21
ago

Um lateral campeão

 Publicado por Carlos Zamith em Clubes

Luís Florêncio, mineiro de Belo-Horizonte, veio jogar no futebol amazonense em 1973, na época em que vieram também Toninho Cerezo, Flávio, Paulo Isidoro e Eurico Souza. Titular da equipe nacionalina desde quando chegou esse mineiro esguio de pernas finas, caladão e de futebol disciplinado, ganhou inúmeros títulos com a camisa da estrela azul solitária e do Rio Negro.

Nascido a 13 de agosto de 1951, Luís Florêncio do Carmo após jogar várias temporadas no Nacional, foi para o Flamengo, do Rio, em 1975, participando de dez jogos. Depois defendeu o Clube do Remo e foi campeão 1977, jogando ainda toda a temporada de 1978 no clube paraense.

Nas suas andanças, jogou no Botafogo, de Ribeirão Preto, no Curitiba e no Ferroviário, do Ceará.

Em 1984 voltou a Manaus para defender o novamente o Nacional conquistando um tricampeonato 1984/85/86.

Depois, foi tricampeão pelo Rio Negro em 1987, 1988, 1989 e voltou a sua terra natal.

OS TITULOS

Nacional: 1974, 1976, 1984, 1985, 1986.

Rio Negro: 1987, 1988 e 1989

19
ago

A história dos clubes

 Publicado por Carlos Zamith em Clubes

Em atenção ao “blogueiro” Hermes, tenho a informar que de fato tenho pronta a história dos clubes de futebol de Manaus, mas não tenho como adiantar quando irá à impressão. O trabalho está pronto há algum tempo, mas falta apoio, interesse de alguém para me ajudar na publicação.

Nesse trabalho estão os clubes que estão em atividades e os que já se foram, alguns com rápidas passagens pelo nosso futebol, tais como:

 

Manaós Atletic Club Cruzeiro do Sul Futebol Clube
Euterpe Futebol Clube  Manaós Sporting
Amazonas Sporting Clube  Sport Clube Monte Christo
Labor Esporte Clube General Osório Futebol Clube
Santos Futebol Clube    Tijuca Clube
União Esportiva Portuguesa Associação Atlética Rodoviária
Olímpico Clube     Atlético Eldorado Clube
Atlético Barés Clube Auto Esporte Clube
Independência Futebol Clube  

 

Além da história dos clubes, possuo outros trabalhos prontos, fora do futebol como:

  • Prefeitos eleitos de Manaus
  • Presidentes da Câmara Municipal
  • A extinta Drogaria Rosas
  • Jogos entre Amazonas x Para
19
ago

O Fast de 1972

 Publicado por Carlos Zamith em O Fast de 1972

No dia 12 de março, no Estádio da Colina, foi uma festa no futebol. O jogo Rio Negro e Fast estava programado pela tabela. Dirigentes da entidade, dos clubes, e a própria imprensa, não esperavam os 13 mil pagantes que foram assistir ao clássico. Afinal, o campeonato estava no início. O Fast com seu time praticamente igual com relação ao que conquistou os títulos dos anos anteriores. O Rio Negro, ao contrário, era um time em formação, com muitos “importados”. Investiu muito para tentar ser campeão, enfileirado desde 1966.

Importados

Pelo lado do Fast, de “importados” apareciam os ponteiros Mano e Adinamar, além dos pernambucanos Paulo e Marcos Pintado. Casemiro e Pompeu, com alguns anos no nosso futebol, já eram considerados da casa. Uma atração para os fastianos nesse jogo, era a estréia do carioca Jorge Cuíca, no final, um tanto frustrada, pois sua atuação foi apenas sofrível com a agravante de ter sido expulso de campo no segundo tempo.

Do lado do Rio Negro, um time quase todo vindo de fora Apenas o médio Valter Costa, revelado pelo Educandos, João Pereira que surgiu no Olímpico, e o velho e eficiente Santarém, ídolo do São Raimundo, eram prata da casa. Muita gente, futebol agradável, torcida do Fast em ponto de destaque enquanto a ringeria, logo aos 13 minutos silenciou quando o zagueiro Antônio Piola marcou o primeiro do Fast cobrando um penal.

No final dessa parte do jogo, o ponteiro Mano ampliou a contagem. No segundo tempo, Jorge Cuíca e Valter trocaram “amabilidades” e foram excluídos da partida por ordem do Manuel Luís Bastos. O Fast marcou 3 a 0, através de Marcos Pintado, que entrara no lugar de Edson Piola. Uma vitória maiúscula, digna de um bicampeão. Delírio dos fatiamos que desceram a Colina com suas bandeiras tremulando pela antiga Avenida Leopoldo Neves, até a “Bola da João Coelho”

FAST – Marialva, Antônio Piola, Casemiro, Zequinha Piola e Pompeu; Zezinho e Holanda; Mano, Edson Piola (Marcos Pintado), Jorge Cuíca e Adinamar (Paulo).

RIO NEGRO – Carlos Henrique, Ridley, Tarciso, Walter Costa e Vanderlei; João Pereira (Rangel) e Zé Cláudio; Garcia, Santarém, Anízio (Parada) e Rever.

17
ago

Parabéns, Princesa do Solimões

 Publicado por Carlos Zamith em Clubes

No meio do ano de 1971, o desportista Francisco Bezerra conversou com seu amigo Antônio Ribeiro da Silva e expôs a idéia de fundar uma associação desportiva, um time de futebol para ser mais claro, uma vez que na cidade só havia um clube, o Manacapuru.

No dia 18 de agosto do mesmo ano, nascia o Princesa do Solimões Esporte Clube. Os primeiros meses foram difíceis, mas o clube progrediu com a ajuda de José Costa que teve participação financeira atuante.

Está registrado como seu primeiro jogo, o confronto com o time da Estanave, com uma vitória por 3 a 0. Nesse dia o time atuou assim: Cando, Adelson, Osvaldo, Gato e Choda; Geraldo Cairára e Jararaca; Mundinho, Carlinhos e Lourival.

O técnico, também tesoureiro do clube, era Francisco Bezerra. Todos eram jogadores jovens, um lema do clube. O mais velho do jogo de estréia era o médio Choda, na época com 25 anos.

A ESTRÉIA

A estréia no campeonato profissional deu-se no dia 22 de fevereiro de 1987, em Manacapuru, perante 2.409 pagantes, contra o Rio Negro e perdeu por 3 a 2, jogo apitado por José Diniz. Se não foi uma boa estréia, pelo menos a exibição agradou aos seus torcedores. Paçoca marcou os dois do Princesa, sendo um de penal. Tonho 2 e Rildo, para o Rio Negro.

PRINCESA - time de estréia: Guinha, Dinho, Paulo, Evandro e Magela; Paçoca, Alcimar e Marquinhos (Gato); Rildo, Wellington e Tota (Betinho). Técnico: Paulo Leal.

RIO NEGRO – Luís Roberto, Paulo Verdan, Marcão, Paulo Galvão e Luís Florêncio. Kleber, Fernandinho (Tonho) e João Francisco; Curió, Jason e Rildo.


O Princesa do Solimões foi vice-campeão profissional em 1995 e Campeão do Torneio Inicio, da ACLEA duas vezes:

  • 1997Nailton, Nonatinho, Toninho, Pedro e Mauricio; Paçoca, Ênio, Lico e Rildo; Alcimar e Piçui. Técnico: José Tavares.
  • 2007Nailton, Tostão, Oziel, Marquinhos e Ailton; Batista, Gamarra, Fininho; Dominguinhos, Val e da Costa. Técnico: Paçoca.
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