4
ago

Valdir Corrêa, o garotinho

 Publicado por Carlyle em Astros do futebol, Cotidiano

Valdir Corrêa é espírita, devoto de Deus, leonino, botafoguense, torcedor local alvinegro, amante do esporte e apaixonado por futebol.

Nascido na pequena cidade de Sena Madureira, do interior do Acre, chegou à Manaus em 1957 e tem mais de 40 anos de rádio. Ele já é avô, pai de quatro meninas, é uma pessoa simples que conserva uma alma de garoto, e é conhecido em todo o Amazonas pelo apelido de Garotinho.

Um belo dia, Josué Filho disse no ar “Valdir Corrêa, o garotinho da Difusora já que o Zé Carlos é o garotinho do Nacional”. E assim ficou, Valdir Corrêa, o nosso garotinho.

Hoje é o aniversário de Valdir Corrêa e segue nossa singela homenagem a este profissional que respeita a todos e é apaixonado por Manaus. Que o senhor Deus restabeleça sua saúde e Nossa Senhora passe a frente de suas necessidades.

Por telefone, Waldir concedeu uma entrevista ao radialista e comentarista esportivo da Rádio Difusora do Amazonas, Zezinho Bastos.

Aperte o PLAY abaixo e ouça na ínegra:

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23
jul

Carlos Zamith – Convite Missa

 Publicado por Carlyle em Cotidiano

Carlos Zamith - 1 ano de saudade

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Ontem, na madrugada dessa quarta-feira, dia 16, no Rio de Janeiro, faleceu Armando Marques aos 84 anos. Ele foi árbitro e presidente da Comissão Nacional de Arbitragem e com carreira marcada por jogos polêmicos, De acordo com informações da assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde do Município do Rio de Janeiro, ele deu entrada no CER Leblon (Coordenação de emergência regional), na Zona Sul do Rio de Janeiro, na terça-feira, com um quadro muito grave de insuficiência renal e não resistiu.

Em Manaus, nos primeiros anos da Federação Amazonense de Futebol (FAF), Armando Marques apitou um jogo pelo Campeonato Amazonense. O jogo era entre Nacional x São Raimundo, na Colina, no dia 4 de setembro de 1968, com o resultado de 1 a 1. Zezé para o Nacional e Airton, para o São Raimundo, com o público de 10.538 pagantes.

Nacional: Marialvo, Pedro Hamilton, Jonas, Berto e Téo; Mário Motorzinho e Rolinha; Zezé, Rangel, Pretinho e Almir.

São Raimundo: Valdir Melo, Hamilton, Valdir Santos e Zézinho; Jaime Basílio (Santos) e Itagiba (Melo); Augusto, Aírton, Santarém e Amiraldo.

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Mais que o triplo de gols sofridos diante da Alemanha, ‘xará’ do Brasil conseguiu atingir a histórica marca em 1922, no Campeonato Amazonense, diante do Nacional

O 7 a 1 aplicado pela Alemanha marcou a maior goleada que a seleção brasileira sofreu em toda a sua história. Em outras circunstâncias e com menos pompa, outro Brasil já foi muito mais maltratado dentro de campo.  No Campeonato Amazonense de 1922, o – já extinto – Brasil Sport perdeu de 24 a 0 para o Nacional. O placar é maior que o triplo de gols assinalados no massacre germânico.

O Brasil, de Manaus, teve existência efêmera e participou apenas dos Campeonatos Amazonenses de 1918, 1921 e 1922. A goleada, pelo visto, traumatizou o xará, que jamais voltou a disputar o estadual.

À época, cada tempo de jogo tinha 40 minutos. Com 10 minutos a menos que o tradicional, o jogo entre Nacional e Brasil conseguiu chegar à absurda marca de 2,6 minutos para cada gol. Sendo assim, os 6,43 minutos de apagão, que resultaram em quatro gols alemães, soam melhor?

Nos registros escassos do futebol amazonense, é difícil encontrar dados mais precisos da partida como, por exemplo, os autores dos gols. Quem recuperou a memória do jogo foi o site Baú Velho, do saudoso jornalista Carlos Zamith, um dos maiores historiadores do esporte baré. Os dados expostos pelo site indicam que as informações foram confirmadas na edição 6.607 do Jornal do Comércio, publicado no dia seguinte à partida história.

Título dividido

A goleada sofrida pelo Brasil é a maior já registrada no futebol brasileiro, mas pouco conhecida. O mesmo resultado é reconhecido pelo histórico jogo entre Botafogo e Sport Club Mangueira, no Campeonato Carioca de 1909.


Texto de Isabella Pina. Surrupiado do site G1 – Globo Esporte.

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Nacional 24 x 0 Brasil Sport foi uma partida de futebol realizada no dia 24 de setembro de 1922, e válida pelo Campenonato Amazonense daquele ano, entre o Nacional Football Club (nome do time na época) e o Brasil Sport, participante dos campeonatos de 1918, 1921 e 1922, que é notória por ser a partida de maior goleada na história do futebol no Brasil e a 3ª maior do mundo.

Na época, os tempos dos jogos tinham cinco minutos a menos, ou seja, 40 minutos por tempo, resultando assim em uma média de 2,6 minutos para cada gol. Faziam parte do time do Nacional que consagrou-se campeão da temporada de 1922, os jogadores Fernandes, Antoniano, Rodolpho Gonçalves, Pequenino, Eduardo Cangalhas, Orlando, Paulo Melo, Dantas, Parimé, Marcolino, Leonardo e Vigico.

Este placar igualou-se ao jogo do Botafogo contra o Sport Club Mangueira que também foi 24×0, no campeonato carioca, em 30 de maio de 1909, no campo da Rua Voluntários da Pátria. Na goleada do Botafogo, Gilbert Hime assinalou 9 gols e foi recordista do Brasil em gols num único jogo até 1976, quando Dadá Maravilha apontou dez no jogo Sport 14 x 0 Santo Amaro, pelo Campeonato Pernambucano.

Informações do Jornal do Commércio, edição número 6.607, do dia posterior ao evento.

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O estádio Carlos Zamith, localizado no bairro Coroado, Zona Leste de Manaus, recebeu a primeira partida oficial de futebol na tarde deste domingo (6). A partida válida pelo campeonato amazonense de juniores marcou a abertura da obra que foi uma das exigências da Fifa para a realização da Copa do Mundo em Manaus.

Foi sem todo o estardalhaço da inauguração da Arena da Amazônia, ocorrida em abril deste ano. Ou mesmo sem a simpatia e o brilho da reabertura do estádio Isamel Benigno, a Colina, que aconteceu  na última quinta-feira (3). Mas, finalmente a bola rolou no Zamithão, como está sendo chamado o mais novo estádio de Manaus.

Rio-Nal cancelado

Marcado para receber o clássico entre Rio Negro e Nacional, também com equipes sub-20, no dia 24 de maio deste ano, o evento teve de ser suspenso por exigência da Fifa. A organizadora da Copa proibiu o uso do gramado para partidas de futebol. A última tentativa de abertura do estádio ocorreu na manhã de sábado (5), mas o gramado não estava demarcado e a partida foi adiada para o domingo (6). 

A eternização em dois atos

Quem teve seu nome eternizado como o primeiro artilheiro a marcar no novo estádio foi o camisa 11 do Manaus FC , Huendel. Logo aos 13 minutos da etapa inicial. Porém, o atacante também protagonizou o vexame de ser o primeiro atleta a ser expulso do gramado do novo estádio. Ainda assim o “Gavião do Norte”, apelido do Manaus FC, saiu com a vitória por 2 a 1.

Estádio novo, velhos defeitos

O jogo foi marcado por confusões, dentro e fora de campo. Os atletas de ambas as equipes tiveram de mudar o uniforme à beira do gramado, já que os vestiários não estavam liberados. Além disso, os jogadores das duas equipes parecem seguir os mesmo maus hábitos da categoria profissional: empurra empurra e xingamentos para todos os gostos foi a tônica do confronto entre os “meninos”.

Princesa usará o local para treinos

O Centro Oficial de Treinamento para a Copa (COT), não recebeu nenhuma seleção internacional em seu gramado. Porém, o Tubarão promete fazer bom uso do local a partir desta semana. O Princesa do Solimões, equipe de Manacapuru (distante 68 quilômetros de Manaus), usará o local para treinamento. O time do técnico Charles Guerreiro estreará na Série D do Brasilerão no próximo dia 20 de julho, contra o Santos do Amapá.

Matéria publicada originalmente no site A Crítica.

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Nesta quinta-feira, às 18h enfim os portões do Estádio Ismael Benigno – A colina, serão reabertos, e o clássico coliniense entre São Raimundo e Sul América conhecido também como Galo Preto será o primeiro jogo no novo estádio. A partida que terá ídolos dos dois clubes em campo. Para a partida que marca a reinauguração do estádio, programada para às 20h30, os 8 mil ingressos disponibilizados para o público foi trocado por 1kg de alimento não perecível.

DO FUNDO DO BAÚ

Não há como negar que todo o patrimônio do São Raimundo Esporte Clube foi construído por Ismael Benigno, durante sua administração, sempre aclamado por mais de duas décadas. O São Raimundo muito deve a Ismael Benigno. Hoje, mais do que justo, o Estadio da Colina tem ofcializado o seu nome. A cada melhoramento, a data era comemorada.

  • 18 de novembro de 1952 – jogo de futebol no atual campo (que ainda não estava murado) com um time da Serraria Hore;
  • 19 de fevereiro de 1961 – inauguração da arquibancada coberta do estádio, com a participação do Sport Clube do Recife.
  • 5 de abril de 1964 – inauguração do alambrado e dos dois túneis com o jogo entre São Raimundo 3 x 1 Nacional.
  • 31 de julho de 1977 – grande reforma do estádio na administração municipal do Prefeito Cel. Jorge Teixeira, homenageado com um Torneio que levava o seu nome.
  • 3 de julho de 2014 – a segunda grande reforma foi avaliada pelo Governo do Estado em 21 milhões, com capacidade para 11.400 espectadores, traz estacionamento exclusivo para 200 veículos, além de acesso exclusivo para jogadores e imprensa.

Na foto acima, Ismael Benigno ao lado do prefeito Cel. Jorge Teixeira, dando o ponta-pé inicial do Torneio Jorge Teixeira, responsável pela ampla recuperação do estádio da Colina. De chapéu, o dirigente Pedrinho Sena e seu filho Raimundo Sena, este principal articular, junto ao Prefeito, para as obras que se faziam necessárias.. Ainda podemos ver, os árbitros José Diniz e Odílio Mendonça, e no fundo, os cronistas Ernesto Guerra e Flávio Seabra.

Durante muitos anos tornei-me um colaborador do São Raimundo em razão da amizade que sustentava com muito respeito ao cidadão Ismael Benigno, pelo seu caráter, humildade e acima de tudo, pelas atitudes sempre em direção a honestidade e ao time de seu coração, o São Raimundo Esporte Clube. Fazia o intermediário entre clube e imprensa. As movimentações diárias do time de futebol ou eventos sociais transmitia aos coleguinhas das rádios e dos jornais para a respectiva divulgação.

NACIONAL – CAMPEÃO DE 1977

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Manaus E.C e Manaus F.C duelam pela segunda rodada do returno do Campeonato Amazonense de Futebol Júnior. Confronto será neste sábado pela manhã

O estádio Carlos Zamith (CT do Coroado), na Zona Leste de Manaus, finalmente vai receber a primeira partida oficial desde que foi construído para a Copa do Mundo – mas que ficou de legado para o futebol local. Neste sábado, Manaus Esporte Clube e Manaus Futebol Clube entrarão em campo pela 2ª rodada do returno do Campeonato Amazonense de Futebol Júnior, às 9h30 (horário local).

Essa é a segunda vez que marcam uma partida oficial para o estádio Carlos Zamith. Antes da Copa do Mundo, no dia 24 de maio, o clássico Rio-Nal – válido pela 1ª rodada da mesma competição – teve de ser adiado e remarcado para outro local. Na época, o espaço já havia sido entregue a Fifa, o que impossibilitou qualquer atividade no espaço.

Se por um lado o estádio não recebeu uma partida inaugural, por outro, a inauguração formal já foi realizada. O ato simbólico foi feito pelo governador do Amazonas, José Melo, no dia 29 de maio.

Além do CT do Coroado, a Copa em Manaus teve outro estádio como centro de treinamento, o estádio Ismael Benigno (Colina). O local, que foi reconstruído para receber as seleções que passaram por Manaus na Copa do Mundo, será reinaugurado dois dias antes, na quinta feira. Na oportunidade, São Raimundo e Sul América fazem o clássico Galo Preto para cerca de oito mil espectadores.

RODADA DO AMAZONENSE JÚNIOR

Além do duelo entre Manaus E.C e Manaus F.C, mais dois jogos pela 2ª rodada da competição ocorrem neste sábado. No estádio Álvaro Maranhão, em Iranduba (a 22km de Manaus), Asa e Nacional se enfrentam às 10h. Fechando essa fase, Tarumã e Rio Negro, líder e vice-líder do 2º turno, respectivamente, se enfrentam no Sesi, às 15h.

 

* Por Gabriel Mansur (com supervisão de Silvio Lima).

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22
jun

Zézinho – artilheiro 5 estrelas

 Publicado por Carlyle em Astros do futebol

Revelado pelo Nacional, atuando desde as categorias de base, José Rodrigues Bastos Filho, (Zezinho Bastos), nascido em Manaus a 11 de novembro de 1955, jogou durante muito tempo em Portugal onde ganhou algum dinheiro que empregou em compra de imóvel em Manaus.

Zezinho Bastos começou na Escolinha do Nacional que era treinado pelo Moisés, um cidadão muito dedicado ao clube quando ainda funcionava na Rua Saldanha Marinho. Depois da Escolinha, Zezinho foi guindado ao juvenil treinado por Alfredo Barbosa até chegar a titular, em 1975.

No ano seguinte, 1976, após três jogos como titular, foi emprestado a Associação Atlética Rodoviária.

Na estréia com a nova camisa, logo campeão do Torneio Início e com boa passagem no campeonato, chegando a ser o segundo melhor artilheiro da competição, ao lado de Bibi, do Nacional, com 13 gols, em 24 jogos.

O primeiro foi o mineiro Lívio, do Rio Negro, com 22 gols.

CAMPEÃO

Terminado o empréstimo, voltou ao Nacional jogando com destaque, sagrando-se campeão estadual de 1977, na decisão contra o Fast e principal artilheiro do campeonato com 17 gols.

Time campeão na decisiva venceu por 1×0, jogo apitado pelo paulista José Assis Aragão, formando com Amauri, Maurício, Djalma, Paulo Galvão e Ely; Mário Geraldo e Stélio; Dudu, Netinho, Zezinho e Nilson.

No campeonato no qual foi artilheiro
Zezinho marcou cinco gols numa só partida

NACIONAL 7 x 0 LIBERMORRO

Data: 14/8/1977

Local: Estádio Ismael Benigno

Árbitro: Lecílio Estrela

Gols: Zézinho, aos 10, 17 e 43 do primeiro tempo, e depois, aos 18 e 20 do segundo tempo. Os outros dois gols completando a goleada do Naça foram marcados por Stelio (aos 26) e Aluízio (aos 43), ambos também no segundo tempo.

NACIONAL: Amaury Santana Djalma (Cleuson), Paulo Galvão e Antônio Carlos; Mário Geraldo, Stelio e Zezinho (Armando); Dudu, Aluisio e Nilson.

LIBERMORRO:  Gilmar, Santos (Enedino), Pereira, Chicão e Alves; Amaro Adamastor e Charuto; Didinho Roberto Branco, Roberto Preto e Haroldo.

Depois de fazer sucesso com a camisa do Nacional Futebol Clube, Zezinho Bastos foi brilhar na Europa. No segundo semestre de 1978, o centroavante passou a defender a camisa do Montijo. E, em terras lusas, ele encontrou uma estrutura e um estilo de futebol diferentes daquele que ele estava acostumado.

– “Já naquela época, todos os times de Portugal tinham um estádio próprio para treinar. Lá, no início da temporada, nós já sabíamos quem iríamos enfrentar e todas as datas dos confrontos”, relembrou Zezinho.

Ainda segundo Zezinho, a disciplina e a organização sempre estiveram presentes no futebol português.

“Sim, o futebol de Portugal sem dúvida é um dos mais organizados do planeta. Eles não cancelam jogo por qualquer motivo, é preciso acontecer algo muito sério para que uma partida seja transferida para outra data”, comentou.

Foi contratado por três anos pelo Braga em 1980, que o emprestou ao Desportivo Chaves, passou ainda pelo Évora, Lusitano e em 1985, voltou ao Nacional, trabalhando como supervisor e até 1997, como auxiliar parando a seguir.

É proprietário da Serralheria JK, no bairro de São Geraldo, casado com Dona Kate e tem uma filha muito querida, Thays.

Zezinho não deixou de lado o futebol. Hoje, é comentarista da Rádio Difusora e da TV Cultura, fazendo parte do programa que vai ao ar às segundas-feiras, “No Mundo da Bola”, comandado pelo mestre Valdir Correa e participações de Ronaldo Cuesta e do Bom Baiano.

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Por questões contratuais com a Fifa, o governo cancelou a partida entre Nacional x Rio Negro, pelo Campeonato Estadual de Juniores, que estava marcada para este sábado.

Manaus – O governador do Amazonas, José Melo, fez, na manhã deste sábado (24), a entrega simbólica do Estádio Carlos Zamith, no bairro Coroado, zona leste. Por questões contratuais com a Fifa, o governo cancelou a partida entre Nacional x Rio Negro, pelo Campeonato Estadual de Juniores que deveria acontecer na noite deste sábado, no Carlos Zamith.

Construído para ser um dos Campos Oficiais de Treinamento (COT) para as seleções que irão disputar a Copa do Mundo 2014 em Manaus, o estádio tem capacidade para 5 mil pessoas. A obra custou cerca de R$ 15 milhões e, segundo o governador, ficará como um dos legados da Copa para o futebol local.

“Essa, sim, é uma herança importante da Copa, olhando a nossa juventude. Aqui pode ser a usina formadora daquilo que a gente sonha para o futebol amazonense. Aqui, vamos poder treinar os jovens talentos que vão formar os times principais”, observou o governador.

Melo ressalta que, junto com o Estádio da Colina, no São Raimundo, zona oeste, que foi reconstruído também para servir de COT, o estádio do Coroado será utilizado para as partidas de futebol do Campeonato Amazonense, com público pequeno, que não poderão ser disputadas na Arena da Amazônia, onde os custos operacionais são mais altos.

O estádio Carlos Zamith será integrado à estrutura da Fundação Vila Olímpica, que segundo o governador, assim como a Secretaria Estadual de Juventude Esporte e Lazer (Sejel), passa a ser comandada por técnicos.

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