de todos nós à todos da família Zamith, em especial à D. Terezinha.

Fonte: Serafim Corrêa

Carlos Zamith de Oliveira, ou simplesmente, Carlos Zamith. O esporte amazonense perde mais um dos seus ícones. Zamith, aos 87 anos idade, morreu na tarde deste sábado (27), em sua residência, no Conjunto Aristocrático, na avenida Constantino Nery e, como o ‘patriarca’ Flaviano Limongi, amigos inseparáveis, não viu a Arena da Amazônia, que sepultou o ‘Vivaldão’, ser inaugurada.

Carlos Zamith lutava contra um câncer nos rins, há algum tempo, e foi derrotado, mas qualquer desportista amazonense ou que viva no Amazonas, há de tributar a ele todas as honras de um jornalista, no verdadeiro laurear do term; sereno, competente e capaz de tarduzir uma notícia, seja ela qual fosse, em um acontecimento real. Seja aonde estivesse, Carlos Zamith era o mesmo e só um câncer poderia enfraquecê-lo, ao ponto de deixar o esporte amazonense muito mais órfão, ainda.

Carlos Zamith deixa um exemplo, sobretudo de um homem humilde que, em seu ‘Baú Velho’, talvez a sua maior marca, deixa a sua grande contribuição, aonde ele gravou para a eternidade os momentos mais importantes do esporte, desde a fundação da ACLEA até a passagem de Limongi que com ele arregarçou as mangas para que o futebol do Amazonas ultrapassasse fronteiras.

Zamith e Limongi, agora, estão juntos novamente – dois amigos, duas lendas, e, agora somente, lembranças!

O sepultamento de Carlos Zamith, segundo familiares, será amanhã, domingo (28), às 10h00, no Cemitério São João Batista.

Fonte: Correio da Amazônia

O escritor e cronista esportivo Carlos Zamith morreu as 17 horas deste sábado. Ele  será velado na Assembleia Legislativa do Amazonas e seu enterro ocorrerá  as 10 hs de domingo, no cemitério São João Batista. Zamith mantinha um Blog, Baú Velho, mesmo nome da coluna que escrevia no jornal aCritica, até a morte do patriarca dos Calderaro, Humberto Calderaro. A nova geração que assumiu o jornal afastou a velha guarda:  Zamith, Flaviano Limongi e outros.  Mas Zamtih soube manteve seu amor pelo futebol e continuou a escrever agora na internet e com mais liberdade.

Carlos Zamith foi embora. Seu Baú Velho fica como legado para gerações interessadas em conhecer a história do futebol amazonense. O que ele fez pelo esporte foi guardar a memória de um tempo no qual os clubes funcionavam e os estádios (da Colina e do Parque Amazonense) lotavam nas tardes de domingo. A história desse tempo – de paixão pelo Nacional, Fast, Rio Negro e Olímpico – não se perderá.

Zamith foi o grande cronista de seu tempo. Sério, ponderado, apontava as causas de uma crise no futebol que levou os clubes à falência e esvaziou os estádios. Ninguém lhe deu atenção. Zamith fez o que se faz com os despojos de uma guerra onde os dois lados perderam: juntou tudo num baú: fotos, camisas, sonhos. Quem lê seu "Baú Velho" entra no túnel do tempo e ainda ouve o grito das torcidas ensandecidas que lotavam os estádios em Manaus. 

Zamith partiu hoje, mas esse baú que ele criou para guadar a memória do esporte amazonense não pode ser fechado… É história pura.

O livro, que ele também deixa, pode ser encontrado na Livraria Valer. ( Raimundo Holanda)

Seu filho, Carlyle Zamith Oliveira, escreveu dois dias antes de sua morte:

"Um dos maiores pesadelos de meu pai, Carlos Zamith, é o medo de ficar internado em hospital. Desde os primeiros meses de 2012, quando começou a sentir fraqueza, cansaço, perder peso e massa muscular, sem motivo aparente, mas que já caracterizava ser o sintoma de uma doença grave e degenerativa, já me advertia que não queria saber de hospitais e médicos.

O diagnóstico chegou tarde, um ano depois, através de uma consulta com o Dr. Nelson Fraiji e deflagrou imediatamente uma tempestade de sentimentos e emoções. Descobrir que sofre de uma doença incurável e que a expectativa de vida provavelmente não vai além do próximo aniversário é para todo mundo, em qualquer tempo, o choque definitivo de toda uma vida. Embora a morte seja uma das poucas certezas da vida, porque nascemos no seu caminho e dele não temos como escapar. Diferente da espiritualidade que abraço e acredito, a cultura, a biologia e até algumas religiões conspiram para que as pessoas jamais estejam prontas para morrer.

Meus irmãos e eu decidimos que nosso pai ficaria em casa para viver da melhor maneira possível os dias que lhe resta, cercado de amor e carinho pela nossa mãe, filhos, netos e amigos. O que o auxilia a enfrentar com coragem e disposição é a presença do Amor da família. Com isso, ganha o tempo da prorrogação do jogo e vai até para a cobrança dos pênaltis.

A luta sem tréguas é uma regra à medida que o tempo passa. A enfermidade segue evoluindo progressivamente, e as condições físicas de meu pai se deteriora. Ele oscila entre a vigília e o sono; a respiração fica cada vez mais difícil, os músculos da garganta tornam-se flácidos, às vezes incapazes de eliminar secreções ou engolir um pequeno comprimido. Perde todos os movimentos dos membros e não pode mais falar. Ainda consciente de quem ele é, embora de forma cada vez mais remota.

Esta semana passamos a administrar o uso do medicamento chamado Tramal. É o penúltimo estágio do controle da dor desse mal, antes da morfina. O mal tem dois lados. Procurando direitinho encontra o Bem do outro lado. Esperar o Bem da cura é doloroso. Então é chegada a hora de aperfeiçoarmos nossa fé, e nos mostrarmos totalmente confiantes e dependentes do Poder Superior para que seja feita a Vossa Vontade!"

Fonte: Blog do Holanda

Zamith ajudou a fundar a Associação dos Cronistas e locutores Esportivos. Enterro será neste domingo (28), às 10h, no cemitério São João Batista.


Programa de notícias JAM, exibido em 27 de julho de 2013, pela TV Amazonas

O jornalismo esportivo e historiador, Carlos Zamith, morreu na tarde deste sábado (27), aos 87 anos. Zamith, que ficou conhecido pelo livro "Baú Velho", enfrentava, desde desde outubro do ano passado, um câncer na próstata. O corpo será velado ainda neste sábado, na Assembleia Legislativa do Estado. O enterro está programado para às 10h, no cemitério São João Batista, na Zona Sul de Manaus.

De acordo com um dos filhos, Carlos Zamith Júnior, o jornalista morreu na residência onde morava com a família na Zona Centro-Sul da capital. "Nosso pai chegou ao fim de uma forma tranquila. Eu estava no quarto. A gente estava segurando a mão dele", disse Zamith Júnior em entrevista ao site Globoesporte.com/am.

Jornalista há mais de 50 anos, Carlos Zamith nasceu em Manaus no dia 20 de fevereiro de 1926. Começou a vida profissional em rádio, em 1954. Passou a ser repórter esportivo de jornal impresso e assinava uma chamada Retalhos Esportivos.

Em 1956 ajudou a fundar a Associação dos Cronistas e locutores Esportivos do Amazonas (ACLEA), onde foi seu tesoureiro durante onze anos consecutivos. Em 1960, ainda em jornal impresso, criou outra coluna, chamada Baú Velho, que contava as histórias do futebol amazonense. Em seguida, publicou livro com o mesmo nome.

Fonte: Do G1 AM

27
jul

Morre Carlos Zamith – o Baú Velho

 Publicado por Carlyle Zamith em Eu sou o Baú Velho

É com muito pesar que a família comunica o falecimento de Carlos Zamith, o Baú Velho, ocorrido em casa, hoje a tarde, às 17:00.

O velório será realizado na Assembléia Legislativa.

O sepultamento será realizado neste domingo, às 10 horas da manhã, no cemitério São João Batista.

Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós

26
jul

À espera de um milagre

 Publicado por Carlyle Zamith em Eu sou o Baú Velho

Há um momento na vida da gente que enfrentamos uma batalha pessoal e intransferível: o confronto com a morte.

Como diz a música do rei Roberto Carlos, tudo está certo como dois e dois são cinco, e vamos vivendo sem perceber que um dia teremos que morrer. É preciso clarear para poder ver, apender a viver por toda a vida e a vida toda é um aprender a morrer.

Cheia de dificuldades que existem para serem superadas, a vida segue nessa estrada sob o Sol, vêm então as perguntas que ninguém gostaria de fazer e as respostas que a gente não gostaria de ouvir, mas que precisamos enfrentar porque é chegado o momento da colheita.

Um dos maiores pesadelos de meu pai, Carlos Zamith, é o medo de ficar internado em hospital. Desde os primeiros meses de 2012, quando começou a sentir fraqueza, cansaço, perder peso e massa muscular, sem motivo aparente, mas que já caracterizava ser o sintoma de uma doença grave e degenerativa, já me advertia que não queria saber de hospitais e médicos.

O diagnóstico chegou tarde, um ano depois, através de uma consulta com o Dr. Nelson Fraiji e deflagrou imediatamente uma tempestade de sentimentos e emoções. Descobrir que sofre de uma doença incurável e que a expectativa de vida provavelmente não vai além do próximo aniversário é para todo mundo, em qualquer tempo, o choque definitivo de toda uma vida. Embora a morte seja uma das poucas certezas da vida, porque nascemos no seu caminho e dele não temos como escapar. Diferente da espiritualidade que abraço e acredito, a cultura, a biologia e até algumas religiões conspiram para que as pessoas jamais estejam prontas para morrer.

Meus irmãos e eu decidimos que nosso pai ficaria em casa para viver da melhor maneira possível os dias que lhe resta, cercado de amor e carinho pela nossa mãe, filhos, netos e amigos. O que o auxilia a enfrentar com coragem e disposição é a presença do Amor da família. Com isso, ganha o tempo da prorrogação do jogo e vai até para a cobrança dos pênaltis.

A luta sem tréguas é uma regra à medida que o tempo passa. A enfermidade segue evoluindo progressivamente, e as condições físicas de meu pai se deteriora. Ele oscila entre a vigília e o sono; a respiração fica cada vez mais difícil, os músculos da garganta tornam-se flácidos, às vezes incapazes de eliminar secreções ou engolir um pequeno comprimido. Perde todos os movimentos dos membros e não pode mais falar. Ainda consciente de quem ele é, embora de forma cada vez mais remota.

Esta semana passamos a administrar o uso do medicamento chamado Tramal. É o penúltimo estágio do controle da dor desse mal, antes da morfina. O mal tem dois lados. Procurando direitinho encontra o Bem do outro lado. Esperar o Bem da cura é doloroso. Então é chegada a hora de aperfeiçoarmos nossa fé, e nos mostrarmos totalmente confiantes e dependentes do Poder Superior para que seja feita a Vossa Vontade!

Quem nos dá tudo é Jesus, Ele é o nosso SALVAdor.

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18
jul

E viva o sol!

 Publicado por Carlyle Zamith em Eu sou o Baú Velho

Chegei hoje cedo na casa de meu pai. Incentivei para ele sair um pouco e dá vivas ao sol. Faz tempo que ele não sai da cama. Vamos lá ver o sol, manhã radiante, céu limpo e azul. Então, fomos curtir a natureza da Luz que lhe aqueceu nesse dia que começou feliz. Aleluia!

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17
jul

O dia do Arnaldo Santos

 Publicado por Carlos Zamith em Astros do futebol

Arnaldo dos Santos Andrade nascido em Manaus, no dia 17 de julho de 1938, filho de Francisco Caetano de Andrade e Ayda dos Santos Andrade, é um radialista e cronista esportivo do Brasil, conhecido popularmente como Arnaldo Santos. Desde criança tinha inclinação para narrador esportivo, mais ou menos no tempo em que o goleiro era chamado de Gool-Keeper. Em 1959, aos 20 anos de idade, na quadra Francisco Guimarães do Atlético Rio Negro Clube, ou na SAGA, de Aparecida, quando não estava em ação em qualquer jogo de basquetebol, voleibol ou futebol de salão, ia para uma pequena arquibancada empunhando um microfone e transmitia internamente, os jogos disputados na quadra, com muita empolgação.

NA RÁDIO BARÉ

Um dia o comentarista Luís Saraiva, da Rádio Baré, que ainda funcionava na Avenida Eduardo Ribeiro, convidou-o para ingressar na sua equipe, iniciando assim uma carreira de locutor esportivo, fazendo oficialmente a primeira narração de um jogo em 1961, do Campeonato Amazonense, no Parque Amazonense -, entre Fast e São Raimundo. Fez parte de um grupo de primeira. Ele como narrador, Raimundo Moreira repórter de pista, Francisco Marinho e Teófilo Mesquita como redator e plantão esportivo dos mais completos. Arnaldo se consagrou como um narrador moderno, com frases novas. Ganhou cartaz pela seriedade e precisão daquilo que transmitia ao ouvinte. Na Televisão comandou por algum tempo, na década de 70, o programa esportivo AS Nos Esportes, de grande audiência, pela então TV Ajuricaba.

AS NOS ESPORTES

Em março de 1970, apresentou por 14 anos o programa AS nos Esportes, na TV Ajuricaba, a época filiada ao sistema Globo, e tinha como destaque a trilogia passando a ser lembrada por uma geração de apaixonados por esporte:

seja bom filho, bom aluno e bom de bola.

PRESIDENTE DA ACLEA

Arnaldo sempre foi respeitado e estimado entre os torcedores e seus companheiros da crônica esportiva. Sua palavra ouvida com atenção e convincente nos argumentos, sempre com ideais novas. Na função de cronista esportivo, foi presidente da (ACLEA) Associação dos Cronistas e Locutores Esportivos do Amazonas, convite feito pelo governador Danilo Duarte de Matos Areosa, em 1968, para fazer parte do grupo executivo de construção do Estádio Vivaldo Lima, composto por: cel. Temisthocles Trigueiro, Flaviano Limongi, João Augusto Souto Loureiro, Hugo Silva Reis, Carlos Lins, Erisaldo Godôt.

NUNCA NEGOU

Arnaldo jamais escondeu sua preferência pelas cores do Atlético Rio Negro Clube, mas nunca usou a paixão no seu trabalho. Sempre fez questão de separar suas opiniões. No dia 16 de março de 1995, no governo Amazonino Mendes foi nomeado subsecretário de Desportos da secretaria de Estado, Cultura e Deportos–Seduc, respondendo pela presidência da Fundação Vila Olímpica de Manaus, cuja primeira missão foi a recuperação do Estádio Vivaldo Lima.

O ADEUS AO VIVALDÃO

No dia 9 de março de 2010, Arnaldo Santos estava no centro do gramado do Vivaldão, em meio a convidados e autoridades, ouvindo o governador Eduardo Braga anunciar a ‘Arena da Amazônia’ para a Copa do Mundo de 2014, ao mesmo tempo o convite para testemunhar o primeiro ato chamado de desmobilização, com a retirada do placar eletrônico por um imenso guincho. Era o começo do fim! Trinta dias depois, Arnaldo foi até o último degrau da arquibancada do Sambódromo, ao lado do estádio, olhar a derrubada das paredes do Vivaldão. Bastanta emocionado com a demolição do Vivaldão só resta a saudade de tantos e quantos momentos vividos no palco das grandes emoções pelo cronista esportivo, que viu o estádio nascer, os momentos de glória e desaparecer.

Continua em atividade há mais de 40 anos transmitindo futebol aqui e lá fora.

Hoje é o Dia do Arnaldo Santos

Parabéns, estimado Arnaldo, pelos teus 75 anos

neste 17 de julho de 2013.

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16
jul

É hora de contar a Verdade

 Publicado por Carlyle Zamith em Eu sou o Baú Velho

Passados 3 meses da morte de Flaviano Limongi, eu e meus irmãos decidimos contar hoje a meu pai, logo mais a noite, que seu querido amigo e irmão camarada não está mais entre nós. Será um momento triste e de muita dor, mas necessário para o cumprimento da Verdade. Não existe a morte para quem amamos, eles simplesmente partem antes de nós.

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Neste sábado, 13 de julho, 3 meses atrás, morreu o jornalista esportivo Flaviano Limongi, o Limongi, o Patriarca (1926-2013). O futebol amazonense, enquanto existir,  deverá sua lembrança ao Limongi que foi uma das figuras mais ilustres do esporte no Amazonas. O patriarca atuou por vários anos na imprensa de Manaus, tendo sido autor por vários anos da Coluna Bazar, publicada diariamente no Jornal A Crítica. Na extinta TV Ajuricaba chegou a participar do Programa A.S. Nos Esportes, ao lado de Arnaldo Santos. Atuou também nas rádios Baré, Rio Mar e Difusora do Amazonas.  Ainda com muita bravura chegou a fundar à Federação Amazonense de Futebol (FAF), bem como, pela sua perseverança, na construção do Estádio Vivaldo Lima.

Por telefone, Limongi concedeu sua última entrevista ao radialista e comentarista esportivo da Rádio Difusora do Amazonas, Zezinho Bastos.

Aperte o PLAY abaixo e ouça na ínegra:

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11
jul

A felicidade é simples

 Publicado por Carlyle Zamith em Eu sou o Baú Velho

Uma vez alguém me disse que a felicidade é simples, que a gente pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Na maior alegria, meu pai comendo uns deliciosos pasteizinhos de carne, desejo satisfeito para comemorar a vitória do Brasil. O importante é ser feliz!

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2
jul

Largo da Saudade (Praça da Saudade)

 Publicado por Carlyle Zamith em Manaus Antiga

Esta é Praça da Saudade quando seu nome na época era Largo da Saudade. Esta foto é da década de 1920. Ainda não há o traçado da rua Ramos Ferreira que é o caminho por onde vem atravessando uma pessoa, em direção a avenida Epaminondas. Na praça ainda não há jardins e passeios, o que aconteceu somente a partir de 1932, na gestão de Emmanuel Morais. À direita podemos ver o prédio onde funcionou a Sinagoga Judaica de Manaus, hoje foi edificada uma agência da Caixa Econômica Federal.

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Há uma frase na Escritura Sagrada que diz: "Sua casa será visitada por anjos pelo poder da oração". Iracema, na foto abaixo com meu pai Carlos Zamith, é um desses anjos. Do Núcleo Luz do Norte, tão querida de todos nós, ontem festejou mais um aniversário e soprou as velinhas. Estávamos lá presentes cantando alegres e unidos num só pensamento. Parabéns Iracema, esta é uma noite especial.

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15
jun

Carla Reis

 Publicado por Carlyle Zamith em Eu sou o Baú Velho

O amor tudo pode, tudo transforma, tudo cura. E esse amor vem crescendo com a visita dos amigos. Carla Reis, tão querida de meus pais, veio trazer seu Amor que é um presente para todos nós.

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